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quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Vivo abre 300 vagas para profissionais com deficiência; há oportunidades em Pernambuco

Para Pernambuco, a empresa disponibiliza 14 vagas, distribuídas entre Recife e Jaboatão


A Vivo está com 300 vagas abertas, em todo o Brasil, exclusivas para profissionais com deficiência. Os cargos são para diversas áreas, como engenharia, serviços ao cliente, TI, B2B, entre outros. Para Pernambuco, a empresa disponibiliza 14 vagas, distribuídas entre Recife e Jaboatão dos Guararapes. A inscrição pode ser feita no site.  



No dia 16 de novembro, a empresa promoverá uma feira virtual para esclarecer dúvidas sobre as atribuições das atividades. Para participar é preciso se inscrever pelo link até o dia da feira. A seleção é feita dentro de algumas horas e os talentos já recebem o feedback sobre aprovação, o que traz agilidade e assertividade nos processos. 


Importante destacar que os interessados em concorrer a uma das oportunidades precisam enviar um laudo informando sobre as limitações e acessibilidades necessárias, uma vez que a empresa deixará o ambiente preparado para receber os novos colaboradores. 


Além do evento virtual, a semana especial de seleção contará com ‘dia de recrutamento’ para algumas oportunidades, onde são convocados, no mesmo dia, profissionais com perfis para vagas oferecidas e também os gestores das respectivas áreas. 


O salário é compatível com o que é oferecido no mercado. Entre os benefícios estão vale refeição e transporte; plano de saúde e odontológico; seguro de vida; day off de aniversário; smartphone, desconto especial em linha fixa, banda larga, TV por assinatura e apps, mobility (home office) e licença parental.


Da Folha de PE / Loja Vivo - Reprodução/Vivo


Sebrae e Serasa Experian se unem para capacitar empreendedores

Parceria vai levar qualificação gratuita e informação aos donos de pequenos negócios


O Sebrae e a Serasa Experian acabam de lançar a multiplataforma Aprenda Serasa Sebrae, que disponibiliza gratuitamente diversos conteúdos sobre gestão financeira, acesso a crédito, cobrança, dentre muitos outros temas. Nesse contexto de crise que o Brasil passa, o planejamento financeiro é essencial para ajudar os empreendedores a vencerem os desafios.



Para nos falar mais sobre os resultados dessa união, convidamos a analista de Competitividade do Sebrae Bruna Rodrigues e o gerente executivo de Sustentabilidade da Serasa Experian, Roger Cruz, para participar do podcast da Agência Sebrae de Notícias. O conteúdo completo está disponível e pode ser replicado por emissoras de rádios e portais de notícia de todo o país, gratuitamente, sendo exigida apenas a citação à Agência Sebrae de Notícias.


Da ASCOM

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Feira do Jeans de Toritama funcionará em novo horário a partir de 06/11

Para atender melhor os clientes durante a temporada de vendas deste fim de ano, a Feira do Jeans de Toritama funcionará a partir do dia 06 de novembro de 2021, aos sábados e domingos das 08h00 às 20h00.

O anúncio foi feito pelo Secretário de Desenvolvimento Econômico de Toritama, Robson Viana. Em todos os finais de ano a organização da Feira do Jeans amplia os dias e horários funcionamento da feira para assim receber mais clientes.

Da ASCOM Toritama

Cinco dicas para fugir das 'pegadinhas' na Black Friday

Em tempos de crise, economizar é crucial para manter o orçamento doméstico equilibrado. Porém, novembro é o mês aguardado por muitos consumidores, em razão da Black Friday, que promete descontos e ofertas em vários produtos. 


Um estudo feito pelo Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA) mostra que, na edição do evento em 2020, as vendas por e-commerce tiveram um crescimento de 21%, impulsionadas pela pandemia.


Rodrigo Garcia é diretor executivo da Petina Soluções em Negócios Digitais, uma startup que analisa performance de marketplaces nacionais e internacionais. Ele acredita que na edição deste ano da Black Friday, a tendência de compras on-line deve continuar.  


