Os dados positivos em Pernambuco não são explicados de maneira uniforme entre as atividades, visto que o estado concentra segmentos que cresceram acima da média nacional, enquanto outros recuaram, como na passagem de junho a junho deste ano, quando Pernambuco teve queda de 1,5% no varejo restrito e 1,8% no ampliado.
Entretanto, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Pernambuco (SDEC) estima que, dos 9,2% de crescimento do varejo ampliado no acumulado do ano, cerca de 6% vêm de hipermercados, supermercados e produtos alimentícios, e cerca de 2,6% de veículos, motocicletas, partes e peças.
Os indicadores também foram positivos quando comparado julho de 2026 com o mesmo mês de 2025. Nesse mês, o varejo restrito cresceu 7,1%, segundo melhor resultado do país, perdendo apenas para o Espírito Santo, que cresceu 8,5%. No varejo ampliado, o avanço em Pernambuco foi de 6,1%, superado somente por Mato Grosso do Sul, que teve aumento de 10,9%, e Distrito Federal, com elevação de 7,5%.
“Este resultado está sendo obtido pelo empenho que o estado de Pernambuco tem realizado em estruturar políticas públicas voltadas à melhoria do ambiente de negócio, que tem oportunizado maior aumento de empresas criadas, e, também, a manutenção dessas empresas aqui no estado, com ampliação e geração de emprego e renda”, explica a secretária de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Danielle Jar Souto.
Do Diario de Pernambuco






















