© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Maioria dos brasileiros temem fraudes, diz pesquisa da Febraban

Uma pesquisa feita pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostrou que a grande maioria dos brasileiros já sofreu tentativa de fraude de seus dados pessoais ou conhece alguém que tenha sido vítima desse tipo de crime. A maior parte dos brasileiros também teme violação de seus dados pessoais. Os dados foram revelados no estudo Segurança de Dados no Brasil - Febraban/Ipespe, divulgada hoje (2).


Para 91% dos entrevistados, esse tipo de crime aumentou durante a pandemia. Nos últimos 12 meses, os próprios entrevistados ou familiares foram vítimas desses crimes, sendo as situações mais comuns aquelas que envolvem recebimento de mensagens ou ligação telefônica com solicitação fraudulenta de dados pessoais ou bancários (43%) e pedido de depósito ou transferência de dinheiro para amigo ou parente (34%).


Também foram citadas entre essas tentativas de fraudes a cobrança fraudulenta ou compra indevida no seu cartão de débito ou crédito (29%); a invasão do e-mail ou das redes sociais, com alguém assumindo o controle de sua conta sem sua permissão (18%); a clonagem de celular ou WhatsApp (18%); a tentativa de abertura de linha de crédito ou solicitação de empréstimo usando seu nome (15%); e a invasão e acesso a dados bancários (14%).


A grande maioria das pessoas analisadas nessa pesquisa (86%) diz ter medo de ser vítima de fraudes ou violações de seus dados pessoais. E um terço dessas pessoas da pesquisa disse acreditar que está menos segura em relação a seus dados pessoais (33%). Elas estimam que, nos próximos cinco anos, essa segurança dos dados pessoais vá evoluir (54% disseram acreditar nisso).


“Segurança digital é um tema que a sociedade precisa encarar de frente e já está fazendo, pois diariamente esses crimes afetam pessoas e empresas, ganham espaço no noticiário econômico, político e policial envolvendo não só o cidadão, mas também grandes corporações e instituições públicas e privadas”, disse Isaac Sidney, presidente da Febraban, ao comentar a pesquisa.


Entre os entrevistados, a maioria deles também considera que a privacidade nos meios eletrônicos é mito (59%) e que suas informações podem ser acessadas por outros. Cerca de 79% dessas pessoas mostraram preocupação em como as empresas e instituições tem utilizados seus dados pessoais, percentual que é maior do que a preocupação gerada em relação aos  governos (60%).


A pesquisa demonstrou ainda que apenas 11% das pessoas entrevistadas conhecem muito bem as leis de proteção de dados e que 45% conhecem mais ou menos essas leis.


A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 25 de junho e ouviu 3 mil pessoas nas cinco regiões do país.


Segundo dados da Febraban, os ataques de phishing, tentativa de roubo de senhas e de dados pessoais pela internet, cresceram 100% no primeiro bimestre deste ano em relação ao ano passado. Já os golpes da falsa central telefônico e do falso funcionário do banco cresceram 340%.


 Da Agência Brasil. Foto: (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Após três meses de queda, produção industrial cresce 1,4% em maio

A produção industrial aumentou 1,4% na passagem de abril para maio, após três meses consecutivos de queda. Nesse período, houve perda acumulada de 4,7%. Com o resultado de maio, a indústria atingiu o mesmo patamar de fevereiro de 2020, no cenário de pré-pandemia de covid-19. Apesar do avanço, o setor ainda se encontra 16,7% abaixo do nível recorde registrado em maio de 2011.


O setor acumulou ganho de 13,1% no ano e de 4,9% nos últimos 12 meses. Na comparação com maio do ano passado, a produção industrial cresceu 24%, a segunda taxa mais elevada desde o início da série histórica da pesquisa, em janeiro de 2002. A mais alta foi registrada no mês passado (34,7%). É o nono mês consecutivo de crescimento nesse indicador.


Produtos alimentícios (2,9%), coque, derivados do petróleo e biocombustíveis (3%) e indústrias extrativas (2%) puxaram a alta no mês. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


O gerente da pesquisa, André Macedo, afirmou que o resultado positivo de maio não significa uma reversão do saldo negativo acumulado nos meses de fevereiro, março e abril. “Há uma volta ao campo positivo, mas está longe de recuperar essa perda recente que o setor industrial teve. Muito desse comportamento de predominância negativa nos últimos meses tem uma relação direta com o recrudescimento da pandemia, no início de 2021, que trouxe um desarranjo para as cadeias produtivas”, disse, em nota.


