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quinta-feira, 28 de julho de 2022

Santander e Harvard anunciam 5.000 bolsas de estudo para aprender habilidades em ambientes corporativos

O Santander e a Harvard Business Publishing lançam 5.000 Bolsas Santander Skills | Business for all para o desenvolvimento de habilidades e competências em ambientes profissionais por meio de três cursos focados em negócios, habilidades sociais em ambientes de trabalho e desenvolvimento pessoal. Os cursos são 100% online, gratuitos e contam com duração de 9 semanas. Não é necessário ter diploma universitário ou experiência profissional avançada. A formação poderá ser realizada em português, inglês e espanhol.


Os bolsistas terão acesso a ferramentas necessárias para se aprofundar no conteúdo dos cursos e ainda poderão escolher uma entre três opções disponíveis: Fundamentos de Negócios (aspectos essenciais de marketing, finanças, negociação e experiência do cliente), Preparação para o início da carreira (habilidades de trabalho em equipe, muito adaptadas aos perfis em estágios iniciais de sua carreira) e Autogerenciamento (prática de tomada de decisão, gerenciamento de tempo e influência). Além disso, o conteúdo do treinamento pode ser acessado sob demanda, ou seja, os bolsistas não precisam seguir uma ordem cronológica para terminar o curso escolhido. Eles terão acesso a treinamentos virtuais, exercícios práticos e ao final receberão um certificado de conclusão da Harvard Business Publishing.


“Esta bolsa dá acesso a uma via de mão dupla: de um lado, fornece conhecimentos técnicos para a área empresarial, do outro, foca no desenvolvimento de soft skills, essenciais para gerar projeção para toda a vida profissional. É um exemplo de apoio do Santander Universidades ao chamado lifelong learning, ou seja, proporcionar oportunidades de aprendizado contínuo e para qualquer momento da vida. Todos os bolsistas terão acesso a conteúdos atualizados e elaborados em parceria com uma das melhores universidades do mundo. Ter a Harvard Business Publishing como parceiro no programa é motivo de orgulho para nós”, afirma Nicolás Vergara, superintendente executivo do Santander Universidades”.


Santander e seu apoio a Educação Superior   


O Santander Universidades já impactou a vida de mais de 790 mil estudantes, profissionais e empreendedores por meio de programas gratuitos, muitos deles realizados em parcerias com as 1.200 universidades de 22 países que estão presentes. Ao longo de 25 anos de atuação, este sólido compromisso com a educação superior destinou mais de € 2 bilhões a iniciativas acadêmicas, que viabilizaram a oferta de mais de 790 mil bolsas de estudo. A cada ano, o Santander Universidades investe em educação mais de R$ 40 milhões e, apenas em 2021, 33 mil bolsas foram destinadas para estudantes de todo o Brasil e para 2022 a proposta é entregar mais de 35 mil bolsas de estudo. Essa atuação levou o Santander a ser reconhecido como a empresa que mais investe em educação no mundo, de acordo com o Informe Varkey / UNESCO / Fortune 500 de 2018.


Da Ascom


Reforma tributária deve ficar para 2023

Mesmo com os esforços do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e do relator da matéria, o senador Roberto Rocha (PSDB-MA), a reforma tributária não foi aprovada pelos senadores no primeiro semestre de 2022. Com a corrida eleitoral do segundo semestre, a reformulação do sistema tributário nacional pode acabar ficando para 2023.


O ano de 2022 começou com otimismo: o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Davi Alcolumbre (União-AP), prometeu que a reforma tributária teria prioridade na comissão. Foi o próprio Davi que apresentara a PEC da Reforma Tributária no Senado (PEC 110/2019).


Na abertura dos trabalhos legislativos, Pacheco também elencou a reforma como uma das prioridades de 2022. 


— Temos o compromisso de avançar nas propostas que já estão em discussão, como é o caso especial da PEC 110. Esse pleito é do setor produtivo, dos contribuintes, dos entes subnacionais. Sabemos da complexidade do tema, mas entendemos que o crescimento de nosso país depende disso, sendo uma prioridade do Congresso Nacional para 2022 — disse Pacheco.


