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sexta-feira, 5 de março de 2021

Soja e o café puxam a alta da agropecuária em 2020

A agropecuária cresceu 2%, no ano de 2020, puxada pela soja (7,1%) e pelo café (24,4%), que alcançaram produções recordes na série histórica. Por outro lado, algumas lavouras tiveram variação negativa na estimativa de produção anual, como, por exemplo, laranja (-10,6%) e fumo (-8,4%). “Esse resultado decorreu do crescimento da produção e do ganho de produtividade da agricultura, que suplantou o fraco desempenho da pecuária e da pesca”, afirmou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.


De acordo com o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, com esse resultado, a participação do setor subiu em relação ao PIB total. “Passou de 6,7% em 2019 para 7,1%. E é importante destacar que muitas indústrias ligadas ao agro tiveram aumento de produção, a exemplo do papel, da celulose e de alimentos”, ressaltou. Para 2021, a expectativa é de que a safra seja tão boa quanto a de 2020. Ele lembrou que vários produtores de commodities (mercadorias com cotação internacional) se beneficiaram da desvalorização do real frente ao dólar americano.


“Mas muitos não se beneficiaram porque produzem para o mercado interno. Essa conta não é dolarizada. Só que nossos custos de produção, grande parte dos fertilizantes e os defensivos agropecuários, são importados e sofrem a influência do câmbio. Então, o custo de produção subiu, mas ainda assim, com boas expectativas de clima, esperamos uma boa produtividade para o Brasil”, reiterou Renato Chonchon.


No quarto trimestre do ano passado, no entanto, em relação ao trimestre anterior, a agropecuária recuou 0,5%. Na análise de Rebeca Palis, do IBGE, a retração foi motivada por um ajuste da safra. Quando comparado o último trimestre com o mesmo período de 2019, a queda do setor foi de -0,4%. De acordo com o IBGE, em 2020, o resultado do Valor Adicionado refletiu o desempenho das três atividades que o compõem: agropecuária (2%), indústria (-3,5%) e serviços (-4,5%), informa o IBGE.


Do Correio Brasiliense /  Foto: Ed Alves/CB/D.A Press

Grupo carioca anuncia construção de metalúrgica em Pernambuco

A implantação em Pernambuco de uma unidade da Metalúrgica Barra do Piraí, com investimento de R$ 70 milhões e a geração inicial de 160 empregos diretos, foi anunciada, nesta quinta-feira (4), pelo governador Paulo Câmara e o grupo carioca MBP – controlador da empresa.


O local escolhido foi o município de Ribeirão, na Zona da Mata Sul do Estado, e a expectativa é que a sua operação tenha início ainda este ano. Para tanto, foi assinado um protocolo de intenções entre o Estado e o grupo MBP.


Atuando no segmento de soluções em sistemas de coberturas, fechamentos e refrigeração, a empresa prevê que a unidade pernambucana irá produzir três milhões de metros quadrados de termoisolantes e cinco milhões de metros quadrados e telhas simples.


Com 76 anos de existência, a MBP presta serviços para supermercados, galpões, centros de distribuição e centros de conservação de frutas e sementes. A empresa ocupa, atualmente, o terceiro lugar no mercado nacional desse segmento.


O grupo espera que, em dois anos, já esteja empregando um total de 500 pessoas. De acordo com o seu presidente, Ronald Carvalho, a escolha por Pernambuco se deu pelos diferenciais competitivos do Estado e pelo trabalho da equipe de atração de investimentos. “A princípio, nosso plano não era vir para cá, mas fomos seduzidos pela capacidade de desenvolvimento e pela mão de obra”.


O empreendimento será instalado em uma área de 110 mil metros quadrados e produzirá câmaras climáticas e de conservação, peças para isolamento acústico, telhas industriais, entre outros itens. 


Com os protocolos assinados, o Governo de Pernambuco se compromete a apoiar e incentivar o setor, estimulando o acesso a linhas de financiamento e benefícios tributários com foco na interiorização do desenvolvimento.


