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sexta-feira, 16 de abril de 2021

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.147 em 2022, sem aumento real

O salário mínimo em 2022 será de R$ 1.147 e não terá aumento acima da inflação, anunciou o Ministério da Economia. O reajuste consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2022, enviado hoje (15) ao Congresso Nacional.

O reajuste segue a projeção de 4,3% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para este ano. A estimativa também consta do PLDO.


Até 2019, o salário mínimo era reajustado segundo uma fórmula que previa o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) de dois anos antes mais a inflação oficial do ano anterior. Desde o ano passado, o reajuste passou a seguir apenas a reposição do INPC, por causa da Constituição, que determina a manutenção do poder de compra do salário mínimo.


Segundo o Ministério da Economia, cada aumento de R$ 1 no salário mínimo tem impacto de aproximadamente R$ 315 milhões no orçamento. Isso porque os benefícios da Previdência Social, o abono salarial, o seguro-desemprego, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e diversos gastos são atrelados à variação do mínimo.


O valor do salário mínimo para o próximo ano ainda pode ser alterado, dependendo do valor efetivo do INPC neste ano. Pela legislação, o presidente da República é obrigado a publicar uma medida provisória até o último dia do ano com o valor do piso para o ano seguinte.


Em 2021, o salário mínimo está em R$ 1.100. Como o INPC do ano passado encerrou 2020 em 5,45%, puxado pela inflação dos alimentos, o valor do mínimo deveria ser R$ 1.102, mas o governo até hoje não incorporou a diferença de R$ 2 ao salário mínimo. Caso não faça isso antes do fim do ano, o resíduo será incorporado ao salário mínimo em 2022.


Da Agência Brasil / (Reprodução/Pixabay)


quinta-feira, 15 de abril de 2021

Emoção: missa e homenagem lembram 1 ano de falecimento de ‘Seu Belo do Diogo’

Seguindo os protocolos sanitários por causa da pandemia do coronavírus, dezenas de amigos e familiares compareceram na manhã desta quarta-feira (14), na Capela Nossa Senhora de Fátima do Diogo, em Casinhas, para celebrar a missa de um ano de falecimento do  do patriarca da tradicional família Gomes da comunidade do Diogo, e fundador da empresa, Raimundo Gomes de Lima, mais conhecido como "Seu Belo". Ele morreu aos 84 anos, em sua residência, no Diogo, localizada na divisa entre os municípios de Surubim e Casinhas. 


No final da celebração, a filha dele, Maria José, apresentou um lindo histórico sobre a vida do empresário, emocionando os presentes. Em seguida, foi inaugurado no estabelecimento comercial, painel fotográfico na Panificadora Gomes. A missa foi transmitida ao vivo pelo perfil no Instagram da Panificadora Gomes, para conferir, clique no link: https://www.instagram.com/p/CNpWcdRFmsF/













Voltado para arranjos produtivos, programa Força Local lança novo edital

O governo do estado realizou nesta quinta-feira (15) o quarto chamamento público do Programa de Fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais em Pernambuco, o Força Local. Agora, serão selecionados até 38 projetos que receberam R$ 5 milhões. A iniciativa é uma das principais apostas da gestão para incentivar Arranjos Produtivos Locais (APLs) e outros segmentos econômicos de relevância para o estado.


De acordo com o edital, que ficará disponível na sexta-feira (16) no site da AD Diper, as propostas poderão ser enviadas até o dia 17 de maio. A divulgação provisória dos contemplados deverá ser anunciada em 1º de junho. Poderão participar entidades sem fins lucrativos e associações, além de organizações sociais, que deverão investir os recursos na capacitação das equipes, compra de equipamentos, reforma de espaços e desenvolvimento de negócios.


Entre as cadeias produtivas beneficiadas estão as da agricultura, apicultura, bovinocultura do leite, caprinovinocultura, confecções e moda, piscicultura, avicultura, horticultura e cafeicultura. Nessa nova etapa, o setor moveleiro será incluído entre os prioritários. 

 

Nas edições anteriores, o programa já beneficiou cerca de 5 mil pessoas, que participam de 58 projetos, distribuídos em 70 municípios pernambucanos. Com o maior aporte de recursos no novo edital, a expectativa é de que o governo ultrapasse a meta estabelecida anteriormente, que previa o investimento de R$ 20 milhões até 2022.


O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, comemorou o lançamento da nova rodada do programa. “Podemos consolidar uma política que busca interiorizar o desenvolvimento e dá condições dos arranjos produtivos estarem cada vez mais presentes em todas as regiões do estado. São setores que podem e têm a condição de empregar muita gente”. 


Do Diario de PE / (Teresa Maia/Arquivo DP)

Surubim oferece curso gratuito para fabricação de Bolo de Noiva

A Prefeitura de Surubim, anunciou a abertura de inscrições gratuitas para o Curso de Bolo de Noiva. As inscrições começaram nesta quinta-feira (15) e segue até próxima terça-feira (20), das 08h às 13h, no Banco de Alimentos. 


Além da qualificação profissional, o curso tem por objetivo a geração de trabalho e renda. Os interessados deverão apresentar os documentos pessoais (RG, CPF, NIS) e comprovante de residência. As vagas são limitadas. Mais informações podem ser obtidas através dos fones: (81) 9 9396-3490 / 9 9317-9666.


Pagamento do auxílio emergencial injeta menos recursos para o comércio varejista em 2021

Em Pernambuco, o aumento da inadimplência contribui para que a população priorize o pagamento das dívidas com os recursos


Ao contrário do cenário visto no ano passado, o novo auxílio emergencial não vai acarretar tanto impacto para o setor do comércio brasileiro, devido a diminuição do valor do benefício pago e do alto comprometimento da renda familiar da população. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o impacto no comércio será oito vezes menor do que em 2020.


Com o auxílio, a população deve injetar nos caixas do comércio varejista R$12,75 bilhões, equivalente a 31,2% do dinheiro que for sacado. Já em 2020, o valor destinado ao consumo no varejo foi de R$103,8 bilhões, 35,4% dos recursos do benefício.


No ano passado, foram destinados R$16,2 bilhões do auxílio emergencial para Pernambuco e, consequentemente, o comércio recebeu mais recursos da população. “No ano passado foram injetados R$16,2 bilhões de reais em Pernambuco através do auxílio emergencial, tornando o estado o quinto que mais recebeu dinheiro. Recife passado recebeu 2,4 bilhões de reais, segundo foi Jaboatão R$1,1 bilhão e terceiro Olinda com R$688 milhões. O ano passado, 35% dos recursos do pessoal foi para o comércio, um pouco menos de 1/3 terço para pagar dívida e o outro 1/3 pouparam”, explica o presidente do sistema Fecomércio/ Sesc/ Senac-PE, Bernardo Peixoto.