“O mercado teve um fortalecimento muito grande no e-commerce, por conta de novos consumidores que entraram em virtude da pandemia e do fechamento de lojas. A tendência é que essa seja a melhor Black Friday que já tivemos no Brasil para o e-commerce.”


Mas as pessoas precisam ficar atentas para não cair em ‘pegadinhas’ de empresas e acabar “trocando gato por lebre" na hora de investir nas promoções anunciadas no mercado.


"O principal de tudo é se planejar para não comprometer o orçamento e também desconfiar das possíveis promoções, pois muitas delas não passam de fraudes para ludibriar o consumidor", alerta Garcia. 


Tecnologia para maior segurança 

O especialista lembra que a data é conhecida como "black fraude" em razão, principalmente, das lojas que costumam até dobrar o preço dos produtos dias antes do evento, para dizer que vão vender pela metade do valor. Garcia explica que as grandes plataformas de vendas têm combatido essa prática com o uso da tecnologia.


“São diversos mecanismos para impedir que o vendedor aja de má-fé, aumentando o preço antes para baixar na véspera, dando a falsa impressão de desconto. O Mercado Livre, por exemplo, tem uma trava capaz de deixar o produto que sofreu aumento de preços 30 dias antes da Black Friday inelegível para entrar em campanha. Então, se a empresa tiver o intuito de enganar o cliente, irá perder pelo menos um mês de vendas. No site próprio, não há esse limite e o vendedor pode colocar o preço que quiser”, afirma o diretor. 


Segundo ele, esse mecanismo surgiu em 2019, após notificação de alguns sites pelo Procon. Além disso, o órgão de defesa do consumidor também monitora os produtos 90 dias antes do evento e têm autuado lojas que tentam ludibriar o público com campanhas fraudulentas. 


O especialista também listou cinco dicas para os consumidores fugirem dessas promoções enganosas e serem bem sucedidos nas compras durante a Black Friday. Confira:


1 - Faça o monitoramento de preços

Antes de comprar na Black Friday, o consumidor precisa fazer uma ampla pesquisa do valor do produto desejado. Garcia destaca que esse monitoramento deve ser feito com antecedência e bem antes da promoção, para garantir que a mercadoria esteja realmente em oferta.


"A primeira etapa é o monitoramento dos preços. Não deixe para ver as promoções na última hora. Caso veja alguma irregularidade, como um aumento excessivo e depois um corte ilusório do preço, denuncie ao Procon. Existem sites que também fazem esse acompanhamento para certificar as lojas que usam promoções de verdade, como é o caso do Reclame Aqui. Ele é uma boa fonte de consulta.”


O especialista lembra também que já existem ferramentas para auxiliar o consumidor no monitoramento de preços. “Hoje existem sites que mostram gráficos com histórico de preços nos últimos 30 dias.”


2 - Verifique se a marca é confiável

Outra dica importante é verificar se a marca da loja escolhida ou pesquisada pelo cliente para compra tem uma boa reputação no mercado, tanto nos sites de defesa do consumidor quanto nos comentários feitos por outros consumidores. Garcia ressalta que também é necessário desconfiar de produtos com preços muito baixos nas páginas da internet, pois isso pode significar uma tentativa de golpe.


Segundo ele, o marketplace costuma dar mais segurança aos compradores porque a chance de uma possível fraude ou mesmo de um roubo dos dados é mais remota devido à confiabilidade dessas plataformas. "A pessoa precisa ter bastante cuidado na hora de inserir os dados on-line e as informações pessoais. Em muitos casos, o baixo valor é para atrair a vítima para um golpe", alerta.


3 - Veja se é possível cancelar a compra

Avaliar as formas de cancelamento das compras junto às lojas virtuais é outra maneira de se preservar contra uma campanha enganosa na Black Friday. O especialista explica que todos os sites têm políticas de cancelamento. “Existem espaços diferentes que variam conforme o site, mas todos devem ter a possibilidade de cancelamento.”


