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segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Campos Neto é escolhido como presidente de banco central do ano

O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, foi eleito como o presidente de banco central do ano pela revista britânica The Banker, que é do grupo do jornal Financial Times.


A escolha ocorreu, segundo a publicação, por conta do papel da instituição na economia brasileira ao longo de 2020, ano em que o mundo todo foi afetado pela pandemia do novo coronavírus e o Brasil foi um dos países mais afetados pela crise sanitária.


"Enquanto no início de 2020 as expectativas eram de que a maior economia da América Latina se contraísse em mais de 9%, os números foram revistos drasticamente no final do ano para cerca de metade disso -a previsão do Fundo Monetário Internacional passou de 9,1% para 5,8%, enquanto alguns analistas acreditam que a contração será inferior a 4,5%", avalia a revista britânica.


De acordo com a The Banker, "muito desse cenário mais promissor se deve ao trabalho do Banco Central do Brasil. A instituição monetária respondeu à crise tomando medidas sem precedentes e eficazes para garantir que a liquidez não secasse no sistema financeiro e tomou outras medidas específicas para que as empresas, em particular as pequenas empresas, pudessem continuar a operar".


A publicação afirma que o programa de liquidez do Banco Central brasileiro representou "impressionantes 17,5% do PIB (Produto Interno Bruto)". A revista destaca ainda que o BC obteve autorização temporária do Congresso para comprar e vender ativos privados para "aumentar ainda mais a liquidez do sistema financeiro, que acabou apoiando também o mercado de títulos em moeda local".


Outro ponto de destaque para a escolha foram medidas consideradas inovadoras adotadas por Campos Neto em 2020, como o sistema de transferências bancárias Pix. Campos Neto venceu na premiação britânica nas categorias Mundo e Américas e o resultado foi publicação no último 31 de dezembro.


Da Folha de PE / Foto: Flickr/Banco Central do Brasil

domingo, 3 de janeiro de 2021

Maioria de donos de micro e pequenas empresas pretende investir no negócio em 2021

Pesquisa realizada pelo Sebrae junto aos donos de pequenos negócios mostra que, apesar de todas as dificuldades enfrentadas em 2020, a maioria dos empresários (63%) continua otimista e pretende realizar investimentos no próximo ano. Os aspectos prioritários onde os empresários pretendem aplicar seus recursos são: divulgação (13%), modernização de produtos e processos (13%), ampliação do atendimento ou capacidade produtiva (9%), além de ampliação do mix de produtos/serviços (9%), entre outros. Ainda segundo o levantamento, 1 a cada quatro empresários (27%) afirmam não ter condições de fazer investimentos em 2021 ano e 10% preferem guardar dinheiro para uma emergência. “A pandemia trouxe o censo da necessidade da precaução para a rotina dos empresários, uma postura que passa a fazer parte do dia a dia dessas empresas. Acreditamos que esta foi uma lição que veio para ficar”, explica o presidente do Sebrae, Carlos Melles.


Apesar dessa expectativa de investimento, a pesquisa mostrou também que houve, em novembro, uma queda no ritmo de recuperação do faturamento das micro e pequenas empresas. Pela primeira vez, depois de seis meses de uma retomada contínua, o faturamento médio registrou uma ligeira queda (passou -36% em setembro para -39% em novembro). Houve ainda um crescimento da proporção de empresários que confessaram estar com muitas dificuldades para manter o negócio em operação (de 43%, em setembro, para 47%, em novembro). A pesquisa faz parte de uma série iniciada em março pelo Sebrae e Fundação Getúlio Vargas, a partir da chegada da Covid-19 ao Brasil. As entrevistas foram realizadas entre os dias 20 e 24 de novembro, com 6.138 donos de pequenos negócios de todos os estados e Distrito Federal.   


Inovação


O levantamento confirma um comportamento dos empresários no sentido de implementar inovações em seus negócios como forma de driblar os obstáculos impostos pela pandemia. Entre setembro e novembro, cresceu de 39% para 43% o número de empresas passou a oferecer um novo produto ou serviço, por força da crise. A pesquisa também apontou um aumento (de 67% para 70%) na proporção de empresas que vendem utilizando internet (apps, Instagram, WhatsApp etc).


De acordo com os entrevistados, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (84%), seguida pelo Instagram (54%) e Facebook (51%). O uso de site da própria empresa cresceu de 18% para 23%, entre junho e novembro. Já os aplicativos de entrega são a opção de 7% dos empresários. Para continuar lendo, clique AQUI! Foto: Reprodução / Internet

Fim de programa que permitiu corte nos salários deve aumentar desemprego

O Benefício para a Manutenção de Emprego e Renda (BEM), criado para permitir que as empresas reduzissem jornada de trabalho e salários dos funcionários durante a pandemia da covid-19, não foi prorrogado pelo governo, apesar de empresários defenderem a continuidade da medida neste início de 2021.Com o faturamento ainda combalido e o fim do adiamento do pagamento de impostos, as empresas enfrentam dificuldades de caixa e alertam para o risco de novas demissões ou mesmo o fechamento de muitos negócios.