“Para este ano, a estimativa é que o auxílio emergencial injete em Pernambuco R$2,4 bilhões e que 31,5% vá para o comércio, principalmente no interior, com produtos de alimentação. As pessoas que tiverem um poder aquisitivo um pouco melhor é que vão poder pegar uma parte para pagar dívidas e guardar para o mês seguinte. Além de vir menos dinheiro para o estado, o percentual de conta é menor. A inadimplência em Pernambuco de 28,7% também contribui para a diminuição do dinheiro no comércio, porque boa parte da população vai pagar essa dívida”, ressalta o presidente.


A nível nacional, o problema com as dívidas também está presente. Segundo a CNC, a estimativa é de que 30,3% da renda das famílias brasileiras esteja comprometida. Com isso, os recursos do auxílio emergencial são destinados para o pagamento das dívidas.


Da Folha de PE / Foto: Agência Brasil


Surubim recebe o programa 'Seu Município Mais Inovador' desenvolvido pelo Sebrae

Com o objetivo de incentivar práticas inovadoras nos mais diversos setores e no desenvolvimento de pequenos negócios, a Prefeitura de Surubim recebeu hoje (14), a consultora do Sebrae, Valdistela Caú. 

O encontro faz parte do programa “Seu Município Mais Inovador”, desenvolvido pelo Sebrae em parceria com as prefeituras.


O projeto visa promover o mapeamento de ações que colaborem com o município, no sentido de identificar melhores práticas empreendedoras de acordo com a realidade da localidade, abrangendo também projetos ligados a desenvolvimento econômico, Sala do Empreendedor, Educação, Assistência e Agricultura.


“É preciso ter um olhar para o futuro, investindo sempre na qualificação profissional da nossa gente”, afirma a prefeita Ana.


Da ASCOM Surubim

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Santa Cruz do Capibaribe vive expectativa pela retomada do movimento de compradores

Com o relaxamento das medidas restritivas em algumas cidades do Brasil, o Polo de Confecções de Pernambuco vive a expectativa pela retomada do movimento de compradores. Funcionando nas segundas e terças-feiras, das 5h às 15h, o Moda Center Santa Cruz e o Calçadão Miguel Arraes de Alencar, localizados no Agreste do estado, deverão receber mais de 50 guias e excursões vindos de diversos estados do país na próxima terça (20).


A maioria dos compradores deveram vir da Bahia, Maranhão, Pará e Piauí, estados que mais destinam compradores ao município Santa Cruz do Capibaribe. A presidente da Associação dos Guias de Turismo Comercial do Norte e Nordeste (AGETURCO), Shill Sousa, comenta a importância que os vendedores estejam preparados para o movimento dos próximos dias. “Devido ao lockdown que acontece em várias regiões, não conseguiremos chegar na segunda-feira, dia que tradicionalmente registra a maior movimentação dos dois dias de feira. Então, no dia 20, terça-feira, estaremos no Moda Center e peço aos comerciantes que abram seus boxes e lojas”.


Os centros estão seguindo protocolos determinados pelo governo de Pernambuco e pela gestão municipal, que estabeleceram o uso obrigatório de máscara de proteção, higienização frequente das mãos e distanciamento social nos locais.


Síndico do Moda Center, José Gomes Filho informou que os locais estão prontos para receber o público. “Estamos com toda a nossa estrutura preparada para atender a esses clientes que tanto contribuem para nossa economia. Vivenciamos um momento ímpar e precisamos mostrar nossa força”.


Do Diario de PE /  (Bruna Cruz/Divulgação)


Mais de 620 mil micro e pequenas empresas foram abertas em 2020

Dados do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostram que, em 2020, foram abertas 626.883 micro e pequenas empresas em todo o país. Desse total, 535.126 eram microempresas (85%) e 91.757 (15%) eram empresas de pequeno porte.


Os setores onde as microempresas abriram maior número de unidades em 2020 foram serviços combinados de escritório e apoio administrativo (20.398 empresas), comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (16.786) e restaurantes e similares (13.124). Já os setores onde as pequenas empresas abriram mais estabelecimentos foram serviços combinados de escritório e apoio administrativo (3.108), construção de edifícios (2.617) e comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (2.469). De acordo com o Sebrae Nacional, o resultado evidencia a força do empreendedorismo no Brasil.


Com base em dados do governo federal, apurou-se que, no ano passado, o país criou 3,4 milhões de novas empresas, alta de 6% em comparação a 2019, apesar da pandemia de Covid-19. Ao final de 2020, o saldo positivo no país foi de 2,3 milhões de empresas abertas, com destaque para microempreendedores individuais (MEI).


De acordo com o Ministério da Economia, o registro de 2,6 milhões de MEI em 2020 representou expansão de 8,4% em relação ao ano anterior, levando essa categoria de empreendedores ao total de 11,2 milhões de negócios ativos no país. O MEI representa hoje 56,7% das empresas em atividade no Brasil e 79,3% das empresas abertas no ano passado.


Importância

Números divulgados pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Estado do Rio de Janeiro (Sebrae RJ) confirmam a importância do empreendedorismo para garantir a sobrevivência das empresas e a renda dos micro e pequenos empresários.


Ao mesmo tempo em que a crise provocada pela pandemia de Covid-19 causou o fechamento de 90,2 mil pequenos negócios no estado, foram abertos mais de 307,8 mil pequenos negócios, com destaque para o setor de serviços, com quase 160 mil novas empresas.


“Foi um dado que espantou bastante a gente”, comentou, em entrevista à Agência Brasil, o analista do Sebrae RJ, Felipe Antunes. “A pandemia causou impacto em todos os setores. Toda a economia sofreu. No nosso entendimento, porém, as pessoas precisam gerar renda, muitas foram demitidas e procuraram o empreendedorismo, abrindo empresas para ter geração de renda”.


Nesse processo, Antunes ressaltou que o microempreendedor individual (MEI) teve grande destaque. “Oitenta e oito por cento das empresas que abriram foram por meio desse regime do MEI, que oferece facilidade para a pessoa abrir um negócio. Por isso, há um percentual muito alto de MEI entre as empresas abertas”.


Receita

O levantamento do Sebrae Rio, elaborado com base nos dados da Receita Federal, revela que salão de beleza (cabeleireiro, manicure e pedicure) e fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar foram as principais atividades escolhidas pelos microempreendedores individuais. Para o analista, o MEI “foi uma válvula de escape” no cenário trazido pela pandemia. “O empresário, por necessidade, precisou continuar no mercado e viu o empreendedorismo como opção de gerar renda”, acrescentou.