Esse tipo de desistência de produtos adquiridos pela internet é assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), que garante um prazo de sete dias em caso de arrependimento ou por questões financeiras ou porque o produto não condiz com as condições ofertadas.


Garcia ressalta que alguns marketplaces, por exemplo, dão prazo de até 30 dias para fazer a devolução. "O estabelecimento tem a obrigação de garantir esse direito. Caso a desistência não seja assegurada, está em desacordo com a legislação e é possível denunciar aos órgãos competentes de defesa do consumidor. É bom lembrar que o produto precisa estar na embalagem original e não pode ter sinais de uso se o cliente for devolver só por desistência e não por defeito.”


4 - Fique atento aos prazos de entrega

Um outro item que merece atenção especial do consumidor é sobre o cumprimento de prazos de entrega por parte das empresas. 


“Isso é uma determinação da plataforma. O lojista que vende dentro do marketplace, tem que cumprir algumas normas. O despacho em 24 horas é uma exigência de praticamente todos eles, a não ser quando é um produto do segmento de móveis, que pode ter um prazo maior. Se a empresa não cumpre esse prazo, os produtos não aparecem na pesquisa. Então, as empresas precisam cumprir o prazo para ter um bom ranqueamento de seus produtos dentro dos canais de vendas.” 


Além disso, se esse prazo não for cumprido, o consumidor pode cancelar a compra e a empresa será punida dentro da plataforma. 


5 - Confira os produtos mais vendidos

O especialista orienta os consumidores a verificarem a lista dos produtos mais vendidos na edição passada da Black Friday.O objetivo da iniciativa é conferir se esses itens de fato tiveram boas promoções, por meio do grande volume de vendas. 


Outra dica é verificar as avaliações do produto na plataforma, que mostram a sua classificação quanto à aceitação junto ao público e os comentários de outras pessoas que compraram aquela mercadoria.


"Esses são bons termômetros para a pessoa conseguir comprar o produto dos sonhos sem grandes problemas e saber se realmente está em oferta. Muitos esperam exatamente por essa data, então a dica é aproveitar esses dados como uma importante ferramenta de consulta.”


Garcia alerta ainda para os consumidores fugirem de sites desconhecidos e descontos muito grandes nos produtos.  


“As plataformas têm respaldo dos marketplaces e isso evita que a pessoa caia em um golpe, por exemplo. Os sites só disponibilizam o dinheiro para o vendedor quando o produto for entregue. Ele entra em um fluxo de pagamento, então é mais difícil dar um golpe dentro dessas plataformas.” 


“Estamos em um momento de racionamento de mercadorias também, então vai ser mais difícil dar super descontos. Obviamente, na Black Friday vamos ter descontos, mas eles serão menores que no ano passado e retrasado, por exemplo.” 


Por: Mariana Costa - Estado de Minas / Foto: Reprodução/Pixabay

 

Devido à inflação e alta do dólar, varejo está com otimismo moderado para o Natal

Já é novembro. Panetones, guirlandas, papais noéis e enfeites natalinos ocupam lugar de destaque nas prateleiras. Apesar do otimismo do varejo, que aposta em vendas muito maiores do que as do ano passado em razão do avanço da vacinação contra covid-19, não será fácil para os consumidores realizarem os sonhos típicos da data, como mesas fartas, presentes, e viagens pelo Brasil e para o exterior. No ano da inflação a quase 10% e do dólar beirando os R$ 6, o bacalhau, por exemplo, corre o risco de ser desbancado por opções mais baratas.


A invasão antecipada de importados e produtos típicos das festas de fim de ano nas gôndolas tem também um componente emocional para o brasileiro. Para mudar o calendário das compras, o varejo conta com ingredientes como a vontade de passar as festas de fim de ano com a família após mais de um ano e meio de pandemia.