Apesar de o governo alegar falta de recursos para novas despesas, tendo em vista a necessidade de cumprir o teto de gastos — emenda constitucional que limita o aumento dos desembolsos à inflação do ano anterior —, empresários argumentam que sobraram recursos do próprio BEM para prorrogar o benefício. Dados do portal Tesouro Transparente mostram que, até 30 de dezembro, o governo pagou R$ 33,5 bilhões dos R$ 51,5 bilhões previstos. Logo, há R$ 18 bilhões que ainda poderiam ser utilizados, de acordo com Paulo Solmucci, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).


“Há mais de dois meses temos falado com o ministro (Paulo Guedes, da Economia) sobre a necessidade de prorrogação do BEM para continuar dando um respiro a bares e restaurantes, porque, durante o período do benefício, os empresários reduziram a jornada e os salários daqueles funcionários que eram menos essenciais à operação. Agora, se não houver a continuidade de alguma ajuda do governo, como não é possível demitir os dispensáveis, vamos ter que, para evitar uma falência, começar a demitir os trabalhadores essenciais”, explicou. Segundo Solmucci, vários empresários do setor, um dos mais afetados pela pandemia, não descartam demissões ou até mesmo a falência.


De acordo com o presidente da Abrasel, 400 mil empresas do setor aderiram ao BEM e relatam dificuldades para continuar as operações enquanto não houver um plano de vacinação em massa da população para que a economia recupere a normalidade e volte a crescer. Ele lembra que o governo obrigou o pagamento do 13º salário integralmente para os trabalhadores que tiveram redução de salários e, para piorar, o pagamento coincidiu com o período em que os tributos diferidos começaram a ser recolhidos e com o fim da carência dos empréstimos obtidos durante a pandemia — como é o caso do Programa Nacional de Apoio às Microempresas (Pronampe). Além disso, com a alta da inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGPM), reajustes de aluguel estão ocorrendo acima de 20%.


“Estamos com 44% das empresas faturando menos da metade do que faturavam antes da pandemia. Não dá para absorver todas essas contas que estão se acumulando. Uma em cada quatro empresas do setor não conseguiu pagar o 13º salário neste ano e o Ministério da Economia resolveu não usar os recursos do BEM para ajudar essas companhias”, lamentou Solmucci. Para ele, o governo foi ágil em ajudar a preservar o emprego e a renda dos trabalhadores, mas não teve sensibilidade para entender a necessidade de uma prorrogação do benefício, de modo a evitar o aumento de falências e de desemprego a partir deste ano. Para Solmucci, além do crescimento de falências, a judicialização contra as medidas impostas para evitar demissões por conta do BEM deve aumentar. Para continuar lendo, clique AQUI! (Foto: Andréa Rêgo Barros/PCR)

sábado, 2 de janeiro de 2021

Assista a íntegra da Retrospectiva Especial 2020 da Rádio Integração FM

Se você não acompanhou ao vivo, confira a íntegra da Retrospectiva 2020 da Rádio Integração FM, com os principais fatos da nossa região em 2020. 


O programa especial aconteceu nessa quinta-feira, dia 1 de janeiro, apresentado pelo comunicador Alan Lucena e as participações dos blogueiros Luís Fernando Germano aqui do Blog Negócios e Informes, Sérgio Ramos (Blog do Sérgio Ramos) e Charles Nascimento, (Blog Mais Casinhas). 


Assista clicando no play abaixo:



2021 ainda com cautela na economia


O que mais se fala e se deseja atualmente é que o ano de 2021 seja melhor em todo o mundo. Percebemos então que a virada do ano vai ser de muitos pedidos. Diante de um 2020 tão conturbado, com isolamento, desemprego, cancelamento de eventos e tantas outras restrições, 2021 é muito aguardado para que possa trazer um cenário bem diferente, de mais esperança. Mas vai ser preciso esperar um pouco porque essa virada não será muito rápida. Até mesmo porque a vacina, no Brasil, só deve começar dentro do primeiro trimestre. Economicamente, especialistas acreditam que o início do novo ano ainda será preocupante, mas que pode ir se recompondo ao longo dos meses. Há também quem analise que 2021 ainda terá acúmulos econômicos do ano de 2020, por isso a conjuntura se torna bem difícil durante todo o 2021, ainda amargando o ano que passou.