Pouco depois, a Comissão Senado do Futuro (CSF) ouviu especialistas que defenderam a adoção imediata da cobrança eletrônica de impostos, prevista na PEC 110.


No final de fevereiro, Roberto Rocha apresentou nova versão de seu relatório. Ele já havia apresentado dois em 2019 e outro em 2021. Em meados de março, a CCJ tentou votar a PEC, mas houve adiamento por falta de acordo. O relator apresentou complementações a seu relatório após novos debates e negociações. Enquanto isso, Pacheco mantinha seus esforços em busca de consenso para a votação da proposta. Em abril, houve outro adiamento de votação na CCJ.


No final de maio, mais uma tentativa frustrada: sem consenso e sem quórum, a votação da reforma tributária foi mais uma vez adiada. No mesmo dia, Pacheco reconheceu que as negociações sobre a reforma estavam difíceis. Desapontado, Roberto Rocha chegou a cogitar deixar a relatoria da PEC da Reforma Tributária. Ele acatou 70 das 250 emendas apresentadas por senadores à proposta.


— Ao longo desses últimos três anos conseguimos construir o texto que mais avançou até hoje no que diz respeito à reforma tributária. Estamos tratando de uma reforma na base consumo, não estamos tratando da base renda, nem patrimônio. Ou seja, é a base onde está a maioria da população brasileira, sobretudo a mais pobre. Temos a questão da Zona Franca de Manaus, a questão do IPI, do ICMS. É muito difícil chegar a um consenso, chegar a um acordo e a falta de quórum da CCJ é uma prova disso. Vejo com muita dificuldade, este ano, aprovar a reforma tributária — afirmou Roberto Rocha na ocasião.


A proposta

A reforma da legislação tributária vem sendo debatida no Brasil há pelo menos duas décadas. Além da PEC 110, está em debate no Parlamento a PEC 45/2019, da Câmara. A principal convergência entre as duas propostas é a extinção de diversos tributos que incidem sobre bens e serviços. Eles seriam substituídos por um só imposto sobre valor agregado (IVA). A unificação de impostos tem algumas vantagens: simplicidade na cobrança; diminuição da incidência sobre o consumo; e uniformidade em todo o país.


A PEC 110 tem como diretriz principal a instituição de um modelo dual do Imposto de Valor Agregado (IVA). O IVA Subnacional será composto pelo Imposto de Bens e Serviços (IBS) — resultado da fusão do ICMS (imposto estadual) e do ISS (imposto municipal) — para estados e municípios. 


Na outra frente, a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) unifica tributos federais (Cofins e Cofins-Importação, PIS e Cide-Combustíveis) arrecadados pela União e formará o IVA Federal. O IBS terá uma legislação única para todo o país, exceto a alíquota, que será fixada por cada ente federativo.


A transição do IBS se dará em duas etapas: a primeira, referente aos 20 anos iniciais, terá parcela da receita do IBS distribuída de forma que os entes federativos mantenham a atual receita, com correção pela inflação. Nas décadas seguintes, a parcela da receita do IBS que repõe a receita real de cada ente será reduzida progressivamente.


Já a CBS incidirá sobre todas as operações com bens e de prestação de serviços, inclusive as importações. A aplicação da CBS será a mesma dos impostos que substitui: na seguridade social e em programas constitucionais (seguro-desemprego, abono salarial, repasses para o BNDES).


Entre os pontos que mais apresentam divergência está a preocupação de parte dos senadores com relação à compensação para seus estados e regiões e com o Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR).


Esse fundo será custeado exclusivamente com um percentual das receitas do IBS, que deve variar em função do aumento real da arrecadação, não podendo exceder 5%. Temporariamente, caso o crescimento real da receita do IBS seja muito baixo, o FDR poderá receber 5,8% do imposto.


Outra questão bastante debatida é a solicitação para tratamento tributário ajustado às particularidades das operações feitas pelas cooperativas. 


Desde a elaboração, a PEC tem entre seus princípios não elevar a carga tributária, promover melhor partilha de recursos entre os entes da Federação, preservar incentivos a micros e pequenas empresas (Simples) e aliviar o peso dos tributos para famílias mais pobres.