O pesquisador destacou que o desabastecimento de matéria-prima e o encarecimento dos custos de produção estão entre as consequências sentidas pelo setor industrial. “Embora o resultado de maio na comparação com abril tenha sido positivo, quando olhamos o início de 2021 face ao recrudescimento da pandemia e todos os seus efeitos, o saldo ainda é negativo, haja vista que, quando pegamos outros indicadores, como o índice de média móvel trimestral, a leitura ainda é descendente”, disse. Em maio, o índice de média móvel trimestral caiu 0,8%.


Segundo o IBGE, o resultado positivo do índice geral em maio foi disseminado por 15 das 26 atividades analisadas pela pesquisa. “Esse número maior de atividades com crescimento está relacionado ao fato de termos, nos meses anteriores, um perfil bastante disseminado de atividades em queda. Isso faz com que haja uma volta natural ao campo de crescimento em função das quedas mais acentuadas nesses meses”, afirmou Macedo.


Outros resultados positivos vieram das atividades de metalurgia (3,2%), de outros produtos químicos (2,9%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (8%), de bebidas (2,9%) e de confecção de artigos do vestuário e acessórios (6,2%). Já as atividades que mais impactaram negativamente o índice foram produtos de borracha e de material plástico (-3,8%), máquinas e equipamentos (-1,8%) e produtos têxteis (-6,1%).


Segundo a pesquisa, houve avanço em duas das grandes categorias econômicas: bens de consumo semi e não-duráveis (3,6%) e bens de capital (1,3%). Já os setores produtores de bens de consumo duráveis (-2,4%) e de bens intermediários (-0,6%) recuaram em maio.


Da Agência Brasil / Foto: CNI/José Paulo Lacerda

Câmara deve votar mudanças no ICMS dos combustíveis na próxima semana

A Câmara dos Deputados deve votar, na próxima semana, o projeto de lei complementar que trata da incidência do ICMS em combustíveis. No entanto, as mudanças na alíquota, que poderiam beneficiar os consumidores, foram deixadas de lado. Segundo o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), os líderes partidários acordaram pela votação de um texto substitutivo que facilite com que o consumidor saiba quanto está pagando em impostos.


“Esse projeto será votado na semana que vem, mas só para dar transparência. Foi a maneira como o PLP 16/2021 teve a concordância de votar, que é você fazer o destaque nas bombas, nas notas fiscais, nos postos, de quanto custa o ICMS, ISS, os impostos federais, estaduais e municipais para que o consumidor saiba ao final quanto está pagando e quanto está indo para cada ente”, disse Lira, nesta quinta-feira (1º) após reunião do colégio de líderes.


O PLP 16 foi apresentado pelo governo no início deste ano. Ele previa a unificação do percentual das alíquotas do ICMS sobre combustíveis em todo o país ou um valor fixo nacional. Sendo assim, caberia ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) definir as alíquotas.


Porém, após conversas com Lira em maio, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) entendeu que o tema não prosperaria no Congresso e propôs mudanças, abrindo mão do valor fixo nacional. O projeto foi, então, apensado ao PLP 11/2020, de autoria do deputado Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT), que prevê que a incidência do ICMS passará a ser calculada com base em um valor fixo, com base na quantidade de combustível.



Hoje, o modelo existente prevê uma porcentagem de imposto sobre o preço do produto. Para Paulo Tavares, presidente do Sindicombustíveis-DF, fixar o valor do ICMS é algo positivo, especialmente no modelo proposto pelo governo, que previa uma alíquota nacional.


“O posicionamento é favorável. O governo quer colocar como se fosse o imposto federal, que é um valor fixo. Se a gasolina custa um real ou 100, o imposto custa 70 centavos. No ICMS é um percentual que varia de estado para estado. É um percentual sobre o valor da bomba”, explica.


Ele ressalta que os altos preços registrados nos últimos meses são resultado de um movimento de alta do petróleo no mercado internacional. No Brasil, o ICMS, torna essa realidade ainda pior, com uma variação constante, que prejudica tanto revendedores quanto consumidores.


O imposto é, segundo Tavares, um dos grandes problemas enfrentados por revendedores. Para não perder clientes, muitas vezes eles evitam repassar os aumentos de preços para as bombas. “Quando a base de cálculo aumenta, o aumento do ICMS é automático. A distribuidora aumenta o valor, e o revendedor é sempre o prejudicado. Ele acaba absorvendo essa alta e sendo prejudicado. Uma fixação do ICMS dá mais previsibilidade aos preços. É bom para a população e para o governo, que passa a ter uma arrecadação fixa”, comenta.


Reforma tributária

Se as novas regras para cobrança do ICMS tendem a avançar na Câmara, a reforma tributária ainda está em compasso de espera. A ideia do governo é unir impostos federais, estaduais e municipais para simplificar o pagamento de tributos.