Carlos Eduardo de Freitas, conselheiro do Conselho Regional de Economia do DF e consultor econômico independente, explica que, apesar do cenário de instabilidade, o fim de ano pode, sim, ser bom para o comércio e para as vendas. “Neste ano, após o choque da pandemia — quando o Produto Interno Bruto caiu 4% —, a economia do país teve novo choque externo. De um lado, pela subida explosiva do preço do petróleo no mercado internacional. De outro, a crise hídrica no Brasil e as novas ondas da covid-19.”


Segundo o economista, os fatores citados empobreceram a população. “Sentimos isso por meio de uma inflação de custos”, exemplifica. “No entanto, dois componentes do triplo choque de custos — pandemia e crise hídrica — estão indo embora. Fica, então, a questão do petróleo, que pode subir um pouco mais devido ao inverno”, avalia.


Em relação às compras de fim de ano, o especialista defende que a demanda reprimida contribui para o aumento das vendas, ainda que discreto. Além disso, acredita que não há manobras para driblar a carestia nos preços. “Como disse, essa carestia não é, ao menos por enquanto, o velho dragão, porque não ganhou vida própria até o momento. A subida de juros do Banco Central tem sido e será importante para travar esse processo”, pontua.


Expectativa

Karoline Rosa Ferreira, dona da loja virtual Graciosas Moda, conta que suas expectativas são boas para o Natal, “mesmo sabendo que o brasileiro tem sentido os aumentos no bolso”. “Meu ramo é de moda feminina, geralmente as mulheres gostam de se vestir bem nas festas de fim de ano”, aposta. A empresária diz que muitas empresas tiveram que recorrer a internet em razão da quarentena, no ano passado, e que isso ainda tem ajudado muito os empreendedores.


Ela conta que, no ano passado, apesar da pandemia, vendeu muito bem, mas que ainda estava começando o negócio. “Tenho a esperança de que esse ano seja melhor. Porém, não posso esquecer que estamos em meio a uma crise, por isso, temos que esperar também o lado negativo. Eu sinto que as pessoas não estão comprando tudo o que veem pela frente, estão se segurando mais, por conta do aumento das coisas. E acaba que não sobra tanto dinheiro”, afirma.


Marcello Lopes, chef e empresário do Italianíssimo e do Blend Boucherie, conta que abriu os restaurantes em meio à pandemia e que foi um desafio muito grande. “Reformamos, investimos no delivery e agora, com a vacinação da população, as coisas estão melhorando. O movimento está bem melhor”, avalia.


Ele aposta em preços especiais para atrair clientes para as confraternizações. “Vamos focar em pacotes e promoções para se reunirem com segurança, já que tem quase dois anos que as pessoas não se reúnem para celebrar as conquistas. Também esperamos que, neste fim de ano e em 2022, nosso setor consiga voltar a gerar mais empregos e se recupere 100%”, diz.


Eula Silva, lojista no Brasil Center Shopping, em Valparaíso, também está otimista em relação às vendas de fim de ano. “Com o avanço da vacinação, percebemos um aumento de fluxo na empresa, desencadeando, também, o retorno das atividades da população. Então, nossos lojistas estão preparando o estoque e novidades de produtos, além de uma comunicação mais personalizada com os clientes”, afirma.


Apesar dos planos, ela pondera: “A economia não retornou aos patamares desejados, mas sabemos que o cenário pós-pandemia não seria fácil. Ainda assim, é um momento que traz boas perspectivas no comércio varejista para 2021 e 2022”.


Desemprego

Apesar de leve queda, o desemprego pode estragar os planos de fim de ano de muitas famílias. A taxa de desocupação recuou para 13,7% no trimestre fechado em julho, uma redução de 1 ponto percentual em relação ao período de três meses encerrado em abril. A melhora foi constatada pela Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, ainda há 14,1 milhões de pessoas em busca de um trabalho no país.


