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| Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil |
A decisão foi tomada nesta sexta-feira após reunião da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do diretor Financeiro Fernando Melgarejo, e do diretor de Comercialização e Logística Claudio Schlosser, como determina a governança da companhia.
"Mesmo após essa atualização, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período", disse a companhia em nota. "Ressalta-se que o impacto do reajuste anunciado para o consumidor final é mitigado, uma vez que o Governo Federal zerou as alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre a comercialização de diesel", acrescentou a empresa.
A Petrobras estava segurando o aumento para evitar passar para o mercado interno a grande volatilidade que está sendo observada no mercado internacional por causa da guerra entre Estados Unidos e Irã, com o petróleo operando em torno dos US$ 100 o barril. Na quinta-feira, 12, porém, o governo anunciou medidas que amenizam o repasse de parte da defasagem de preços da estatal
A defasagem do diesel nas refinarias da Petrobras atingiu recorde de 85% esta semana, e, no fechamento da quinta-feira, estava em 72%, dando espaço para um aumento de R$ 2,34 por litro segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom). Já o preço da gasolina registrou defasagem de 43% e poderia ser elevado em R$ 1,10 por litro, nas contas da entidade.






















