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sábado, 16 de setembro de 2023

Sobe o número de empregados, mas cai o número de carteiras assinadas

Após dois anos de pandemia, em meio a desafios econômicos e recordes na taxa de desemprego, o número de pessoas empregadas no Brasil teve um aumento de 4,9% em 2022, em comparação ao ano de 2019. No último ano, a população ativa no mercado de trabalho alcançou 99,6 milhões, em contraste com os 95 milhões registrados em 2019.



O valor representa 57,5% do nível da ocupação, superando a representação de 56,4% observada em 2019. No entanto, o crescimento na taxa de ocupação ainda não conseguiu superar o pico da série histórica, de 58,3% em 2013.


 

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (15/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa leva em consideração a população acima de 14 anos em exercício na semana de referência ao levantamento. 

 


Carteira assinada recua e empregados por conta própria sobe



Apesar dos indicativos econômicos apontarem um crescimento no mercado de trabalho, o número de pessoas empregadas no setor privado sem carteira assinada, neste mesmo período, teve um leve aumento, passando de 13% (2019) para 13,6% (2022), sendo a maior taxa de toda a série histórica. 


No período analisado, o número de pessoas empregadas com carteira assinada no setor privado alcançou a marca de 36,3%, em comparação aos 36,6% registrados em 2019. Conforme o IBGE, o percentual teve expansão de 2012 (39,2%) a 2014 (40,2%). No entanto, a partir de 2015, este segmento passou a registrar queda.


Durante este intervalo de tempo também observamos o aumento do número de trabalhadores por conta própria, chegando a 25,9% em 2022, em comparação aos 25,4% de 2019, marcando assim o maior percentual já registrado neste segmento.



De acordo com o instituto, esse índice reflete uma tendência de crescimento já observada nos anos anteriores e representa um aumento de 7,1%, o que equivale a 25,8 milhões de pessoas (um acréscimo de 1,7 milhão de pessoas).



Os empregados no setor público mantiveram sua participação em torno de 12%, equivalente a 12 milhões de trabalho. Por outro lado, o número de trabalhadores domésticos continuou a diminuir, representando 6% dos ocupados em 2022. Em 2019, o grupo representava 6,4%. 



Em relação aos empregadores, houve a interrupção do movimento expansivo, observado até 2018 (4,8%), passando para 4,5% em 2019 e 4,4% em 2022. O percentual mais baixo de participação na ocupação é o do trabalhador familiar auxiliar, que atingiu 1,7%. Esse grupo vem reduzindo seu tamanho desde o início da série em 2012.



Recuperando os impactos da pandemia



Segundo o instituto, o ano de 2022 foi caracterizado pela recuperação dos impactos econômicos provocados pela pandemia do coronavírus, chegando a superar, em alguns casos, registros do período pré-pandemia. Conforme o balanço, as principais atividades impactadas foram os serviços presenciais, tais como 'Alojamento e alimentação, Serviços domésticos e Outros serviços', em razão de sua dinâmica de funcionamento. Confira a matéria completa, clique AQUI!

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