Além disso, o relatório de Roberto Rocha propõe a substituição do IPI pelo Imposto Seletivo (IS), que incidiria apenas sobre determinados produtos, como cigarros. As alterações buscam ainda ampliar o rol de bens e serviços com regime especial de tributação, vincular a concessão de crédito tributário ao efetivo pagamento do tributo, definir regras para a administração tributária por estados e municípios, estabelecer isenções para o IPVA e criar nova base de cálculo para o IPTU.



Da Agência Senado - Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

quarta-feira, 27 de julho de 2022

Com diminuição das chuvas, nível da Barragem de Jucazinho começa a baixar

O período chuvoso do Agreste está terminando. Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), a quadra chuvosa da região começa em abril e termina em julho. Este ano, como foi noticiado aqui no Correio do Agreste, as chuvas atrasaram. As precipitações mais intensas se iniciaram  apenas no final de maio, desde então, o nível da Barragem de Jucazinho voltou a subir.


No dia 26 daquele mês, o reservatório atingiu seu patamar mais baixo em 2022, acumulando 30.170.000 m³ ou 14,73% de sua capacidade total que é 204.820.000 m³. No dia seguinte, o nível começou a subir e se estabilizou no dia 18 de julho, permanecendo assim até o dia 21 deste mesmo mês. Na ocasião, a barragem atingiu 40.830.000 m³ ou 19,93%, foram 52 dias com o nível ascendendo o que representou um acréscimo de 5,2%.


Com a diminuição das chuvas, as réguas de medição de Jucazinho já apontam o início de queda na acumulação. Neste dia 27/07, data de publicação desta matéria, a barragem estava com 40.500.000 m³ ou 19,77%. O reservatório chega ao final da estação chuvosa praticamente no mesmo patamar do começo do ano, já que em 1.º de janeiro o manancial estava com 41.350.000 (20,18%). Os dados desta reportagem são da ANA (Agência Nacional de Águas).



Do Correio do Agreste - Foto: Reprodução/ Arquivo/ Compesa

Interior de Pernambuco registra alta movimentação de turistas em julho

Divulgação/Setur

Com clima mais ameno, algumas cidades do interior pernambucano vem registrando uma boa movimentação turística no mês de julho. O período, que marca as férias escolares, tem impulsionado as viagens no estado.



De acordo com a secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco, a expectativa é que o número de voos recebidos no Aeroporto do Recife, principal porta de entrada do estado, cresça. 


"Espera-se que o nosso aeroporto receba 11% a mais de voos que no mês de junho. Também já alcançamos 100% de recuperação da malha aérea em comparação com o mesmo período em 2019, antes da pandemia da Covid-19", afirmou a secretária de Turismo e Lazer de Pernambuco, Milu Megale. 


No agreste do estado, Garanhuns é uma das cidades que se destacam neste período. Distante 230 km da capital, o município proporciona uma temperatura média de 21 graus no inverno. Este mês, com a realização da 30ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), o destino tem atraído diversos turistas.


Segundo a Unidade de Estudos e Pesquisas da Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco e da Empetur, a ocupação hoteleira do município no último final de semana ficou em 94%. 


O levantamento apontou que, em média, os turistas permanecem dois dias na cidade. Os principais emissores de turistas são Recife, Natal, Maceió, São Paulo e municípios paraibanos.


"No Agreste, há também uma expectativa muito boa com a realização do FIG após dois anos e com maior duração de três semanas. Aliás, as festas do frio costumam movimentar muito o nosso interior", destacou Milu.


Na região, outros municípios como Brejão, São João, Taquaritinga do Norte e Triunfo também costumam ser cidades procuradas. Até o dia 30 deste mês, Truinfo também disponibiliza atrações culturais para os visitantes. Em homenagem aos cem anos do Theatro Cinema Guarany, o município relizará a 64ª edição da Festa do Estudante - Festival de Inverno de Triunfo 2022.


Do Diario de Pernambuco

Confiança do empresário do comércio cresce 1,5% de junho para julho

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou alta de 1,5% em julho deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que chegou a 123,1 pontos em uma escala de 0 a 200 pontos, segundo pesquisa publicada hoje (27) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).