Do total de novas empresas que surgiram no estado do Rio de Janeiro em 2020, o setor de serviços foi responsável pela abertura de 159,9 mil empresas, seguido pelo comércio (72,5 mil), a indústria (52,7 mil), economia criativa (10,5 mil), o turismo (9,9 mil) e a agropecuária (2,1 mil). Por atividade, o desempenho dos pequenos negócios foi liderado por serviço de escritório e apoio administrativo, comércio varejista de roupas, serviço médico-ambulatorial e restaurantes.


Fechamento

Durante o ano de 2020, o setor de serviços foi o que mais fechou empresas no estado do Rio (39,1 mil), seguido pelo comércio (28,8 mil), a indústria (14 mil), economia criativa (4,1 mil), o turismo (3,5 mil) e a agropecuária (470). “O setor de serviços precisa muito da presença de pessoas e a pandemia, ao interromper a circulação, prejudicou muito o setor de serviços, mas o setor de comércio também teve impacto”, comentou Felipe Antunes.


As atividades voltadas para o comércio varejista de roupas e restaurantes foram as que sofreram maior impacto por causa da pandemia. Das microempresas que fecharam, 42% eram do setor de comércio, mostra a pesquisa.


Por: Agência Brasil / Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro / Divulgação

Impacto da pandemia é maior para trabalhadores jovens, diz Ipea

Os trabalhadores com idade entre 18 e 24 anos foram os mais prejudicados pela pandemia de Covid-29. A taxa de desocupação subiu de 23,8% no quarto trimestre de 2019 para 29,8% no mesmo período de 2020, o que corresponde a quase 4,1 milhões de jovens à procura de emprego.


No recorte por escolaridade, o desemprego foi maior para os trabalhadores com ensino médio incompleto: alta de 18,5% para 23,7%, na mesma base de comparação. Em contrapartida, a ocupação dos que têm ensino superior continuou crescendo e houve alta de 4,7%, na comparação entre os números de trabalhadores nesta condição, nos respectivos trimestres de 2019 e 2020.


Os dados constam da Carta de Conjuntura divulgada hoje (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).


De acordo com a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), embora a ocupação tenha voltado a crescer após ter atingido, em julho do ano passado, o menor valor da série (80,3 milhões), em janeiro deste ano, havia 86,1 milhões de trabalhadores ocupados no país, bem abaixo do observado antes da pandemia (94 milhões em janeiro de 2020).


Para a economista Maria Andréia Lameiras, autora do estudo, a crise sanitária potencializou as diferenças existentes no mercado de trabalho. “À medida que os dados das PNADs contínuas foram disponibilizados, o cenário de forte deterioração, que conjuga desemprego elevado e aumento da subocupação e do desalento, foi se tornando cada vez mais evidente, principalmente nos segmentos mais vulneráveis, os jovens e os menos escolarizados, cuja probabilidade de transitar da desocupação e da inatividade para a ocupação, que já era baixa, se tornou ainda menor”.


Recortes analisados

O documento da Carta de Conjuntura do Ipea mostra que, no quarto trimestre de 2020, a taxa de desemprego para o sexo feminino (16,4%) foi superior à do sexo masculino (11,9%). No recorte regional, ainda no último trimestre do ano, as regiões Nordeste e Sudeste tiverem maior incremento na taxa de desemprego: de 13,6% para 17,2% e 11,4% para 14,8%, respectivamente.


Na análise do emprego setorial, o segmento de serviços foi o maior prejudicado, com queda de 28% da ocupação no quarto trimestre de 2020, fortemente impactado pela paralisação do setor em razão do distanciamento social imposto pela pandemia.


A perspectiva para 2021 é de que, apesar da expectativa de aceleração da atividade econômica, as vagas geradas não devem ser suficientes para suprir o desemprego. Segundo o Ipea, a taxa de desocupação deve continuar elevada.


A análise tem como base o cruzamento de diversos dados da Pnad Contínua e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia.


Da Agência Brasil / Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

terça-feira, 13 de abril de 2021

Após dois meses de retração, vendas no varejo voltam a crescer em Pernambuco

Após dois meses de queda, as vendas no varejo em Pernambuco aumentaram em 3,2% em fevereiro deste ano. A alta registrada pela Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a maior para o mês desde 2010. No acumulado do primeiro bimestre, o crescimento no estado foi de 1,7%, em comparação com os dados do mesmo período do ano anterior. O índice superou a média nacional, que cresceu 0,6% em fevereiro deste ano. 


A PMC também reúne os dados do comércio varejista ampliado, que agrega as atividades "veículos, motocicletas, partes e peças" e "material de construção". Em Pernambuco, a alta foi de 7,7% em fevereiro, superior à média nacional, 4,1%. Em comparação com fevereiro de 2020, o aumento no desempenho do estado foi de 9,5%, enquanto o Brasil registrou uma retração de -1,9%. 


A gerente de planejamento e gestão do IBGE em Pernambuco, Fernanda Estelita, aponta que o crescimento significativo de alguns setores foi responsável pela alta do índice. "Uma boa parte das atividades continuam em queda, mas as altas registradas foram muito significativas. Isso possibilita que o agregado do setor seja positivo", avalia. 


Das 13 atividades varejistas pesquisadas pela PMC, a que registrou maior crescimento entre fevereiro de 2020 e o mesmo período deste ano foi a de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, com alta de 36,3%. Outras quatro atividades também aumentaram o desempenho: veículos, motocicletas, partes e peças (29,6%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (25,5%), material de construção (12,8%) e livros, jornais, revistas e papelaria (5,6%).


O setor do varejo que teve a maior queda em comparação com fevereiro de 2020 foi o de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com retração de -42,3%, seguido pelos móveis, -10,8%.


Do Diario de PE / (Elza Fiúza/Agência Brasil)

Comércio varejista cresce 0,6% em fevereiro, diz IBGE

O volume de vendas do comércio varejista cresceu 0,6% na passagem de janeiro para fevereiro. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta veio depois da queda de 0,2% na passagem de dezembro para janeiro.

 

O varejo também apresentou alta no acumulado de 12 meses (0,4%), mas teve quedas de 2% na média móvel trimestral, de 3,8% na comparação com fevereiro do ano passado e de 2,1% no acumulado do ano.

 

Na passagem de janeiro para fevereiro, o volume de vendas cresceu em quatro das oito atividades pesquisadas pelo IBGE: livros, jornais, revistas e papelaria (15,4%), móveis e eletrodomésticos (9,3%), tecidos, vestuário e calçados (7,8%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%).

 

Por outro lado, houve quedas nos setores de outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,5%), combustíveis e lubrificantes (-0,4%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-0,4%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,2%).


