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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Atividade econômica em Pernambuco teve alta de 2,3%

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Dados são do comparativo entre outubro deste ano e o mesmo mês de 2024, segundo o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central



Pernambuco registrou alta de 2,3% na atividade econômica, na comparação entre outubro deste ano e outubro de 2024. O dado é do Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central (IBCR), divulgado nesta sexta-feira (26). Já na comparação com setembro o crescimento no estado foi de 0,2%.


Ainda em relação ao comparativo com o ano passado, Pernambuco ficou em segundo lugar entre os estados do Nordeste no crescimento da atividade econômica. Na região, a maior alta foi registrada na Bahia (4,0 %), enquanto o Ceará ficou com a terceira colocação (1,7%).


Segundo o IBCR, a atividade econômica cresceu em todas as cinco regiões do Brasil na comparação entre outubro deste ano e o mesmo período de 2024. A maior alta foi de 3,2%, na região Norte, seguida pelo Nordeste (2,6%), Centro-Oeste (1,6%), Sudeste (1,2%) e Sul (1,1%)


O maior aumento foi registrado no Rio de Janeiro (7,0%). Na sequência, aparecem Amazonas (5,7%), Goiás (4,7%), Bahia (4,0%), Santa Catarina (3,1%), Espírito Santo (2,5%), Pernambuco (2,3%), Ceará (1,7%), Pará (1,7%), Rio Grande do Sul (1,3%) e Minas Gerais (1,1%). No período, dos 13 estados acompanhados pelo Banco Central, apenas dois tiveram queda: São Paulo (-0,9%) e Paraná (-0,6%). Nos demais, houve alta.

 

Comparação com setembro


Ainda de acordo com o índice, na comparação entre outubro e setembro de 2025, houve alta de 0,5% no Norte e de 0,1% no Nordeste. Por outro lado, três das cinco regiões do país apresentaram desempenho negativo: o Centro-Oeste recuou 2,2%, o Sul (0,6%) e o Sudeste caiu 0,1%.


De acordo com o BC, dos 13 estados acompanhados, sete registraram alta, cinco recuaram e um ficou estável. Os crescimentos foram registrados em Goiás (2,7%), Rio de Janeiro (2,2%), Bahia (1,0%), Ceará (0,6%), Amazonas (0,5%), Minas Gerais (0,5%) e Pernambuco (0,2%).


Por outro lado, houve recuo no Rio Grande do Sul (-2,2%), Pará (-0,8%), São Paulo (-0,8%), Espírito Santo (-0,5%) e Santa Catarina (-0,1%). Somente o Paraná registrou estabilidade (0%).

 

Com informações do Estadão Conteúdo





quarta-feira, 9 de agosto de 2023

Vendas no varejo ficam estáveis em junho e setor fecha semestre com alta de 1,3%

Depois de duas quedas consecutivas, as vendas do comércio brasileiro ficaram estáveis no mês de junho. O setor fechou o primeiro semestre com alta de 1,3%, em relação ao mesmo período de 2022, puxado principalmente pelo desempenho positivo do setor de combustíveis e lubrificantes. A atividade acumula ganho de 14,5% no semestre, com o cenário de expansão sendo um reflexo da mudança da política de preços dos combustíveis.



Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE


No ano, o comércio varejista registra alta de 1,3%


No acumulado nos últimos 12 meses, o setor acumula alta de 0,9%


Perda de ritmo


O desempenho no semestre, contudo, foi perdendo ritmo após janeiro, avalia o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.


"O primeiro semestre fecha em alta muito por conta do crescimento concentrado em janeiro, quando foi de 4,1%. Depois de janeiro, os resultados são mais tímidos, com variações mais próximas a 0%" relembra.


Perspectivas

A desaceleração da inflação e a queda do dólar tendem a ajudar a destravar o consumo das famílias e facilitam a aquisição de bens de consumo. Além disso, o programa Desenrola, criado pelo governo para a renegociação de dívidas, pode melhorar o desempenho do varejo nos próximos meses.