Da Folha de PE / (Presidente do grupo MBP e governador Paulo Câmara assinam protocolo de intenções - Foto: Hélia Scheppa/SEI)


quinta-feira, 4 de março de 2021

Coronavírus: Orobó, Vertentes e mais cinco municípios precisam intensificar fiscalização e cumprimento de medidas restritivas mais rígidas

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio de Promotorias de Justiça locais, recomendou aos prefeitos e secretários de Educação e Saúde de Cabrobó, Itapissuma, Orobó, São Lourenço, Vertentes, Bonito e Tracunhaém que intensifiquem a fiscalização, no âmbito de suas competências, dos cumprimentos das novas restrições sanitárias impostas pelo Governo de Pernambuco (em especial o
 Decreto nº 50.346/21), governos municipais e Federal. As recomendações seguem o teor da Recomendação PGJ n.º 05/2021.

Até o dia 17 de março de 2021, conforme estabelecido pelo novo decreto estadual, o MPPE recomendou aos gestores dos sete municípios que coíbam o exercício de atividades econômicas e sociais. A proibição vale de segunda a sexta-feira, das 20h até as 5h do dia seguinte, e aos sábados e domingos, em qualquer horário. Em todos os casos, as restrições às atividades econômicas e sociais não se aplicam aos estabelecimentos e serviços descritos no rol do Anexo Único do Decreto nº 50.346/21 (serviços públicos, farmácias, postos de gasolina, serviços funerários, clínicas, etc.).

De forma a coibir aglomerações de pessoas e o descumprimento de normas sanitárias e de biossegurança, os gestores desses municípios também deverão destacar a obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços de acesso ao público; proibir a utilização de som em bares, lanchonetes, restaurantes e similares; impedir a realização de eventos corporativos (públicos ou privados), shows, festas e eventos sociais de qualquer tipo; e vedar o retorno das atividades pedagógicas (até 17 de março), de forma presencial, no Ensino Fundamental e Educação Infantil, das instituições de ensino públicas.


Os prefeitos e secretários dos sete municípios também deverão destinar parte dos recursos recebidos para o enfrentamento à Covid-19 em ações de educação em saúde que alertem sobre a necessidade de cumprimento das normas sanitárias. As ações poderão ser divulgadas em redes sociais e veículos de comunicação (Facebook, Instagram, rádios, canais de TV, etc.) ou ainda por meio de rondas educativas, com a emissão de avisos sonoros nos locais onde estejam ocorrendo as transgressões ou que os casos sejam mais frequentes.


As recomendações ainda alertam os gestores para que autuem os proprietários dos estabelecimentos que infrinjam as restrições impostas pelo Decreto nº 50.346/21, adotando as providências administrativas cabíveis e encaminhando cópia dos autos de infração às Promotorias de Justiça locais. Já aos proprietários dos estabelecimentos e público em geral, cujas atividades e ações estejam restringidas pelo decreto, o MPPE recomendou que sigam rigorosamente as normas sanitárias federal, estadual e municipal, principalmente o novo decreto estadual.


Por fim, às polícias civil e militar, as recomendações dizem que os gestores adotem as providências legais cabíveis para aqueles que insistirem em descumprir as normas sanitárias sobre restrição às atividades econômicas, aglomeração de pessoas e distanciamento social, apurando o crime de medida sanitária preventiva destinada a impedir a introdução ou propagação de doença contagiosa (art. 268 do Código Penal).


As sete recomendações foram publicadas no Diário Oficial Eletrônico do MPPE desta quinta-feira (04).


Do MPPE

Poupança tem maior retirada líquida em fevereiro em cinco anos

Pelo segundo mês seguido, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros registrou retirada líquida de recursos. Em fevereiro, os investidores retiraram R$ 5,83 bilhões a mais do que depositaram na caderneta de poupança, informou hoje (4) o Banco Central (BC).


A retirada líquida é a maior registrada para meses de fevereiro desde 2016, quando os investidores tinham sacado R$ 6,64 bilhões a mais do que tinham depositado. Em fevereiro do ano passado, os brasileiros tinham retirado R$ 3,57 bilhões da caderneta.


Tradicionalmente, o primeiro bimestre do ano é marcado por retiradas expressivas de recursos da caderneta de poupança. O pagamento de impostos e despesas como material escolar e parcelamentos das compras de Natal impactam as contas dos brasileiros no início de cada ano.


