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quinta-feira, 13 de junho de 2024

Vendas do varejo crescem 0,9% em abril, aponta IBGE

As vendas no comércio varejista no país cresceram pelo quarto mês consecutivo, registrando alta de 0,9% em abril. Segundo os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (13/6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta foi de 2,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. 



No acumulado do ano, a expansão é de 4,9%, enquanto nos últimos 12 meses a alta é de 2,7%. Apesar de positivo, o dado veio abaixo do consenso dos analistas de mercado, que esperavam uma alta mensal acima de 1%.



Das oito atividades pesquisadas, cinco avançaram em abril, com destaque para hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que avançaram 1,5%, e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, com alta de 14,2%, exercendo as principais influências sobre o resultado geral.


O setor de móveis e eletrodomésticos também registrou alta expressiva de 2,4%, voltando ao campo positivo após a queda de 1,9% em março. O segmento de combustíveis e lubrificantes, por sua vez, registrou a primeira alta do ano em abril, de 2,2%. Já os artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria avançaram 0,6%.


Pelo lado das quedas, atividades de livros, jornais, revistas e papelaria (-0,4%) e de tecidos, vestuário e calçados (-0,7%) ficaram no campo negativo no mês. Para o setor de outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,0%), o cenário foi de estabilidade. Nesse segmento estão, por exemplo, as lojas de departamento, óticas e joalherias.



No comércio varejista ampliado, que inclui, além das atividades do varejo, aquelas de  veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, houve queda de 1,0%.


Por: Rafaela Gonçalves - Correio Braziliense | Crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil

quarta-feira, 15 de junho de 2022

Em Pernambuco, setor de serviços registra queda de 3,9% em abril

Após registrar uma alta de 13% durante o mês de março, o setor de serviços pernambucano voltou a apresentar uma retração. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE e divulgada nesta terça-feira (14), o segmento amargou uma queda de 3,9% durante o mês de abril. 


Na avaliação do IBGE, a retomada da atividade econômica no setor de serviços tem sido fortemente impactada pelas taxas de desocupação e redução do rendimento médio do trabalhador. Somado a isso há o impacto da inflação que reduz o poder de compra da população que precisa repensar e priorizar suas decisões de consumo.


No entanto, apesar do resultado negativo na comparação mês a mês, o desempenho do setor no estado com relação ao mesmo período do ano passado foi positivo, com um crescimento de 18,5%. Nesse comparativo, o destaque ficou por conta dos serviços prestados às famílias, que avançaram 35,8%. Em seguida, aparecem as atividades de transportes, serviços auxiliares de transportes e correio com alta de 31,3%. No acumulado do ano, a taxa de crescimento do estado é de 15,5%. 


Entre as atividades turísticas, o saldo para o mês de abril é positivo, com avanço de 2,3% em comparação com março. Em relação ao mesmo período de 2021 a alta é ainda mais expressiva, 70,4%.


Por: Diario de Pernambuco / Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Comércio varejista cresce 0,9% em abril

O volume de vendas do comércio varejista do país cresceu 0,9% de março para abril deste ano. Segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esta é a quarta alta consecutiva do indicador.



Também foram registrados crescimentos na média móvel trimestral (1,2%), na comparação com abril de 2021 (4,5%), no acumulado do ano (2,3%) e no acumulado de 12 meses (0,8%).


Quatro das oito atividades pesquisadas tiveram alta na passagem de março para abril: móveis e eletrodomésticos (2,3%), tecidos, vestuário e calçados (1,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,4%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%).


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Por outro lado, quatro atividades tiveram queda no volume de vendas: combustíveis e lubrificantes (-0,1%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,1%), livros, jornais, revistas e papelaria (-5,6%) e equipamentos e material para escritório informática e comunicação (-6,7%).



A receita nominal do varejo cresceu 1,3% na comparação com março, 22,3% em relação a abril de 2021, 16,8% no acumulado do ano e 14,5% no acumulado de 12 meses.



O varejo ampliado, que também mede as atividades de veículos e materiais de construção, cresceu 0,7% de março para abril. Veículos, motos, partes e peças recuaram 0,2% e material de construção caiu 2%.


O comércio varejista ampliado também cresceu 1,1% na média móvel trimestral, 1,5% na comparação com abril do ano passado, 1,4% no acumulado do ano e 2,2% no acumulado de 12 meses.


A receita nominal do varejo ampliado apresentou altas na comparação com março (1,3%), em relação a abril de 2021 (18,7%), no acumulado do ano (16,5%) e no acumulado de 12 meses (16,8%).


Por Agência Brasil / Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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