O varejo ampliado, que também mede o comportamento dos setores de materiais de construção e de veículos e peças, cresceu 4,1% em fevereiro na comparação com janeiro. Os veículos, motos, peças e partes avançaram 8,8%, enquanto os materiais tiveram alta de 2% no período.

 

Nos demais tipos de comparação, no entanto, o varejo ampliado teve quedas: média móvel trimestral (-0,5%), comparação com fevereiro de 2020 (-1,9%), acumulado do ano (-2,5%) e acumulado de 12 meses (-2,3%).

 

A receita nominal do varejo cresceu 1,5% na comparação com janeiro deste ano, 6% na comparação com fevereiro do ano passado, 7,4% no acumulado do ano e 6,1% no acumulado de 12 meses. Já a receita do varejo ampliado subiu 4,4% em relação a janeiro, 8,6% na comparação com fevereiro de 2020, 7,7% no acumulado do ano e 3,5% no acumulado de 12 meses.


Da Agência Brasil / Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Porto de Suape ganha aval para receber maiores porta-contêineres da América Latina

O Porto de Suape foi autorizado pela Capitania dos Portos de Pernambuco (CPPE) a receber navios porta-contêineres da classe New Panamax. Com a maior dimensão da América Latina, as embarcações medem 366 metros de comprimento, largura de 52 metros e possuem capacidade para cerca de 14 mil TEUs, medida equivalente a um contêiner de 20 pés. 


O secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Geraldo Julio, considera que a autorização ajudará o estado a atrair novos investimentos. “Suape é a principal porta de entrada e saída de navegações de cabotagem e de longo curso para o Nordeste e merecia mais essa autorização para se equiparar a outros grandes portos mundiais. A nova condição fortalece a missão estratégica de Suape de ser um hub logístico para região, assim como a de fomentar a vocação de entreposto do nosso porto. Além disso, abrindo possibilidade para atender o Estado com mais produtos de escala global, a gente ganha mais um item de grande valor para a lista de atrativos de Pernambuco na hora de atrair novos investimentos”.


Agora, o porto pernambucano se iguala aos portos de classe mundial que têm infraestrutura para receber o porta-contêineres, capaz de cruzar o Canal do Panamá por meio das novas eclusas. A permissão favorece a atração de novas rotas de navegação para o país, atendendo importadores e exportadores da região Nordeste, onde Suape é o porto líder em movimentação de contêineres.


Uma portaria publicada pela administração portuária no Diário Oficial do Estado estabeleceu os parâmetros operacionais e de manobra de navios. Agora, Suape poderá receber embarcações com comprimento total (LOA) entre 337 até 366,99 metros, e largura máxima entre 48 e 52,99 metros. 


“Estarmos aptos a receber esses megaconteineiros é condição indispensável para que Suape exerça a vocação de porto concentrador de cargas de alto valor agregado na América do Sul. Passamos a ter a possibilidade de incremento na movimentação de contêineres, inclusive no transbordo, já que elevamos nossa capacidade para recebimento de navios de 14 mil TEUs”, informou Roberto Gusmão, presidente de Suape. 


Em 2020, Suape se destacou como líder na movimentação de contêineres no Norte/Nordeste, batendo o recorde de 483.919 TEUs, número que representou um crescimento de 1,6% em relação ao ano anterior. As  cargas conteinerizadas passaram de 5,3 milhões para 5,5 milhões, uma alta de 3,6%. Um acordo assinado entre o Tecon Suape (terminal de contêineres) e a Agência Argentina de Investimento e Comércio Internacional deverá aumentar o fluxo de mercadorias, já que o estado  passará a absorver diretamente toda a carga argentina com destino à região Nordeste, tendo Suape como porta oficial no comércio bilateral. 



Do Diario de PE / Foto: 
(Rafael Medeiros/Divulgação)

Surubim inicia 1ª fase da vacinação contra a gripe nesta terça-feira

A Prefeitura de Surubim, através da Secretaria Municipal de Saúde, inicia nesta terça-feira (13) a primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A etapa prioriza crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas (que tiveram parto dentro de 45 dias). O horário de vacinação nas Unidades de Saúde é de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, importante não deixar de levar o cartão de vacina.


A vacina não previne contra a Covid-19, mas facilita a identificação de casos ao imunizar a população contra contra Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B e, com isso, contribui para não gerar sobrecarga na rede hospitalar.


Como a imunização contra a Covid-19 também está em andamento, o Ministério da Saúde não recomenda a aplicação dos dois imunizantes ao mesmo tempo, mas sim que as pessoas aptas a receber as duas vacinas tomem primeiro a contra o coronavírus e depois a da gripe, respeitando um intervalo de 14 dias entre as doses.


Pedidos de falência aumentam mais de 50% em março, comparado a 2020

Levantamento divulgado pela Serasa Experian aponta o registro, em março de 2021, de 95 pedidos de falência. Trata-se de um aumento de 58,3%, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Entre fevereiro e março deste ano, houve um avanço de 13,1%. No ranking por setor, o ramo de serviços fica em primeiro lugar, seguido por comércio e indústria.


“Muitos negócios não conseguiram se manter neste período de distanciamento social e acabaram recorrendo ao pedido de falências para quitar as dívidas com os credores. O grande volume em serviços é um reflexo do fechamento de restaurantes, cinemas, teatros e outras atividades por conta da pandemia”, observa o economista da Serasa Experian Luiz Rabi.


Cadeia negativa

Riezo Almeida, coordenador de graduação em economia, gestão pública e financeira do Instituto de Ensino Superior de Brasília, explica os motivos que envolvem esses pedidos. “Falência é a insolvência do empresário; se dá quando os ativos da empresa não são mais suficientes para a quitação das suas dívidas. O aumento dos pedidos de falência está intimamente atrelado à queda da produção local e nacional (PIB). Se não há demanda, não existe oferta", descreve.


O especialista detalha a espiral de problemas que atinge o setor produtivo. "Além dos impactos causados devido ao agravamento da pandemia, o fechamento das empresas reflete nos problemas de renda nas famílias (pois deixam de receber os direitos trabalhistas). Isto é, torna-se uma cadeia negativa no fluxo de renda da economia. A crise afeta mais intensamente as empresas pequenas, que não têm muito capital de giro”, afirma.


Do total de 95 petições de falência apresentadas em março, 46 são microempresas; 27, médias; e 22, grandes. Já os pedidos de recuperação judicial tiveram queda, a taxa anual diminuiu 4,9%. Entre os meses de fevereiro e março, a taxa recuou 13,3%.