Neste ano, o fim do auxílio emergencial intensificou a retirada. Ao longo de oito meses, a Caixa Econômica Federal depositou o benefício em contas poupança digitais, que acumulavam rendimentos se não movimentados. Com o fim do programa, beneficiários que eventualmente conseguiram acumular recursos nas contas poupança passaram a sacar o dinheiro.


No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia de covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.


Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 1,82% nos 12 meses terminados em fevereiro, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 4,57%. O IPCA cheio de fevereiro será divulgado no próximo dia 11 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


A perda de rendimento da poupança está atrelada a dois fatores. O primeiro foram as recentes reduções da taxa Selic (juros básicos da economia) para o menor nível da história. Atualmente a taxa está em 2% ao ano. O segundo foi a alta nos preços dos alimentos e do dólar, que impacta a inflação desde o segundo semestre do ano passado.


Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 3,87% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderá 1,4% este ano, caso a Selic de 2% ao ano fique em vigor durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central aumente a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).


Por: Agência Brasil / Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Com queda do PIB, economia chega ao patamar do início de 2019

Com a queda de 4,1% em 2020 do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, o Brasil atingiu, no final do ano passado, o patamar equivalente ao registrado entre o final de 2018 e o começo de 2019. Na comparação com o último trimestre de 2019, período pré-pandemia, a economia ficou 1,2% abaixo daquele período.


Em relação ao auge da pandemia, que foi o segundo trimestre de 2020, o patamar é de 11,0% acima. Na série histórica, que tem como pico o primeiro trimestre de 2014, na comparação o patamar ainda é 4,4% abaixo.


“Não voltamos ao patamar pré-pandemia. Ainda está como se fosse no final de 2018, começo de 2019, ou seja, 1,2% abaixo do período pré pandemia, mas, ao mesmo tempo, em relação ao segundo trimestre do ano passado, que foi o pico do efeito da pandemia sobre a economia, a gente já está 11,0% acima. Em relação ao pico da série toda do PIB que foi o primeiro de 2014, ainda está 4,4% abaixo, ou seja, no patamar entre o segundo e o terceiro trimestres de 2012”, disse a coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palis. Ela participou, hoje (3) da apresentação dos resultados do PIB em 2020 e no quarto trimestre do ano passado.


Na visão da coordenadora, seria normal que o terceiro trimestre tivesse crescimento elevado por causa do término de medidas de restrição, principalmente de funcionamento de atividade econômica e porque as pessoas começaram a circular também.


“Seria normal que esse crescimento viesse alto no terceiro trimestre em comparação ao segundo, que foi o pico dos efeitos da pandemia sobre a economia. Então, isso era natural e também o crescimento alto no terceiro trimestre, assim como era normal que aquela queda do segundo trimestre não se repetisse depois nos outros”, afirmou.


Impacto

A queda de 4,5% nos serviços, em 2020, representou impacto no resultado anual do PIB. O recuo de 4,1% foi fora do padrão verificado em outras crises econômicas no país, quando a indústria era mais atingida. De acordo com a economista, a pandemia foi um período "muito atípico", justamente pelo fato de os serviços provocarem mais aglomeração, principalmente os prestados às famílias, que terminaram por ser os mais impactados.


“Esse serviços foram os mais afetados durante a crise, inclusive foi o recorde negativo. Se olharmos para as 12 atividades econômicas [do PIB], não tinha sido desse jeito nas outras crises. A gente tem o consumo final e os serviços com recorde negativo na série.”.


De acordo com o IBGE, nas atividades que compõem os serviços, as variações negativas foram em outras atividades de serviços, incluindo os prestados às famílias (-12,1%), Transporte, armazenagem e correio (-9,2%); administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-4,7%); comércio (-3,1%), Informação e comunicação (-0,2%). Apresentaram avanço as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,0%) e as atividades imobiliárias (2,5%).


Apenas a agropecuária, a imobiliária, a extrativa mineral, puxada pelo petróleo e gás; e a financeira tiveram desempenho positivo em 2020, apesar da pandemia, entre as atividades econômicas pesquisadas para o PIB. A coordenadora informou que as atividades com maior crescimento foram a financeira e a de seguros, com a permanência do crescimento do crédito.