A Pnad mostra que houve um aumento no emprego com carteira assinada, no setor privado, mas o que mais avançou foram os postos de trabalho informais, com a manutenção da expansão do trabalho por conta própria sem CNPJ e do emprego sem carteira no setor privado. Essa combinação fez a taxa de informalidade subir dos 39,8% do trimestre móvel anterior para 40,8%, no trimestre encerrado em julho.


“Ainda é uma situação de desemprego muito elevado, inflação alta, evidentemente isso afeta os consumidores de forma heterogênea. Os consumidores de renda mais baixa, de até dois salários-mínimos, vão sofrer mais, porém há aqueles consumidores que viram seu poder aquisitivo crescer nesta pandemia. Isso é o efeito das desigualdades, então, resguardar-se ou não depende da situação de cada consumidor”, comenta o mestre em economia Benito Salomão. Para ele, o varejo está otimista porque há o 13º, e o Natal sempre representa de 20% a 25% do valor do varejo. “Ele realmente está bem otimista, mas não será um Natal de grandes vendas”.


A inflação disparou em setembro e registrou alta de 1,14%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado em setembro, pelo IBGE. Foi a maior taxa para o mês nos últimos 27 anos, ou seja, desde o início do Plano Real, em 1994. Com esse resultado, o indicador, que é considerado uma prévia da inflação oficial (o IPCA), mostra elevação de 7,02% no ano, com acúmulo de alta de 10,05% nos últimos 12 meses.


Ainda de acordo com o IBGE, oito dos nove grupos de produtos e serviços registraram alta em setembro. O setor de habitação, que vinha liderando a pressão inflacionária em agosto devido à energia elétrica, teve impacto de 0,25% no mês, ficando atrás do grupo de alimentação e bebidas (com impacto de 0,27% no índice) e do grupo de transportes, que foi o que mais puxou a alta, correspondendo a 0,46% do total de 1,14% registrado.


O aumento em transportes, segundo o IBGE, foi de 2,22%, influenciado pelo reajuste de preços dos combustíveis, que acelerou o ritmo de 2,02% para 3% no período observado. Com alta de 2,85% ante agosto, a gasolina é a grande vilã da inflação, tomando o posto antes ocupado pela energia elétrica. “Foi o subitem que exerceu o maior impacto individual do mês no IPCA-15”, informou em nota o órgão. Nos últimos 12 meses, a gasolina subiu 39,05%.


 Por: Correio Braziliense / Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Compesa divulga calendário de abastecimento para novembro em Surubim

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento de água para o mês de novembro/2021 em Surubim. Neste modelo de cronograma, para o leitor identificar quais serão os dias que o seu bairro ou comunidade receberão água, é preciso verificar o número da área que a localidade está inserida e em seguida ver os dias no calendário. Confira clicando AQUI!

Foto: Pexels


Surubim abre inscrições para simulado do ENEM

Atenção, juventudes!


Você vai fazer o Enem 2021 e quer testar seus conhecimentos?

A Prefeitura de Surubim, através da Secretaria de Juventude e Esportes irá realizar, no próximo sábado, dia 06/11, das 13h às 17h, o Simulado do Enem.


As vagas para o simulado são limitadas.

Para garantir sua vaga, você precisa fazer sua inscrição, através do WhatsApp da secretaria (81) 9 8759-1519.


Não perde tempo, corre para fazer logo tua inscrição!


Da ASCOM Surubim

Consumidor corta cafezinho e pão na chapa por causa da inflação

Com a alta da inflação -especialmente dos alimentos-, além das despesas com aumentos de luz e combustível, qualquer forma de economizar é válida. Até o tradicional pingado com pão na chapa na padaria, um hábito do paulistano, já entrou na lista de cortes do consumidor.



Fã do café coado com leite e pão na chapa, a artesã Leticia Stripeikis, 56 anos, da Vila Carrão (zona leste), vai na padaria duas vezes na semana para tomar café. "Mas sei que, atualmente, é um luxo poder fazer isso", diz ela, que repara na alta de preços.