A avaliação dos empresários em relação ao momento atual cresceu 4,7%, puxada principalmente pelo aumento da confiança na própria empresa (5%). As intenções de investimento também tiveram alta (1,7%), devido aos aumentos nas pretensões de investir na própria empresa (4,6%) e de contratar funcionários (1,6%).


As expectativas do empresariado em relação ao futuro, no entanto, tiveram queda de 0,5%, principalmente devido às avaliações sobre o futuro da economia (-1,6%).


Na comparação com julho de 2021, houve uma alta de 14,2% no Icec, puxada pelos crescimentos de 30,6% nas condições atuais, de 14,6% nas intenções de investimentos e de 4,7% nas expectativas.



Por: Agência Brasil 

Prefeitura de Surubim promove curso de pré-natal para profissionais de Enfermagem da Atenção Básica

Cuidar da saúde também é investir na prevenção e no atendimento de qualidade oferecido nas unidades de saúde do nosso município. Pensando nisso, a Secretaria de Saúde promoveu, na última semana, um curso de atualização de pré-natal para os profissionais de Enfermagem da Atenção Básica. Os profissionais contaram com a palestra de Joanna Francyne e Duana Gabrielle, ambas mestras especialistas e enfermeiras obstetras pelo IMIP.


No curso, os efermeiros do município tiveram acesso a novas técnicas e evidências científicas sobre os cuidados da saúde da mulher no período da gestação. Um momento importante para enriquecer os conhecimentos e estreitar laços com as futuras mamães surubinenses, no atendimento diários nos postos de saúde.



Da ASCOM Surubim

Inadimplência chega ao maior nível desde julho de 2020

A taxa de inadimplência do mercado, considerando os recursos livres, chegou em 3,53% em abril deste ano, o maior nível desde julho de 2020, quando estava em 3,57%. As estatísticas foram divulgadas pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira.


Os dados estão defasados por conta da greve dos servidores do Banco Central, que paralisou as divulgações recorrentes, como o relatório Focus e as notas do setor externo e crédito. A greve foi encerrada no início deste mês.


A trajetória de alta na inadimplência está ocorrendo mês após mês desde julho do ano passado, depois de atingir uma mínima histórica durante a pandemia com as medidas do BC e dos bancos de extensão e renegociação de pagamentos.

 

Apesar dessa trajetória, a inadimplência continua abaixo do patamar de 4% registrado antes da pandemia.


A elevação foi mais forte entre as pessoas físicas, de 4,4% para 5% de dezembro a abril, mas também subiu para empresas, de 1,5% para 1,7% no mesmo período.



Elevação dos juros

Parte da explicação é pela alta nos juros médios cobrados no mercado. Em abril , a taxa média no sistema financeiro chegou a 38,1% ao ano, alta de 4,3 pontos percentuais (p.p) no ano.


Para pessoas físicas, a alta aconteceu em um patamar maior. A taxa média estava em 45% ao ano em dezembro do ano passado e chegou a 50,3% em abril. Já o crédito para empresas subiu de 19,7% ao ano para 22,4% no mesmo período.


As taxas cobradas no mercado sofrem impacto direto da trajetória de alta na taxa básica de juros, a Selic, que vem subindo desde março de 2021 em uma tentativa do BC de controlar a inflação.


A Selic é utilizada como base para cálculo de outras taxas no mercado e subiu de 2% para 13,25% ao ano, com expectativa de no mínimo mais uma alta na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana.


Rotativo mais caro

Acompanhando a alta nos juros médios, a modalidade mais cara disponível no mercado, do cartão de crédito rotativo, também subiu no ano. Em dezembro, estava em 347,4% ao ano e subiu para 364% em abril.


A procura por esse tipo de crédito, no entanto, aumentou 59,4% nos primeiros quatro meses deste ano contra o mesmo período do ano passado.


Como exemplo, em abril foram concedidos R$ 26,9 bilhões no cartão de crédito rotativo. Em abril de 2021, o número foi de R$ 17 bilhões.


No caso do cheque especial, que tem um limite estabelecido pelo Banco Central, os juros também subiram. De 127,9% ao ano no final do ano passado para 132,7% em abril.