Por: Pedro Ícaro - Correio Braziliense / Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

segunda-feira, 12 de abril de 2021

1 ano de falecimento | Panificadora Gomes divulga ações e homenagens à ‘Seu Belo do Diogo’

Vai ser celebrada nesta quarta-feira (14), missa do primeiro ano de falecimento do patriarca da tradicional família Gomes da comunidade do Diogo, e fundador da empresa, Raimundo Gomes de Lima, mais conhecido como "Seu Belo". Ele morreu aos 84 anos, em sua residência, no Diogo, localizada na divisa entre os municípios de Surubim e Casinhas. Em nota divulgada agora há pouco, o filho mais novo de Seu Belo, o também empresário e ex-candidato a prefeito de Casinhas, Ricardo de Belo, divulgou as ações e homenagens que serão prestadas, confira a Nota na íntegra:


"Comunicado: Missa; Fechamento do Estabelecimento no dia 14 de abril e Inauguração de Painel de Fotos do Histórico da Panificadora Gomes marcam 1 ano do falecimento de Seu Belo do Diogo

Nesta quarta-feira (14), completa 1 ano do falecimento do proprietário fundador da Panificadora Gomes, Raimundo Gomes de Lima, mais conhecido como "Seu Belo". Em memória deste homem cuja trajetória e integridade, deixou um legado de serviços sociais prestados à sociedade, em especial de Surubim e Casinhas, viemos comunicar que:

 

* Através de reunião e consenso da Família Gomes, a partir do corrente ano, no dia 14 de abril não teremos expediente (como forma de homenagear nosso Fundador);


* Uma missa será celebrada às 08h na Capela Nossa Senhora de Fátima do Diogo seguindo os protocolos sanitários (será transmitida pelo perfil no Instagram: @pangomes_belo);


* Inauguração de Painel de Fotos do Histórico da Panificadora no atual empreendimento


Na oportunidade, aproveitamos para agradecer à todos que puderem comparecer, além de informar que retornamos na quinta-feira (15) com expediente normal à partir de 06h."

Bom Jardim, Santa Maria do Cambucá e outras cidades de PE recebem refrigeradores para armazenar vacinas da Covid-19

Até o final desta semana, municípios da Zona da Mata Sul e do Agreste de Pernambuco vão começar a receber novos refrigeradores científicos para o armazenamento de vacinas contra a covid-19. A doação será realizada pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), que até o fim de abril terá concluído a entrega de 138 equipamentos a 119 cidades da sua área de concessão. Os contemplados nesta fase serão Amaraji, Araripina, Bom Jardim, Barreiros, Buenos Aires, Bonito, Lagoa dos Gatos, Cupira, Ipubi, Itaíba, Jupi, Jurema, Passira, Poção, Sairé, Santa Maria do Cambucá, São Vicente Férrer, Tamandaré, Tracunhaém e Trindade. A escolha dos municípios levou em consideração os menores Índices de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). A doação parte do Programa de Eficiência Energética (PEE) regulado pela Agência Nacional de Eficiência Energética (Aneel).


Os refrigeradores científicos têm temperatura programável e constante entre 2ºC e 8ºC, os equipamentos possuem sensores e de um sistema de alarme remoto a distância, que realiza chamadas telefônicas se houver uma queda de temperatura ou a bateria estiver em um nível baixo. As câmaras de conservação que serão doados pela Celpe são de fabricação nacional e têm capacidade de 280 litros, suficientes para armazenar cerca de 18 mil doses de 0,5 ml.


A doação desses equipamentos totaliza aproximadamente R$ 1,5 milhão, que se somam às outras ações já realizadas pela empresa voltadas ao combate da pandemia como a compra de testes em parceria com a Fiocruz e doação de respiradores, num montante que já alcança R$ 20 milhões nas distribuidoras da Neoenergia: Coelba (BA), Celpe (PE), Cosern (RN) e Elektro (SP/MS).


A instalação de cada refrigerador científico deve injetar no sistema elétrico uma carga de 89 kW e consumo anual de 781 MWh, que será compensado com o recolhimento, em cada município, de dois equipamentos de refrigeração antigos e doação de lâmpadas eficientes para postos de saúde, hospitais e para consumidores residenciais baixa renda.


OUTRAS ENTREGAS


Esta não será a primeira entrega de refrigeradores para o armazenamento da vacina feita pela Celpe. A concessionária já fez a doação para outras 75 cidades, sendo elas: Afrânio, Agrestina, Águas Belas, Alagoinha, Aliança, Altinho, Angelim, Araçoiaba, Belém de Maria, Betânia, Bezerros, Bodocó, Bom Conselho, Brejinho, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Cachoeirinha, Caetés, Calumbi, Camocim de São Félix, Camutanga, Canhotinho, Capoeiras, Carnaíba, Catende, Chã de Alegria, Chã Grande, Cortês, Cumaru, Custódia, Dormentes, Flores, Frei Miguelinho, Glória do Goitá, Granito, Iati, Ibirajuba, Iguaracy, Ingazeira, Itambé, Itapetim, Itaquitinga, Jaqueira, Jataúba, João Alfredo, Jucati, Lagoa do Carro, Lagoa de Itaenga, Lagoa do Ouro, Lagoa Grande, Manari, Mirandiba, Orobó, Panelas, Parnamirim, Pesqueira, Pombos, Quipapá, Quixabá, Riacho das Almas, Saloá, Santa Terezinha, São Benedito do Sul, São Bento do Una, São Caetano, São João, São Joaquim do Monte, São José da Coroa Grande, Solidão, Tabira, Terezinha, Terra Nova, Vertente do Lério, Vertentes e Xexeu.


Da ASCOM

Grandes bancos perderam monopólio dos meios de pagamentos, diz presidente do BC

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou que os grandes bancos perderam monopólio com a digitalização do sistema financeiro, especialmente no mercado de pagamentos.


O titular do BC participou, nesta segunda-feira (12), de reunião virtual de bancos centrais ibero-americanos, promovida pelo Banco de Espanha.


Segundo ele, cinco pilares sustentavam a hegemonia dos bancos tradicionais: capilaridade, com grande quantidade de agências, plataformas fechadas, concentração de meios de pagamentos, capacidade de alavancagem -expressão usada para definir o quanto o banco consegue emprestar com os recursos disponíveis- e monopólio de dados.


"A concentração de meio de pagamentos foi a área que teve mais inovação [na pandemia de Covid], então os bancos grandes, tradicionais, perderam monopólio nisso", disse.


Segundo Campos Neto, a digitalização também permitiu maior capilaridade às instituições menores e abriu as plataformas, permitindo que o cliente adquira produtos financeiros fora do banco com o qual tem relacionamento.


"Os cinco pilares já não existem mais. Os bancos maiores ainda têm capacidade de balanço [alavancar], mas as fintechs avançaram muito nisso. Então sobrou o monopólio de dados como barreira de entrada", destacou.