"Antes da pandemia, eu ia pelo menos quatro vezes por semana, inclusive no período da tarde para lanchar. Agora vou só para o café da manhã."


O gerente de loja Edimilson Pereira, 43, da Barra Funda (zona oeste), percebeu aumento de cerca de 20% nos gastos que tem com comida fora de casa. "Como eu recebo cesta básica no trabalho, passei a trazer marmita duas vezes por semana, pelo menos. Antes, eu comia todos os dias fora, mas essa é uma forma de economizar", afirma ele.


Mesma situação da farmacêutica Roberta Scholz, 38, da Mooca (zona leste). "Estou procurando fazer minha comida em casa e levar. Tive que reduzir por causa do preço, já que, na ponta do lápis, estava gastando mais de R$ 1.000 por mês com o cafezinho e um almoço simples todos os dias. Faz toda a diferença no orçamento."



"Praticamente, ia todos os dias para tomar um café, hoje são três vezes na semana. Há pouco tempo, o pingado e o pão na chapa custavam cerca de R$ 5, e já está em R$ 10", conta o empresário Marcelo Asensio, 48, do Tatuapé (zona leste).


Segundo o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a prévia da inflação em outubro foi de 1,20%, a maior para o mês desde 1995.


No caso da alta do café e da farinha de trigo, matéria-prima do pão, o dólar e o clima pesaram. "As commodities estão valorizadas no mercado internacional e, no café, para agravar, tivemos problemas na produção desde o ano passado. A questão hídrica afetou Paraná e Minas Gerais, que são os principais produtores de café", explica o pesquisador de café do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da USP.


"Os estoques mundiais de trigo estão com sinal de redução e o Brasil é grande importador de trigo", diz o pesquisador responsável pelas áreas de arroz e de trigo do Cepea, Lucilio Alves.


Padarias não repassam todo o aumento O IPC da Fipe mostra que os panificados tiveram alta de 9% de janeiro a setembro deste ano. "A alimentação geral subiu 7,84%, e a fora do domicílio, 6,67%, sendo o primeiro item que é cortado. Pelos números, o setor ainda não repassa toda a alta", disse o coordenador do índice, Guilherme Moreira.


Presidente do Sampapão, Rui Gonçalves diz que a maioria das padarias (são 6.000 na cidade) segura as altas e que há diminuição dos clientes, pela crise ou pela pandemia. "Mas este é um hábito do paulistano, tanto que a padaria é o único comércio que ele chama de seu: minha padaria."


Por Yara Ferraz (Folhapress) / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Brasil sentirá impactos econômicos da pandemia até 2050, diz pesquisa

Os impactos sociais e emocionais da pandemia de Covid-19 são amplamente conhecidos, divulgados e podem ser sentidos mais corriqueiramente. Mas qual a repercussão na economia das milhares de vidas perdidas? Pesquisadores da Rede Clima integraram dados epidemiológicos a um modelo econômico e identificaram que os impactos econômicos das mortes na pandemia no Brasil poderão ser observados até 2050.


“Uma pessoa que faleceu aos 50 anos teria pelo menos mais 25 anos, provavelmente, de idade econômica ativa, mais um período de aposentadoria. Toda essa renda futura foi perdida”, aponta o coordenador do grupo, Edson Domingues, da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Nesse sentido, ele acrescenta que também há perdas em domicílios com morte de aposentados. “No Brasil, há vários grupos familiares que dependem dessa renda”.


Na modelagem econômica utilizada, o total de mortes causadas pela Covid-19 foram determinantes para entender os efeitos sobre a economia. Quando o modelo foi rodado, o Brasil tinha cerca de 400 mil mortes. Hoje, o total ultrapassa 607 mil. Foram utilizados ainda dados sobre rendimento médio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). A análise envolveu ainda parâmetros médios de expectativa de vida, por região e grupos etários.