O objetivo é formar um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual. Dessa maneira, o ICMS, considerado o imposto mais problemático e complexo, seria extinto e passaria a compor um IVA, junto com o imposto municipal ISS. As alíquotas seriam fixas e deixariam de ser decididas por cada estado separadamente.


O projeto de lei 3.887/2020, que une os tributos federais (PIS e Cofins) já está na Câmara. A que altera a tabela no Imposto de Renda, passando a tributar também dividendos, chegou à Casa na semana passada, entregue pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Ambos já têm um relator definido.


A parte que cabe ao Senado, porém, com projetos que alteram IPI, ICMS e ISS e criam uma espécie de passaporte tributário, ainda não começou a andar. Apenas a PEC 110/2019, sob a relatoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), que será a parte constitucional da reforma, está na Casa. O Ministério da Economia, no entanto, espera aprovar a reforma ainda este ano.


Por: Correio Braziliense / Foto: Minervino Junior/CB/D.A Press

Sesc Lazer volta a ser realizado em Surubim

Unidade reabre o parque aquático para o público neste domingo (04/07), às 10h. Serão realizadas atividades recreativas para crianças e adultos   


Depois de longo período sem atividades recreativas, por causa da pandemia do novo coronavírus, o Sesc Ler Surubim reabre seu parque aquático para a realização do Sesc Lazer, neste domingo (04/07), a partir das 10h. O público poderá usufruir da piscina e participar de brincadeiras recreativas até as 15h. Os ingressos custam R$ 10, mas os trabalhadores do comércio e seus dependentes, com o Cartão do Sesc atualizado, têm desconto e pagam R$ 5.


Para as crianças, serão realizadas brincadeiras na piscina e nas áreas de lazer da unidade. Já os adultos, terão à disposição os jogos de salão, a quadra poliesportiva e o campo de futebol society. A cantina do Sesc estará aberta para a venda de petiscos e bebidas. “Estamos prontos para receber todas e todos, tomando as medidas de segurança sanitárias, nesta retomada de um projeto que promove momentos de lazer para os comerciários e o público em geral”, afirma Daniela Liano, instrutora de atividades recreativas do Sesc Ler Surubim. 


Serviço: Retomada do Sesc Lazer em Surubim


Data: 04 de julho


Horário: das 10h às 13h


Ingressos: R$ 5 (trabalhadores do comércio e dependentes) e R$ 10 (público geral)


Informações (81) 3634-5280


Da ASCOM 

Reunião sobre projeto “Territórios Inovadores” acontece em Surubim

Inovação, empreendedorismo e estratégia serão ferramentas essenciais na retomada da economia do município, após o período da pandemia.


É pensando nesse importante passo que, nesta quinta-feira (1), a Solução Consultoria, empresa parceira do SEBRAE e do Programa "Seu Município Mais Inovador", trouxe uma equipe para Surubim com o projeto "Territórios Inovadores". Uma ação que reúne representantes da gestão municipal e da sociedade civil, bem como empresários e instituições da cidade.


O objetivo desses encontros é identificar e fortalecer os potenciais econômicos de Surubim e buscar soluções para os obstáculos que ainda impedem o crescimento das micro, pequenas e grandes empresas locais. Cuidar da geração de renda, da criação de empregos e dos investimentos na cidade é cuidar da nossa gente. 


Da ASCOM Surubim

quinta-feira, 1 de julho de 2021

Bandeira de Surubim completa 52 anos, nesta quinta-feira (01)

 Nesta quinta-feira (01), a bandeira de Surubim completa 52 anos. Instituída pela Lei Municipal 11/69 de 01.07.1969 pelo então Prefeito Municipal Mons. Luís Ferreira Lima. 

A bandeira de Surubim foi idealizada por Osvaldo Leal e desenhada por Severino Apolinário de Lucena Filho. 


A bandeira é definida classicamente como sendo o símbolo visual representativo de um estado soberano, ou país, estado, município, intendência, província, bairro, organização, sociedade, clã, coroa, reino, ou seja toda e qualquer entidade constituída, quer seja uma nação e seu povo, ou mesmo uma família tradicional, desde que reconhecida por outras entidades ou tradição. 


Da Redação (Negócios & Informes)

Comissão Pró Universidade do Agreste Setentrional realiza live com os professores Hidelbrando Albuquerque e Carmélio Fernandes, nesta sexta-feira (2)

📱Amanhã tem live da Comissão Pró-Universidade!