Além disso, há um efeito do valor adicionado dos planos de saúde pela queda da utilização, que caiu mais do que a contribuição. Na construção houve um crescimento de residências, conforme comprovou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD Contínua, divulgada anteriormente.


Demanda

A despesa de consumo das famílias, que tem peso de mais de 60% na economia, teve queda de 5,5% e provocou forte impacto no desempenho dos serviços, seguida do recuo de 4,7% na despesa de consumo do governo, as duas com recordes negativos na série do PIB.


Segundo Rebeca Palis, a explicação está na influência das restrições de funcionamento e do isolamento social provocados pela pandemia.


Da Agência Brasil / Foto: Divulgação/CNI/Miguel Angelo

MPPE recomenda a 22 municípios de PE intensificar fiscalização e cumprimento de novas restrições sanitárias impostas pelo Governo do Estado

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio de Promotorias de Justiça locais, recomendou aos prefeitos e secretários de Educação e Saúde de Alagoinha, Altinho, Araçoiaba, Belo Jardim, Bodocó, Cachoeirinhas, Caruaru, Casinhas, Custódia, Gravatá, Igarassu, Jaqueira, Maraial, Orobó, Ouricuri, Parnamirim, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Filomena, Serrita, Surubim, Vertentes e Vertentes do Lério que intensifiquem a fiscalização, no âmbito de suas competências, dos cumprimentos das novas restrições sanitárias impostas pelo Governo de Pernambuco (nesses casos, os Decretos nºs 50.308, 50.309, de 23 de fevereiro), governos municipais e Federal.


Assim, os gestores deverão coibir o exercício de atividades econômicas e sociais nesses 22 municípios até 10 de março de 2021. Para os municípios integrantes das Gerências Regionais de Saúde (GERES) II, IV e IX (Alagoinha, Orobó, Vertentes, Gravatá, Surubim, Casinhas, Vertentes do Lério, Cachoeirinhas, Bodocó, Ouricuri, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Filomena, Belo Jardim, Parnamirim, Caruaru e Altinho), a proibição vale de segunda a sexta-feira, das 20h até as 5h do dia seguinte, e aos sábados e domingos, das 17h até as 5h do dia seguinte.


Em todos os casos, as restrições às atividades econômicas e sociais não se aplicam aos estabelecimentos e serviços descritos no rol do Anexo II do Decreto Estadual nº 50.308/2021 (serviços públicos, farmácias, postos de gasolina, serviços funerários, etc.). Nos municípios de Serrita, Jaqueira, Maraial, Igarassu, Araçoiaba e Custódia, o MPPE recomendou aos gestores o efetivo cumprimento das normas sanitárias federal, estadual e municipal, em especial, as medidas de distanciamento social impostas e os Decretos nºs 50.308/21 50.309/21.


Em todos os 22 municípios, a realização dos eventos corporativos, institucionais e sociais também deverá ser coibida até o dia 10 de março de 2021. Os prefeitos e secretários municipais também deverão se abster de iniciar atividades pedagógicas de forma presencial do Ensino Fundamental e da Educação Infantil em instituições de ensino públicas até o dia 14 de março de 2021, observando os protocolos sanitários, os cronogramas de retorno às atividades, bem como as demais determinações contidas em portaria da Secretaria de Educação e Esportes (Portaria SEE nº 3024/2020).


De forma a coibir aglomerações de pessoas e o descumprimento de normas sanitárias e de biossegurança, os gestores desses municípios também deverão destinar parte dos recursos recebidos para o enfrentamento à Covid-19 em ações de educação em saúde que alertem sobre a necessidade de cumprimento das normas sanitárias. As ações poderão ser divulgadas em redes sociais e veículos de comunicação (Facebook, Instagram, rádios, canais de TV, etc.) ou ainda por meio de rondas educativas, com a emissão de avisos sonoros nos locais onde estejam ocorrendo as transgressões ou que os casos sejam mais frequentes.