Apesar das projeções do Produto Interno Bruto (PIB) de 2021, no Brasil, ser de crescimento - o Banco Central estima alta de 3,8% no PIB de 2021 -, essa elevação será comparada a uma base muito baixa, pois o ano de 2020 deve fechar com PIB entre -4% e -5%. No entanto, isso já é uma luz de melhora, até porque mostra que o Brasil não vai no caminho da recessão. “O primeiro semestre de 2021 ainda vai ser muito difícil. Depois dessa queda que tivemos em 2020, o ano de 2021 ainda terá ‘resto’ da pandemia, a vacina lentamente no Brasil e sem auxílio emergencial. Em Pernambuco, por exemplo, o auxílio representou 36% da massa de rendimentos do trabalho”, analisou Tânia Bacelar, sócia da Ceplan Consultoria. Para continuar lendo, clique AQUI! Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Luciano Medeiros Filho é eleito presidente da Câmara de Surubim

Empossado para o quinto mandato consecutivo como vereador de Surubim, Luciano Medeiros Filho (PSB), também conhecido como “Bomba”,  foi eleito, por unanimidade, presidente da mesa diretora da Câmara Municipal de Surubim  para o biênio (2021-2022). Ele tem a vereadora Ivete do Sindicato (PT) como primeira secretária e Neto da Saúde (PSB) e segundo secretário. A eleição ocorreu com chapa única. 

Foto: Lulu/Surubim News

Prefeita Ana Célia é empossada para os próximos quatro anos em Surubim

A prefeita de Surubim, Ana Célia (PSB), foi empossada na tarde desta sexta-feira (1º) em cerimônia realizada na Câmara Municipal de Vereadores. Ela tomou posse junto com o vice-prefeito Prof. Edigar e os treze vereadores. 

Durante a solenidade, também foi realizada a eleição da Mesa Diretora da Câmara, para o biênio 2021/2022. A chapa única, composta pelo vereador Luciano Medeiros Filho (presidente), Ivete do Sindicato (primeira secretária) e Neto da Saúde (segundo secretário), foi eleita por unanimidade pelos 13 parlamentares da Casa.

2021: Salário mínimo passa a valer R$ 1.100

A partir de 01 de janeiro de 2021, o salário mínimo passou a valer R$ 1.100, conforme a Medida Provisória nº Nº 1.021, publicada no Diário Oficial da União, no último dia 30. No ano passado, o salário mínimo estava em R$ 1.045.


O reajuste em relação a 2020 ficou em 5,26%. Foi levado em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de janeiro a novembro e a variação estimada do mercado financeiro para o índice em dezembro de 2020.


Segundo o Ministério da Economia, no dia 12 deste mês, quando o INPC de dezembro será divulgado, o novo valor do salário mínimo poderá ser corrigido para assegurar a preservação do poder de compra definida pela Constituição. Isso aconteceu na virada de 2019. Em 31 de dezembro de 2019, foi anunciado que o salário mínimo de 2020 seria de R$ 1.039. Em janeiro, quando foi divulgado o INPC de dezembro — que ficou acima da projeção inicial —, o valor foi ajustado para R$ 1.045.


Essa é a terceira definição de valor para o salário mínimo de 2021. No dia 15 de dezembro, o governo aumentou de R$ 1.067 para R$ 1.088 a estimativa para o salário mínimo. O valor constava de mensagem modificativa ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).


Foram R$ 21 a mais em relação à projeção de R$ 1.067 que constava da proposta do Orçamento Geral da União, enviada ao Congresso no fim de agosto de 2020.


Aumento de despesas

De acordo com o Ministério da Economia, para cada R$ 1 de aumento no salário mínimo, há elevação de despesas de R$ 351,1 milhões. Assim, o reajuste de R$ 12, ao passar de R$ 1.088 para R$ 1.100, gera gasto adicional de cerca de R$ 4 bilhões em 2021.


A equipe econômica destacou, na última quarta-feira (30), que a correção do valor do salário mínimo é obrigação constitucional e que não afeta o compromisso do governo com o teto de gastos e com o ajuste fiscal.


Apesar de entrar em vigor nesta sexta-feira, o novo valor precisa ser confirmado pelo Congresso Nacional já que o governo fez o reajuste por meio de uma medida provisória.


Da Agência Brasil / Foto: Reprodução

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Confira o calendário de abastecimento para janeiro/2021 em Surubim

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento de água para o mês de janeiro/2021 em Surubim. Neste modelo de cronograma, para o leitor identificar quais serão os dias que o seu bairro ou comunidade receberão água, é preciso verificar o número da área que a localidade está inserida e em seguida ver os dias no calendário. Confira clicando AQUI!

Foto: Reprodução - Instagram - Barragem de Jucazinho


01-01-2021 - Feliz Ano Novo - www.negocioseinformes.com

A partir de hoje, mais um ano para novas histórias. Junto com vocês faremos o 2021 muito melhor.

 


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