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segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Mercado do bem estar natural ganha destaque em Pernambuco e no Brasil

Sustentabilidade, autocuidado orgânico e consumo ético são, atualmente, mais do que palavras aderidas pelo consumidor contemporâneo. São a base de um estilo de vida para aqueles que buscam migrar de produtos convencionais, mais danosos ao bem estar animal e ao meio ambiente, para os naturais. Uma pesquisa de mercado da empresa germânico-americana Nilsen aponta que a ascensão do mercado de beleza no Brasil é acompanhada pela mudança nos hábitos do consumidor. A sustentabilidade já é uma das três maiores preocupações para 32% dos brasileiros na hora de comprar. E os produtos mais sustentáveis crescem mais rápido. 



Em comparação com os não sustentáveis, itens cruelty free (produzidos sem testes em animais) têm crescimento 61% maior. Já aqueles com ingredientes naturais apresentam um ritmo de crescimento de 124%. Em termos financeiros, uma previsão realizada pela Technavio, empresa especializada em pesquisa de mercado, projeta uma movimentação mundial de US$ 3,32 bilhões de dólares até 2024, cerca de R$ 18 bilhões, no segmento de cosméticos veganos. 


Embora sem número que quantifiquem, Laura Kim, diretora da Associação Brasileira de Veganismo, avalia que a busca por esses produtos tem aumentado. E acredita que essa alta tem relação com uma maior conscientização no país. “As pessoas já procuram saber se tal empresa testa os produtos em animais ou usa insumos de origem animal, por exemplo, e a excluem. Há uma maior preocupação com a vida no planeta.” A associação tem mais de 2,6 mil produtos certificados e centenas de empresas associadas em todo o Brasil. 


Laura ressalta que o veganismo é um estilo de vida. Ela própria o segue há 18 anos. “Mudei tudo em minha vida. E para melhor”, atesta. O crescimento, bem avaliado mesmo em face das adversidades econômicas infundidas pela pandemia do covid-19, também reforça as novas demandas do consumidor, que agora não só busca adquirir mercadorias com menor impacto ambiental, como também deseja saber a origem dos ingredientes no produto. 

 

Para a estudante de Jornalismo e consumidora de cosméticos orgânicos, Lara Calábria, 20 anos, adentrar nesse segmento de produtos se deu pela vontade de cuidar do cabelo de forma mais natural, após abandonar o tratamento intensivo de botox capilar. “Comecei a pesquisar mais sobre a técnica low poo, que utiliza produtos sem sulfatos e parabenos que ajudam a definir melhor, além de pesquisar mais sobre produtos sem origem animal e demais questões problemáticas”, relata. Lara Calábria conta que tomou essa decisão também por conta do estilo de vida. O seu pai é veterinário e ela sempre foi apegada aos animais. “É uma causa que realmente me sensibiliza e eu achei que, assim, me aliando a esse tipo de escolha, poderia contribuir de alguma forma também”.


Yasmin Andrade, 20 anos, estudante de Letras e consumidora de produtos veganos, acredita que o principal motivo para ser adepta desse cuidado estético natural é a causa animal. “Não creio que haja necessidade alguma de utilizar insumo de origem animal ou testar produtos neles. A prova disso é justamente a existência de diversas marcas de produtos veganos que são tão bons quanto os que não são. Creio que até melhores”, defende. Além disso, acrescenta a estudante, o processo de produção desses cosméticos é mais transparente. Principalmente, pondera, se forem de lojas menores, locais. “Acho bem mais confiável quando se existe essa proximidade com a marca, me sinto mais segura sabendo do efeito de cada coisa”. Para continuar lendo, clique AQUI! Foto: Paulo Trigueiro / Divulgação

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