O MPPE recomendou ainda aos gestores que autuem os proprietários dos estabelecimentos que infrinjam as restrições impostas pelos Decretos 50.308/21 e 50.309/21, adotando as providências administrativas cabíveis e encaminhando cópia dos autos de infração ao MPPE. Já aos proprietários dos estabelecimentos e público em geral, cujas atividades e ações estejam restringidas pelos decretos, o MPPE recomendou que sigam rigorosamente as normas sanitárias federal, estadual e municipal, principalmente os novos decretos estaduais.


Finalmente, às polícias civil e militar, o MPPE recomendou que adotem as providências legais cabíveis para aqueles que insistirem em descumprir as normas sanitárias sobre restrição às atividades econômicas, aglomeração de pessoas e distanciamento social, apurando o crime de medida sanitária preventiva destinada a impedir a introdução ou propagação de doença contagiosa (art. 268 do Código Penal). As recomendações foram publicadas no Diário Oficial Eletrônico do MPPE de 26 de fevereiro, 1º e 2 de março.


 Do MPPE

quarta-feira, 3 de março de 2021

CDL Surubim divulga comunicado sobre novo decreto do Governo de PE e Data Magna

Na tarde desta quarta-feira (3), a Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim divulgou comunicado sobre o novo decreto do Governo e sobre a Data Magna de Pernambuco. No comunicado, a CDL reforça que irá seguir o decreto, e irá funcionar dias 6 e 13 de março. 


Sobre a Data Magna, de acordo com informações divulgadas pelo secretário de Agricultura e Desenvolvimento Econômico de Surubim, Denny Lapenda, os comércios não essenciais serão fechados em decorrência do Decreto Estadual número 50.346 de 01 de março de 2021. 


A CDL também reforça que todos devem seguir rigorosamente os protocolos sanitários, pois os mesmos auxiliam na prevenção e na contenção da disseminação do Covid-19.


Comunicado CDL: funcionamento de atividades não essenciais; 06 de março, Data Magna de Pernambuco

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim, comunica que seguindo o novo decreto do Estado, divulgado nesta segunda-feira (01), a entidade funcionará nos dias 06 e 13 de março. Na oportunidade, esclarece sobre o feriado da Data Magna de Pernambuco, confira, abaixo:

Pernambuco proíbe atividades não essenciais das 20h às 5h durante a semana, e ao longo de todo o dia nos sábados e domingos

O Governo de Pernambuco, após análise do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, anunciou, nesta segunda-feira (01.03), a proibição das atividades não essenciais das 20h às 5h, de segunda a sexta em todo o Estado. Além disso, aos sábados e domingos, somente serviços essenciais poderão funcionar. As medidas, anunciadas pelo governador Paulo Câmara em pronunciamento, entram em vigor nesta quarta-feira (03.03) e são válidas até o dia 17 de março.


06 de março, Data Magna de Pernambuco

De acordo com informações divulgadas na Rádio Integração FM, através do secretário de Agricultura e Desenvolvimento Econômico de Surubim, Denny Lapenda (https://youtu.be/juQg3IEuzGA ), os comércios não essenciais serão fechados em decorrência do Decreto Estadual número 50.346 de 01 de março de 2021 (http://cdlsurubim.com.br/site/wp-content/uploads/2021/03/document-1.pdf).


A CDL Surubim vem trabalhando para apoiar as empresas do comércio e serviços local. Na oportunidade, reforça que seguir rigorosamente os protocolos sanitários auxiliam na prevenção e na contenção da disseminação do Covid-19.

Surubim adere consórcio para compra da vacina contra a Covid-19

A Prefeitura de Surubim protocolou, nesta quarta-feira (3), um pedido de adesão ao consórcio para compra de vacinas contra a Covid-19. O consórcio vai permitir que os municípios comprem a vacina, caso o Plano Nacional de Imunização (PNI), do Governo Federal, não consiga atender à demanda e não forneça doses suficientes para a população.


Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a compra de vacina pelos municípios, caso o Governo Federal não atenda à demanda. A mobilização de constituir um consórcio público para aquisição de vacinas, medicamentos, insumos e equipamentos está fundamentada na Lei nº. 11.107/2005.