 

Em 2050, segundo as projeções da pesquisa, os impactos mais expressivos sobre o Produto Interno Bruto (PIB) no longo prazo poderão ser percebidos no Amazonas (-1,38%) e no Acre (-1,35%). Em seguida estão Rondônia (-1,2%) e Roraima (-1,1%). Por outro lado, alguns estados conseguirão se recuperar mais rapidamente no longo prazo: Pará (0,34%), Tocantins (0,28%), Piauí (0,14%), Maranhão (0,12%), Minas Gerais (0,09%) e Espírito Santo (0,03%).


“A pandemia teve impacto, obviamente, de curto prazo, com o fechamento do comércio, da indústria, de serviços, a perda dos deslocamentos, perdeu-se produção e emprego nos anos de 2020 e 2021. Isso é notório. Mas esse impacto de longo prazo, das fatalidades, é uma coisa pouco falada e muito pouco estudada”, explica o professor da UFMG.


Ele destaca que a análise permite entender que, se mortes tivessem sido evitadas, os impactos econômicos de longo prazo seriam reduzidos.


Domingues aponta ações que poderiam amenizar os efeitos econômicos a longo prazo.


“Diversos infectologista já mostraram que se você tivesse uma coordenação efetiva, a nível federal, das políticas de restrição à atividade econômica de combate à pandemia, por exemplo, distribuição de máscaras, apoio aos estados na área hospitalar, um enfrentamento mais efetivo e coordenado nacionalmente das políticas de combate à pandemia teríamos menos mortes e menor impacto de longo prazo”, analisa o pesquisador.


Os pesquisadores se preparam para rodar novamente o modelo econômico, considerando o maior volume de mortes que, hoje, ultrapassam 607 mil. “É quase 50% a mais do que a gente estimou de fatalidades. Esse impacto em longo prazo vai ser efetivamente bastante maior”, aponta Domingues.


Ele destaca que também será feita a análise por unidade da Federação. “Tivemos estados muito mais impactados do que outros, então a gente espera que esses números revelem uma figura mais adequada do longo prazo.”


Os trabalhos da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima) foram coordenados por pesquisadores da UFMG e da Universidade de São Paulo (USP) e foram financiados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).


A Agência Brasil solicitou posicionamento do Ministério da Saúde, mas não houve retorno até a publicação da reportagem.


Por: Camila Maciel Por: Agência Brasil / Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Pequenos negócios geraram 71% dos empregos até setembro

As micro e pequenas empresas (MPE) puxaram a criação de empregos formais em 2021. Dos cerca de 2,5 milhões de postos de trabalho formais criados no Brasil de janeiro a setembro, 1,8 milhão, o equivalente a 71% do total, originou-se em pequenos negócios.


A conclusão consta de levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. As MPE abriram 1,2 milhão de postos a mais que as médias e grande empresas nos nove primeiros meses de 2021.


Apenas em setembro, os negócios de menor porte foram responsáveis pela abertura de 72,5% das vagas formais no mês, com 227,9 mil de um total de 313,9 mil postos de trabalho criados no mês passado. Na divisão por setores da economia, somente os pequenos negócios apresentaram saldo positivo na criação de empregos em todos os segmentos.


O setor com mais destaque são os de serviços, com a abertura de 103,4 mil vagas em micro e pequenas empresas de um total de 143,4 mil postos apurados pelo Caged. De acordo com o Sebrae, o avanço da vacinação contra a Covid-19 tem impulsionado a recuperação do segmento.


O segundo setor que liderou a criação de postos de trabalho em setembro foi o comércio, com 54,4 mil vagas em micro e pequenas empresas, de um total de 60,8 mil. Em seguida vêm indústria (37,6 mil de um total de 76,2 mil) e agropecuária (3 mil de 9,1 mil). No caso da construção civil, o saldo positivo do mês passado se deve unicamente às MPE. Os pequenos negócios geraram 27,5 mil postos de trabalho, enquanto as médias e grandes empresas fecharam cerca de 3 mil vagas.


Por: Wellton Máximo Por: Agência Brasil / Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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