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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Petrobras reduz preço da gasolina às distribuidoras em 5,2%, queda de R$ 0,14 por litro

A partir desta terça-feira (27/01), a Petrobras reduzirá seus preços de venda de gasolina A para as distribuidoras em 5,2%. Dessa forma, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro.


Desde dezembro de 2022, os preços de gasolina para as distribuidoras foram reduzidos em R$ 0,50 / litro. Considerando a inflação do período, esta redução é de 26,9%.


Para o diesel, neste momento, a Petrobras está mantendo seus preços de venda para as companhias distribuidoras. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada nos preços de diesel para as companhias distribuidoras, considerando a inflação, é de 36,3%.







quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Setor de serviços apresenta queda de 1,2%

O setor de serviços, que responde pela maior parte do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 1,2% na passagem de setembro para outubro, mostrando que a economia continua enfraquecida. Foi a segunda taxa negativa consecutiva, acumulando retração de 1,9% no período. O setor ainda está 2,1% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro do ano passado, mas 9,3% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



No início de novembro, o IBGE divulgou dados mostrando que o PIB caiu 0,1% no terceiro trimestre (de julho a setembro), após queda de 0,4% nos três meses anteriores. Com isso, o país entrou num cenário de recessão técnica — quando há dois trimestres consecutivos de PIB negativo. Os números de outubro têm indicado que o cenário continua ruim. Além do volume dos serviços, os dados oficiais já haviam apontado recuo na produção da indústria (-0,6%), pela quinta vez consecutiva, e nas vendas do varejo (-0,1%), terceira retração seguida.


 

De acordo com o IBGE, quatro das cinco atividades de serviços investigadas recuaram em outubro, com destaque para informação e comunicação (-1,6%), que apresentaram a segunda taxa negativa consecutiva, acumulando retração de 2,5%. “O segmento que mostrou o principal impacto negativo foi o de telecomunicações. Essa queda é explicada pelo reajuste nas tarifas de telefonia fixa, que avançaram 7,33% no mês. Essa pressão vinda dos preços acabou impactando o indicador de volume do subsetor”, explicou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.


O único segmento positivo foi o de serviços às famílias com crescimento de 2,7% em outubro. A alta pode ser explicada pelo avanço da vacinação e o consequente abrandamento das medidas restritivas adotadas para frear a pandemia da covid-19. Com isso, segmentos como salões de beleza, bares, restaurantes e hotéis voltaram a funcionar. O ramo de atividades turísticas, por exemplo, cresceu 1% frente a setembro, sexta taxa positiva consecutiva, período em que acumulou ganho de 51,2%.


Segundo o IBGE, seis dos 12 locais pesquisados acompanharam o movimento de expansão do turismo. A contribuição positiva mais relevante ficou com São Paulo (1,1%), seguido por Minas Gerais (1,8%). Em sentido oposto, Bahia (-7,2%) e Distrito Federal (-10,1%) tiveram os resultados negativos mais importantes do mês.


Os avanços observados nos serviços prestados às famílias, porém, não foram suficientes para alavancar o setor como um todo. Segundo o economista Hugo Passos, a preocupação trazida pela variante ômicron do novo coronavírus, a inflação elevada e a queda de renda da população podem provocar novos impactos negativos no setor. “É complicado dizer o que essa preocupação vai causar. Isso não depende do setor especificamente e sim da questão macroeconômica, como o controle da inflação, a geração de emprego e renda para as famílias, e o andamento das reformas”, disse. 


 Por: Correio Braziliense / Foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press

sábado, 9 de outubro de 2021

Petrobras sobe preços da gasolina e do gás de cozinha em 7,2%

A Petrobras anunciou nesta sexta (8) aumentos de 7,2% nos preços da gasolina e do gás de cozinha em suas refinarias. O preço do óleo diesel, que foi reajustado na semana passada, permanecerá estável.


Segundo a estatal, o litro da gasolina vendida por suas refinarias passará de R$ 2,78 para R$ 2,98, um reajuste médio de R$ 0,20. Em nota, a empresa destacou que é o primeiro aumento em 58 dias.


Já o quilo do gás de cozinha passará de R$ 3,60 para R$ 3,86, alta de R$ 0,26. Assim, os 13 quilos necessários para encher um botijão custarão na refinaria o equivalente a R$ 50,15.


O preço do gás de cozinha nas refinarias da estatal ficou 95 dias sem reajustes, embora as cotações internacionais tenham disparado com o aumento da demanda na Europa.


Segundo a estatal, os reajustes "refletem parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio, dado o fortalecimento do dólar em âmbito global".


Em comunicados sobre os reajustes, a companhia defende que a variação dos preços é importante "para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras".


Na semana passada, a estatal subiu o preço do diesel em 8,9%, no primeiro reajuste depois de 85 dias.


Por Nicola Pamplona/Folhapress / Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

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