Desde a chegada da pandemia, o prefeita Ana tem se esforçado para buscar alternativas para prevenir e proteger a população surubinense. 


Da ASCOM Surubim

Fecomércio se posiciona sobre medidas restritivas em Pernambuco

O Governo de Pernambuco anunciou, nesta segunda-feira, medidas ainda mais restritivas no estado. De acordo com o decreto, os serviços não essenciais não poderão funcionar das 20h às 5h nos dias de semana e estarão fechados nos finais de semana. As medidas são válidas a partir desta quarta-feira (dia 3) até o dia 17 de março. A Fecomércio-PE se manifestou, por meio de nota, sobre os impactos das novas restrições para a economia pernambucana.


A entidade pontuou que as medidas são necessárias para conter o avanço do aumento de casos de coronavírus em Pernambuco, mas que outras medidas são necessárias para minimizar os impactos nos setores produtivos. "É de conhecimento de todos que o número de infectados continua subindo e preocupa o setor público e toda a sociedade civil, visto que o percentual de ocupação nos leitos de UTI ultrapassou os 90% e obriga as autoridades a adotar medidas mais duras para reduzir a possibilidade de colapso na rede pública de saúde. Entendemos que estas ações são necessárias, mas, ao mesmo tempo, o cenário crítico atual demanda ações paliativas voltadas ao setor produtivo atingido pelas medidas", diz a nota.


A Fecomércio-PE ressaltou que os impactos serão sentidos, principalmente, nos estabelecimentos comerciais e nos serviços não essenciais, que funcionam após as 20h, como shopping e galerias, além dos pontos turísticos que puxam o funcionamento dos serviços, como praias, bares, restaurantes, dentre outros. "Reiteramos que estas medidas, necessárias para o momento que passamos, infelizmente, impactam o faturamento e aumentam as restrições das empresas, o que pode implicar em corte de empregos e até mesmo em fechamento de estabelecimentos, com o estado já tendo apresentado um saldo negativo de 5 mil empregos e 2 mil empresas fechadas", informa. 


Além disso, a entidade reforça na nota que a previsibilidade é importante no mundo dos negócios e que os anúncios não esperados por parte do governo são potencializadores dos impactos negativos na economia e são nocivos para o segmento do comércio. "Os gestores de políticas públicas voltadas ao combate da pandemia reduziriam tal impacto caso convidassem as instituições de representação empresarial para compor a equipe de tomada de decisão do governo, que poderiam contribuir fornecendo dados econômicos reais e relevantes para as medidas restritivas", pontua. 


Ainda na carta, a Fecomércio-PE afirma que, para combater efetivamente o problema, são necessárias ações mais enérgicas voltadas à amenização da crise econômica, buscando elevar a resistência das empresas, dos empregos e da arrecadação pública. E termina o documento reiterando os pedidos pleiteados ao Governo de Pernambuco. "São ações urgentes voltadas ao empresariado, objetivando a minimização dos impactos gerados pelas medidas governamentais, a exemplo de:


1 – Concessão de prorrogação de prazo para pagamento do ICMS, especialmente dos contribuintes optantes pelo Simples Nacional;


2 – Suspenção de medidas administrativas de cobrança da dívida ativa, tais como inscrição do débito e encaminhamento da solicitação de ajuizamento de execução fiscal à Procuradoria Geral do Estado;


3 – Aceleração do processo de vacinação em massa da população pernambucana;


4- Acesso a linhas de crédito aos micros e pequenos empresários", conclui.


Do Diario de PE / (Foto: Leandro de Santana/Arquivo DP)

Equipe da Secretaria Estadual de Qualificação e Emprego de PE visita Surubim

Na manhã desta terça-feira (2), o Chefe de Gabinete, Roberto Galvão e o Engenheiro Thairone Lopes, ambos da Secretaria Estadual de Qualificação e Emprego de Pernambuco estiveram em Surubim. 


Os mesmos fizeram uma visita técnica ao local onde será instalada a Central de Oportunidades de Pernambuco (COPE). Na oportunidade, foram conhecer os trabalhos da CDL Surubim, onde foram recepcionados pelos colaboradores e presidente da entidade, Ilário Pio.




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