A modalidade de capital de giro para empresas, muito procurada por dar mais liberdade para os gastos do empréstimo, também ficou mais cara. De 20,7% em dezembro para 22,5% em abril.


Concessões resilientes

Apesar da alta de juros e inadimplência, as concessões de crédito não diminuíram o ritmo neste ano. Segundo as estatísticas do BC, a alta no ano foi de 29,2% em comparação com o mesmo período do ano passado.


Só em abril foram concedidos R$ 421,1 bilhões em crédito, sendo R$ 222,7 bilhões para pessoas físicas e R$ 198,4 bilhões para empresas.



Por Agência O Globo - Foto: Pixabay

Sesc Ler Surubim realiza oficina que envolve a Literatura e o Teatro

Formação “Dramaturgias: do Conto à Cena” será ministrada por Djaelton Quirino e Caroline Arcoverde nos dias 28 e 29 de julho. Inscrições na Central de Relacionamento da unidade


 
A relação próxima entre as linguagens artísticas da Literatura e das Artes Cênicas provocou os artistas Djaelton Quirino e Caroline Arcoverde que desenvolveram uma pesquisa sobre o envolvimento entre a oralidade e a dramaturgia. Assim, surgiu a oficina “Dramaturgias: do Conto à Cena” que ministram nos dias 28 e 29 de julho, no Sesc Ler Surubim. As inscrições estão abertas na Central de Relacionamento da unidade, ao preço de R$ 44; trabalhadores do comércio e dependentes, em dia com a Credencial Sesc, têm desconto e pagam R$ 22.

 
Nos dois encontros, que acontecem sempre das 19h às 22h, Djaelton e Caroline vão abordar teorias da narrativa, desde a clássica até a contemporânea; provocar a descoberta de caminhos para a escrita dramatúrgica a partir de narrativas orais; explorar métodos de organização das ideias, destravando o processo criativo dos participantes; pesquisar a escrita dramatúrgica em diferentes linguagens, como Teatro, Cinema e Podcast; e resgatar e salvaguardar histórias da tradição oral das diversas regiões.

 
Voltada para escritores iniciantes ou que desejam experimentar novas abordagens criativas, a oficina parte de conceitos básicos como a poética aristotélica e os gêneros literários, com o intuito de investigar os caminhos da linguagem narrativa, até o final do processo de produção da oralidade, através de contos, que se concretizam nas contações de histórias. Para isso, serão levados em conta a participação ativa dos alunos, por meio de leitura de trechos de peças e roteiros, pesquisa em vídeos de espetáculos e escuta de narrativas da tradição oral.

 
Os oficineiros

Djaelton Quirino é ator, palhaço, diretor, dramaturgo e pesquisador nas linguagens de Teatro, Circo, Literatura e Audiovisual e suas intersecções. É cofundador do Teatro de Retalhos, coletivo artístico de Arcoverde. Pesquisa dramaturgia desde 2010, participando de diversas ações formativas como o ciclo de formação do governo de Pernambuco para o projeto Ariano Suassuna em 2017 e o projeto Dramaturgias do Sesc PE, em 2017.

 
Caroline Arcoverde é atriz, palhaça e roteirista. Cofundadora do Teatro de Retalhos, é licenciada em Letras (AESA – CESA, 2010). Pesquisa a escrita dramatúrgica a partir de narrativas orais e técnicas de leitura dramatizada. É roteirista dos curtas “D-20 Vermelha” (2019) e “Estampido” (2022), parcerias do Teatro de Retalhos com a Pajeú Filmes. Em 2021, foi roteirista e diretora de elenco da websérie “Clássicos - Igual ao Outro, Só que Diferente”.