A queda da taxa básica de juros, a Selic, também é um ponto favorável para os segmentos que dependem do crédito para as famílias consumirem. Mas seus efeitos sobre a economia são defasados e o patamar dos juros e do endividamento ainda é elevado. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o varejo deve apresentar um crescimento modesto de 1,4% esse ano.


Da Agência Brasil | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

sábado, 5 de novembro de 2022

Petrobras eleva preço de querosene de aviação em 7,3%

A Petrobras elevou o preço do querosene de aviação (QAV) em 7,3%, totalizando um aumento de 48,4% no ano. A informação foi divulgada pela estatal nesta sexta-feira (4), mas o reajuste do produto para as distribuidoras começou a valer em 1º de novembro.


A companhia destacou que esta alta do QAV se deu após três meses consecutivos de redução média no preço do produto, que havia recuado 13,5%. Os ajustes de preços de QAV são mensais e definidos por meio de fórmulas contratuais negociadas com as distribuidoras.


“Os preços de venda de QAV da Petrobras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, com reajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio. Dessa maneira, em 2022, foram realizados sete aumentos e quatro reduções que resultaram em uma variação de +48,4% no ano”, explicou a companhia.


A Petrobras comercializa o QAV produzido em suas refinarias ou importado apenas para as distribuidoras. As distribuidoras transportam e comercializam os produtos para as empresas de transporte aéreo e outros consumidores finais nos aeroportos, ou para os revendedores.


Distribuidoras e revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos e pelos serviços de abastecimento.


O mercado brasileiro é aberto à livre concorrência, e não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtores ou importadores de QAV.


A Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear) divulgou nota sustentando que o aumento, durante o ano, segundo cálculos próprios, foi de 58,8%. Segundo a entidade, o QAV responde por cerca de 40% dos custos totais de uma companhia aérea.


Por Agência Brasil



sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Indicador de produtividade da indústria cai 1,3%, no 3º trimestre

A produtividade do trabalho na indústria no terceiro trimestre de 2021 retornou ao patamar do segundo trimestre de 2020, momento mais grave da crise causada pela pandemia de Covid-19. É o que mostra o estudo Produtividade na Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta sexta-feira (3).


O indicador que mede a relação entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção caiu 1,3% em relação ao segundo trimestre do ano, na série livre de efeitos sazonais.


A pesquisa revela que o volume produzido no terceiro trimestre de 2021 recuou 1,9% em relação ao segundo trimestre deste ano. E as horas trabalhadas caíram 0,6% na mesma base de comparação.


Segundo a CNI, a produtividade está em queda desde o último trimestre de 2020. Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, último trimestre de alta do indicador, a perda acumulada chega a 7,6%.


Para a CNI, as quedas consecutivas refletem o ambiente de elevadas incertezas, prejudicial ao investimento e, no curto prazo, pesam dificuldades como a falta de insumos e a pressão sobre os custos de produção.


De acordo com o estudo, 2021 será o segundo ano consecutivo de recuo da produtividade, que deve cair mais de 2%. A maior queda registrada pelo indicador desde o início da série histórica, em 2000, foi de 2,2%, em 2008, ano marcado pela crise financeira global.


Segundo a CNI, apesar do cenário desafiador para os próximos meses, a perspectiva é de melhora no longo prazo, devido às oportunidades ligadas à digitalização e a transição para uma economia mais sustentável. “A expectativa é de retomada do crescimento da produtividade, puxada por oportunidades de investimentos nas novas tecnologias digitais, na implementação das redes 5G, considerada base para a digitalização, e em tecnologias verdes, que ganham importância diante da crise climática”, afirmou a gerente de política industrial da CNI, Samantha Cunha, em nota. 


Da Agência Brasil / Foto: Wilson Dias/Agência Brasil


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