Ele ressaltou que o open banking, ou sistema financeiro aberto, dará ao consumidor mais poder sobre seus dados.


O novo sistema, que começou a ser implementado no início deste ano, abrirá caminho para que o consumidor possa compartilhar seus dados e escolher produtos financeiros mais vantajosos em uma única plataforma.


Além disso, Campos Neto ressaltou que o novo sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, teve maior adesão que o esperado em seis meses de funcionamento.


"Já são mais de 170 milhões de chaves Pix e 75% dos brasileiros já utilizaram o sistema. Esperávamos alcançar em seis meses a um ano os números que alcançamos em três dias [de funcionamento]", disse.


"Não é uma competição entre bancos e fintechs, acho que é mais que isso. É uma integração entre sistema financeiro e mídias sociais", disse.


O presidente da autoridade monetária afirmou ainda que o país caminha para o lançamento de uma moeda digital, que os estudos na área avançaram bastante e que "teremos notícias em breve".


Campos Neto falou ainda sobre a necessidade de uma retomada econômica mais inclusiva e sustentável.


"É uma demanda da sociedade. A inclusão será feita por meio da tecnologia e lançamos uma agenda de sustentabilidade", disse.


Por Folhapress / Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil


Drive thru | Assistência Social realiza entrega de enxovais às gestantes de Surubim

Para a Prefeitura de Surubim o cuidado e a atenção com os surubinenses começam bem cedo, desde a barriga da mamãe. Hoje, a Secretaria de Assistência Social realizou uma ação de drivethru para a entrega de enxovais às beneficiárias inscritas no NIS e cadastradas no CAD Único, em diferentes comunidades do município.


A ação geralmente acontece nas unidades do CRAS, mas devido às restrições da pandemia a iniciativa foi até as mamães, levando alegria, música e um momento especial na espera de seus bebês. Assim, a  Prefeitura de Surubim cuida da nossa gente, em todas as fases da vida.



Da ASCOM Surubim


Receita adia o prazo de entrega da Declaração de Imposto de Renda

A Receita Federal adiou, para 31 de maio, o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda das Pessoas Física, ano-base 2020.


O período de ajuste anual, que começou em 1º de março, terminaria no dia 30 de abril, mas foi prorrogado pela Instrução Normativa nº 2.020/2021, publicada nesta segunda-feira (12) no Diário Oficial da União.

 

De acordo com a Receita, a prorrogação foi estabelecida como forma de suavizar as dificuldades impostas pela pandemia de Covid-19, assim como aconteceu em 2020. No ano passado, o prazo foi estendido em dois meses, até 30 de junho.

 

“A medida visa proteger a sociedade, evitando que sejam formadas aglomerações nas unidades de atendimento e demais estabelecimentos procurados pelos cidadãos para obter documentos ou ajuda profissional. Assim, a Receita Federal contribui com os esforços do governo federal na manutenção do distanciamento social e diminuição da propagação da doença”, explicou, em nota.

 

Em razão do adiamento, o contribuinte que deseja pagar o imposto via débito automático desde a primeira cota deverá fazer a solicitação até o dia 10 de maio.


Quem enviar a declaração após esta data deverá pagar a primeira cota por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), gerado pelo próprio programa de declaração. Nesse caso, as demais cotas poderão ser em débito automático.


Para aqueles que não optarem pelo débito automático, os DARFs de todas as cotas poderão ser emitidos pelo programa ou pelo Extrato da Declaração, disponível no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) no site da Receita Federal.

 

Também foram prorrogados para 31 de maio de 2021 os prazos de entrega da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País, assim como, o vencimento do pagamento do imposto relativo a essas declarações.

 

A Receita destacou ainda que disponibiliza diversos serviços aos cidadãos, que podem ser acessado sem sair de casa. Por meio do e-CAC com uma conta gov.br, o portal único do governo federal, o contribuinte tem acesso, por exemplo, aos comprovantes de rendimentos informados na Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF) pelas fontes pagadoras, à cópia da última declaração entregue e à declaração pré-preenchida.


Da Agência Brasil / Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil


domingo, 11 de abril de 2021

Prazo para contestar auxílio emergencial negado vai até o dia 12

O trabalhador que teve a nova rodada do auxílio emergencial negada tem até 12 de abril para contestar a decisão, informou o Ministério da Cidadania. Os pedidos devem ser feitos no Portal de Consultas da Dataprev, que fornece a relação de quem teve o benefício liberado em 2021.


A contestação, no entanto, não pode ser feita por qualquer beneficiário. Só pode pedir a reativação do benefício quem recebia o auxílio emergencial de R$ 600 ou a extensão de R$ 300 em dezembro do ano passado. O prazo para novos pedidos de benefícios acabou em 3 de julho do ano passado e não foi reaberto para a nova rodada.


O pedido de contestação pode ser feito após o trabalhador fazer a consulta no site da Dataprev, estatal que cadastra os dados dos beneficiários, e constatar que teve o benefício cancelado. Caso o resultado dê “inelegível”, a própria página oferecerá a opção de “contestar”, bastando o trabalhador clicar no botão correspondente.


O sistema aceitará somente pedidos considerados passíveis de contestação, que permitem a atualização das bases de dados da Dataprev, como data de nascimento errada, CPF não identificado e informações incorretas sobre vínculos empregatícios e recebimento de outros benefícios sociais e trabalhistas. O prazo de contestação começou no dia 2 e seguirá por dez dias corridos, até o próximo dia 12.


Reavaliação


O Ministério da Cidadania também esclarece que, mesmo após o recebimento da primeira parcela, o auxílio emergencial pode ser cancelado. O governo fará um pente fino constante para verificar eventuais inconsistências ou irregularidades no pagamento do benefício.


Caso o pagamento seja cancelado, o beneficiário também poderá contestar a decisão no site da Dataprev. Também é possível reverter o cancelamento por meio de decisão judicial ou de processamentos de ofício realizados pelo Ministério da Cidadania.


A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.


Da Agência Brasil / Marcelo Camargo/Agência Brasil

Governo arrecada R$ 216 milhões na concessão de cinco áreas portuárias

 Foto: Divulgação/Ministério da Infraestrutura

O governo federal leiloou hoje (9), na B3 em São Paulo, o arrendamento de cinco áreas portuárias: três delas (IQI03, IQI11, IQI12 e IQI13) no Porto de Itaqui, no Maranhão; e uma (P1), no Porto de Pelotas, no Rio Grande do Sul. No total, foram arrecadados aproximadamente R$ 216 milhões em outorgas. Também estão previstos cerca de R$ 600 milhões de investimentos, pelas empresas vencedoras, em 20 anos nos terminais. 