Serviço: Oficina “Dramaturgias: do Conto à Cena”, com Djaelton Quirino e Caroline Arcoverde
Realização: Sesc Ler Surubim
Data: 28 e 29 de julho
Horário: das 19h às 22h
Local: Sesc Ler Surubim – Rua Frei Ibiapina, s/n, São José
Inscrições: R$ 22 (trabalhadores do comércio e dependentes) e R$ 44 (público geral)
Informações: (81) 3634-5280 ou (81) 99168-8379 (Whatsapp)




Da ASCOM

Caixa conclui o pagamento de R$ 13,2 bi de lucro do FGTS a trabalhadores

A Caixa anunciou, nesta terça-feira (26/7), que concluiu a distribuição de R$ 13,2 bilhões referentes ao lucro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2021 para 106,7 milhões de trabalhadores. Os valores, previstos para serem pagos até 31 de agosto, foram transferidos com mais de um mês de antecedência para quem tem conta ativa e inativa do FGTS — desde que tivessem saldo em 31 de dezembro do ano passado.



O lucro é um rendimento baseado na taxa de juros do país calculado sob todas as contas dos trabalhadores que estão ou estiveram em um emprego formal no ano de cálculo. Os valores recebidos por cada trabalhador são proporcionais ao saldo existente na conta até 31 de dezembro de 2021. O montante será creditado na conta do FGTS de cada trabalhador.


Assim como o saldo tradicional, o valor pode ser sacado nos casos regulares previstos em lei: demissão sem justa causa, estar três anos sem emprego com carteira assinada, fim do contrato temporário, compra de casa própria, aposentadoria, saque-aniversário e doenças graves.


O crédito foi autorizado pelo Conselho Curador do FGTS (CCFGTS), que determinou a distribuição de 99% do total dos lucros obtidos em 2021, de R$ 13,3 bilhões. A distribuição de R$ 13,2 bilhões foi o maior valor distribuído pela instituição desde 2017, quando o FGTS passou a dividir os lucros para os trabalhadores como uma forma de melhorar o rendimento financeiro da conta do trabalhador.


Com a distribuição, as contas dos trabalhadores alcançaram índice de rentabilidade de 5,83% ao ano em 2021. No entanto, por conta da inflação de 10,06% em 2021, as contas não conseguirão repor perdas, mas alcançarão maior índice rentável do que a correção da poupança (2,99%) e ao CDI (4,42%), nos valores acumulados no ano passado.

 

 

Consulte o saldo

 

Os trabalhadores poderão verificar se o saldo já foi creditado em conta a partir da consulta por meio do site do FGTS ou do aplicativo FGTS — disponível no Google Play e App Store.



Por: Correio Braziliense - Foto: Divulgação/FGTS

terça-feira, 26 de julho de 2022

Pernambuco prevê emissão da nova Carteira de Identidade Nacional a partir de setembro

Pernambuco deve iniciar a emissão do novo modelo da Carteira Nacional de Identidade a partir do mês de setembro, prevê Secretaria de Defesa Social do Estado (SDS-PE).


O novo documento, que usa o número do Cadastro Nacional de Pessoa Física (CPF) como identificação única dos cidadãos, começou a ser emitido no país nesta terça-feira (26), iniciando pelo Rio Grande do Sul. Os próximos estados a aderirem serão Acre, Distrito Federal, Goiás, Minas e Paraná.


Em 23 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto que criou o documento. O prazo para a adessão da nova carteira nacional de identidade em todo o país é 1º de março de 2023. 


Em Pernambuco, de acordo com a SDS, o Instituto de Identificação Tavares Buril, responsável pela emissão no Estado, está trabalhando com em conjunto com o Rio Grande do Sul, Acre, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Distrito Federal, na elaboração de um  projeto piloto para a expedição da nova carteira de identidade. 


A previsão da pasta é que o modelo passe a ser emitido no Estado a partir de setembro deste ano. 


A nova identidade possui novos itens de segurança, a exemplo de um QR Code, que permitirá a validação eletrônica de sua autenticidade, bem como saber se ela foi foi furtada ou extraviada. 


O ducumento também não terá mais o número de Registo Geral (RG) e nem a biometria expostos, mas essas informações continuarão sendo coletadas e armazenadas no banco de dados de cada estado e do Governo Federal, o Gov.br. Assim, será possível verificar todas os dados do solicitante, inclusive quantas vias ele já possui. 


 A emissão da 1ª via da nova carteira será gratuita em todo o Brasil.



Da Folha de Pernambuco - Foto: Reprodução/Facebook


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