Com lance de R$ 61,3 milhões, a Santos Brasil Participações arrematou a área IQI03 no Porto de Itaqui (MA). O terminal tem área de 25.416 metros quadrados (m²), dedicada à movimentação de granéis líquidos, especialmente combustíveis. O contrato de arrendamento tem prazo previsto para exploração de 20 anos. No período, a companhia deverá fazer investimentos de R$ 106,5 milhões no terminal.


A área do terminal IQI11 (33.607m²) também foi arrematada pela Santos Brasil Participações, assim como a IQI12 (38.683 m²), com lances de R$ 56 milhões e R$ 40 milhões, respectivamente. Os terminais, que também operam principalmente com granéis líquidos, deverão receber investimentos da companhia da ordem de R$ 133 milhões e R$ 177 milhões, respectivamente. O tempo de contrato é de 20 anos.


Com lance de R$ 59 milhões, a Tequimar – Terminal Químico de Aratu - arrematou a área do terminal IQI13 (32.078 m²), e terá de arcar com a implantação de toda a infraestrutura do terminal para a operação de granéis líquidos, incluindo edificações, tancagem, tubulações, bem como com os equipamentos a serem utilizados na operação, com a previsão de investimentos da ordem de R$ 178,5 milhões em um período de concessão de 20 anos.


Única a apresentar proposta para a área do terminal P1 do Porto de Pelotas, a CMPC Celulose Riograndense venceu o leilão com lance de R$ 10 mil. O terminal é o único operador portuário com vocação para movimentação de toras de madeira na região. A companhia deverá fazer investimentos de R$ 16 milhões no período de concessão, de dez anos.


“São terminais extremamente importantes, que receberão 600 milhões de reais de investimento. Foi um excelente resultado para a logística brasileira. Estamos aumentando a nossa capacidade da logística de combustíveis e, detalhe, [em um sistema] multi modal. Vamos ver combustível importando chegando em Itaqui e descendo, sendo distribuído para o resto do Brasil por ferrovia”, destacou o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Freitas. 


Por: Agência Brasil

Casinhas, Surubim e Vertente do Lério deverão implementar protocolo de retorno seguro às aulas presenciais

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio de Promotorias de Justiça locais, recomendou aos prefeitos e aos secretários de Saúde e Educação de Limoeiro, Igarassu, Araçoiaba, Orobó, João Alfredo, Vertentes, Surubim, Casinhas, Vertente do Lério, Lagoa de Itaenga, Moreno e Cachoeirinha que implementem ações para garantir o retorno seguro das aulas presenciais, através da adoção e fiscalização de todos os protocolos de biossegurança contra o novo coronavírus.


Desde o dia 5 de abril, está permitida a retomada das aulas e atividades presenciais nas escolas e universidades, públicas e privadas, conforme cronograma divulgado pelo governo de Pernambuco. Assim, atento ao período de retorno das aulas, o MPPE recomendou aos gestores públicos desses 12 municípios que elaborem um plano de ação e fiscalização, devidamente normatizado, segundo o cronograma de autorização estabelecido pela Secretaria de Educação do Estado, de forma a garantir transparência e previsibilidade para a retomada gradual das atividades educacionais.


Os planos deverão ser embasados por estudos técnicos e medidas prévias de estruturação física e pedagógica das escolas. Os estudos devem também contemplar as atividades remotas, por qualquer meio, que se mantiverem necessárias durante o processo de retomada, como medida de reforço e revisão das atividades, consideradas as especificidades do território, a diversidade socioeconômica das famílias e as desigualdades de acesso de alunos e professores.


De modo a garantir a retomada do processo ensino-aprendizagem presencial em cada unidade escolar desses municípios, os espaços físicos para as aulas presenciais deverão dispor de material de higiene recomendado e garantir o distanciamento controlado de alunos e professores. Aliado a isso, também é necessário que se contemplem ações como uma avaliação diagnóstica, metodologia pedagógica adequada ao contexto dos estudantes, reforço escolar e fluxos de busca ativa para evitar abandono e evasão escolar, dentre outros aspectos relevantes assim compreendidos pelos gestores.


Por fim, as recomendações destacaram que cumprimento do ano e carga horária letiva assim como o uso de plataformas e outras tecnologias pedagógicas para a garantia plena do direito à educação de todos os alunos matriculados nas redes de ensino deverá ser levado em consideração pelos gestores. As recomendações foram publicadas no Diário Oficial Eletrônico do MPPE da quinta e sexta-feiras (8 e 9).


 Do MPPE


sexta-feira, 9 de abril de 2021

Carteira de habilitação terá validade de até 10 anos com novas regras do Código de Trânsito

A partir de segunda-feira (12), os exames médicos para a obtenção da CNH (Carteiras Nacional de Habilitação) terão validade de até 10 anos. O prazo faz parte das novas regras do Código de Trânsito, que entram em vigor na data.


O prazo máximo de validade dos exames de aptidão física e mental será aplicado a pessoas com até 50 anos. Para pessoas com idade superior, a validade será escalonada: cinco anos para condutores com idade entre 50 e 69 anos e três anos para quem tem 70 anos ou mais.


Isso significa que a renovação do documento pode seguir esses prazos –mas eles podem ser reduzidos de acordo com a avaliação do médico examinador.


Para Sergio Ejzenberg, engenheiro e mestre de transportes pela USP (Universidade de São Paulo), a alteração não é positiva. Segundo ele, até dez anos para que sejam repetidos os exames médicos é "muito tempo".


"Nesse período, a pessoa passa por exemplo a não enxergar bem, a ter necessidade de usar óculos e ninguém vai ver. A facilitação do processo tem que ser feita sem que haja risco de vida."


Na regra atual, o exame de pessoas com menos de 65 anos vale por até cinco anos. Para condutores com 65 anos ou mais, a validade é de até três anos.


Segundo nota enviada pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito), condutores que já realizaram o exame médico até o início da vigência das novas regras –mesmo que ainda esteja em processo de formação– a CNH tem a validade antiga.


Everson Vieira de Souza, advogado especialista em Direito de Trânsito, concorda que o prazo maior é "um malefício". De acordo com ele, seria necessário que as clínicas realizassem exames mais abrangentes e que os resultados ficassem disponíveis em um banco de dados para que os avaliadores tivessem acesso ao histórico de saúde do condutor.

"Quando um motorista passa por um exame de forma inadequada, isso se torna um problema de saúde pública."


Especialmente os motoristas com idade avançada, afirma Souza, deveriam passar por um monitoramento criterioso da saúde.


Haverá alteração, também, no prazo de validade do exame toxicológico, obrigatório para condutores de categorias C, D e E (veículos de carga, com mais de oito passageiros e com carregamentos de mais de seis toneladas). Motoristas com menos de 70 anos terão que realizar o procedimento a cada dois anos e meio. A partir de 70, a renovação passa a ser realizada conforme o vencimento da CNH.


Caso o exame não renove o exame até 30 dias após o vencimento do prazo, a infração passou a ser classificada como gravíssima.


Por Folhapress

Aeroporto de Araripina será requalificado para receber voos comerciais

Importante região econômica de Pernambuco, onde está localizado o Polo Gesseiro, o Sertão do Araripe vai ganhar reforço na infraestrutura modal. Ontem, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Infraestrutura, lançou o edital para selecionar a empresa que irá realizar as obras de requalificação do Aeroporto de Araripina. Com investimento previsto em R$ 2,9 milhões, a pretensão é que o equipamento se torne um terminal para voos comerciais. Essa é a primeira de duas etapas de obras no aeroporto. A segunda será um novo terminal de passageiros, com investimento previsto de R$ 2 milhões. Além disso, também está em fase final de licitação a requalificação da via PE-576, que é caminho fundamental para a região, com investimento de R$ 40 milhões. O governo pretende dar força ao desenvolvimento da área com recursos próprios que somam R$ 45 milhões.


Atualmente, o Aeroporto de Araripina só contempla uma movimentação tímida para voos particulares. Nesta primeira fase de intervenção, as obras vão abranger a requalificação da pista, a sinalização horizontal da área de movimentação das aeronaves, a implantação de cerca e placa de segurança, e a construção da faixa circular do indicador de direção do vento do aeródromo. Há 24 anos o aeroporto não recebe intervenção em sua infraestrutura.


“Hoje (ontem) foi lançado o edital para contratar a empresa que vai executar as obras. A previsão é de que as obras comecem ainda neste primeiro semestre. Queremos investir na qualificação do aeroporto para permitir buscar a aviação regional em uma região importantíssima que gera desenvolvimento”, comentou a secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista. O recebimento das propostas do edital será no dia 3 de maio, às 10h, na sede da secretaria.


Ainda este ano, o governo também pretende lançar o edital para as obras do novo terminal de passageiros. “Ainda não temos uma data para que todas as obras do aeroporto sejam concluídas, isso vai depender de cada etapa. Estamos organizando tudo para depois fazermos a comunicação com as companhias aéreas para a atração de voos comerciais”, explicou Fernandha. 


Em paralelo, a PE-576 vai ganhar reconstrução, via importante para escoamento da produção gesseira no Estado. Serão 18 quilômetros de requalificação, que vai começar na cidade de Trindade até Ipubi. “Estamos em fase avançada da licitação, selecionando a empresa que fará as obras. A expectativa é começar as obras ainda no primeiro semestre”, comentou a secretária.


Da Folha de PE / Aeroporto de Araripina - Foto: Seinfra/Divulgação

Novo auxílio não compensará perda de renda de 43% dos beneficiários

O governo federal vai pagar o novo auxílio emergencial a cerca de 40 milhões de pessoas. Segundo o Executivo, o valor médio do benefício é de R$ 250, mas quem mora sozinho vai receber R$ 150 e mulheres chefes de família terão direito a R$ 375. Levantamento do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira (Cemif) da FGV, no entanto, indica que 43% desses brasileiros vão receber a parcela mais baixa.


De acordo com o levantamento, “aproximadamente 20 milhões de pessoas que compõe uma família unipessoal receberão parcelas de R$ 150, outras 16,7 milhões que têm famílias de 2 ou mais pessoas terão direito a parcelas de R$ 250 e 9,3 milhões de mulheres que vivem em famílias nas quais são a única provedora receberão parcelas de R$ 375”. Os números coincidem com as projeções iniciais do Ministério da Cidadania. No entanto, a pasta informou que esses números estão sendo confirmados e serão divulgados posteriormente.


Se nada mudar nessa distribuição, contudo, o auxílio não terá o mesmo impacto financeiro do ano passado, na renda das famílias. “43% das pessoas vão receber R$ 150 e há evidências de que esse valor não compensa as perdas derivadas pela pandemia. É possível perceber isso em diversos cortes, seja por gênero, estado ou raça", contou o pesquisador Lauro Gonzalez, que comparou o rendimento dos brasileiros antes da pandemia com o rendimento atual, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid (Pnad Covid), para mensurar o efeito do novo auxílio emergencial.


Gonzalez contou, ainda, que o auxílio de R$ 250 consegue compensar as perdas de renda sofrida pelos brasileiros que têm direito a essa parcela, mas tem uma margem extra muito pequena, que pode ser rapidamente consumida se a pandemia de Covid-19 continuar se alastrando pelo país e afetando a renda dos brasileiros. "A depender da piora da pandemia - e é importante lembrar que estamos com números muito ruins de Covid-19 -, esse benefício também pode não ser suficiente para essa compensação", afirmou.


Cesta básica 

Especialistas já haviam alertado que os novos valores do auxílio emergencial não garantem a compra da cesta básica, que hoje custa cerca de R$ 591 em Brasília, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Por conta disso, a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan) acredita que a fome, que já atingiu 19 milhões de brasileiros no último trimestre do ano passado, pode crescer ainda mais neste ano no Brasil. E a FGV calcula que o auxílio não vai evitar uma queda da atividade econômica neste primeiro semestre do ano. A Confederação Nacional do Comércio (CNC) reitera que o benefício vai gerar um estímulo econômico menor que o do ano passado.


Segundo a CNC, apenas 31% dos R$ 44 bilhões que serão liberados pelo auxílio emergencial nos próximos quatro meses devem se reverter em consumo. São R$ 12,75 bilhões, o equivalente a 35% dos R$ 103,8 bilhões recebidos pelo comércio no ano passado em decorrência do auxílio emergencial. Economista da CNC, Fábio Bentes explicou que, como é menor desta vez, o auxílio será usado preferencialmente para o consumo essencial e para o pagamento de dívidas. “É baixa a margem para perspectivas de consumo”, afirmou.


"O auxílio reduziu a queda do PIB [Produto Interno Bruto] em 2020, mas terá um efeito menor neste ano, tanto do ponto de vista macro, quanto no rendimento das pessoas. Afinal, o programa terá R$ 44 bilhões. É 15% dos quase R$ 300 bilhões liberados no ano passado. Por isso, é importante avançar com a vacinação contra a Covid-19. Caso contrário, as políticas públicas precisarão ser mais vigorosas", concluiu Gonzalez, lembrando que a imunização deve permitir a volta das atividades econômicas.


Por Correio Braziliense / Foto: Christiano Antonucci/Secom-MT

quinta-feira, 8 de abril de 2021

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