Participação dos professores Hidelbrando Albuquerque - Professor de Linguagens; Mestre em Educação Contemporânea; Especialista em Literatura e Estudos Culturais e em Gestão Pública; e Carmélio Fernandes -  Graduado em História e em Direito; Coordenador do ALAS; Compositor e Produtor de Conteúdo do Canal do YouTube "Histórias e Estórias" que estarão debatendo o tema:


Trajetória acadêmica:  formação e vida profissional

                                                                                                                                                                                                              

Mediação de Amanda Roberta - Assistente Social; Mestre em Serviço Social e Integrante da Comissão Pró-Universidade


🎯Anota na agenda! Será nesta sexta-feira dia 02/07 às 20h pelo Instagram @comissaoprouniversidade


😉Segue lá! Conheça a causa, divulgue com seus contatos e apoie o movimento para construção de uma Universidade Pública para o Agreste Setentrional


Pernambuco recebe mais 51.480 doses de vacinas da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19

Pernambuco recebeu, na noite da quarta-feira (30), um novo lote de vacinas contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech. O avião com 51.480 unidades do imunizante pousou no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre às 21h25. Em seguida, as doses foram encaminhadas à sede do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE) para checagem e distribuição. 


Além da remessa da Pfizer/BioNTech, Pernambuco recebeu, também na quarta-feira, um lote com 113.250 unidades do imunizante da AstraZeneca /Oxford/Fiocruz.


“Novas doses de vacina chegaram a Pernambuco nesta quarta-feira, o que permitirá que possamos dar maior celeridade à imunização da população. Cada dose recebida tem extrema importância para a campanha de vacinação no nosso Estado”, pontuou o governador Paulo Câmara.


A recomendação da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) é que as novas doses da AstraZeneca recebidas sejam destinadas exclusivamente à primeira aplicação nos funcionários do sistema carcerário e população privada de liberdade, nas forças de segurança e salvamento e Forças Armadas, e também na população em geral, na faixa etária ente 55 e 59 anos. 


De acordo com o andamento e realidade da campanha em cada cidade, poderá haver a expansão também para outras populações prioritárias ou faixas etárias.


“Estamos finalizando o primeiro semestre com mais de 5,4 milhões de vacinas recebidas e disponibilizadas aos pernambucanos. Já conseguimos um avanço importante na proteção com a primeira dose dos grupos prioritários e avançamos na vacinação por faixa etária. Reforçamos que, com o recebimento das doses, os municípios devem ficar atentos às metas de cada grupo, fazendo busca ativa dos faltosos tanto da primeira dose quanto da segunda. A população também deve ficar atenta às etapas da campanha em sua cidade para fazer valer seu direito à saúde quando chegar a sua vez”, afirmou o secretário estadual de Saúde, André Longo.


Desde o início da campanha de vacinação contra a Covid-19, Pernambuco já recebeu 5.432.010 doses de imunizantes. Foram 2.743.420 da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz, 2.141.960 unidades da CoronaVac/Butantan, 484.380 doses da Pfizer/BioNTech e 62.250 da Janssen.


Da Folha de PE / Foto: Heudes Régis/SEI

Em um ano, 661 mil migram para trabalho por conta própria no Brasil

Em um ano, 661 mil pessoas migraram para o trabalho por conta própria no país. Com isso, impediram um avanço ainda maior do desemprego durante a pandemia, sinalizam dados divulgados nesta quarta-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Entre fevereiro e abril de 2020, período inicial da crise sanitária, o Brasil tinha 23,38 milhões de trabalhadores ocupados por conta própria. Em igual trimestre de 2021, o número subiu 2,8%, para 24,04 milhões. O aumento de 661 mil pessoas vem dessa comparação.


Enquanto isso, a população ocupada com algum tipo de trabalho caiu 3,7% em termos gerais, para 85,94 milhões (menos 3,3 milhões de pessoas). Os números integram a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) com divulgação mensal.


"Essa forma de inserção no mercado [autônoma] tem um contingente mais elevado agora do que em abril de 2020. Observamos uma reação maior no trabalho por conta própria do que no emprego com carteira no setor privado", analisou Adriana Beringuy, gerente da pesquisa do IBGE.


Os profissionais autônomos são divididos em dois grupos: com ou sem CNPJ. A parcela com registro formal subiu 5,9% em relação ao trimestre encerrado em abril de 2020, para 5,84 milhões (mais 327 mil). Enquanto isso, a fatia sem CNPJ, mais numerosa, avançou 1,9%, para 18,19 milhões (mais 334 mil).


Na visão de analistas, o aumento do trabalho por conta própria está relacionado, em parte, aos impactos da crise, que elevou o desemprego. Com isso, mais pessoas foram empurradas para o chamado empreendedorismo por necessidade.


Segundo o IBGE, a taxa de desemprego foi de 14,7% entre fevereiro e abril deste ano, permanecendo no nível recorde da série histórica iniciada em 2012. O total de desempregados foi estimado em 14,8 milhões.


"O trabalho por conta própria acaba sendo uma saída para as dificuldades do mercado de trabalho, que já estava fragilizado antes da pandemia", pontua o economista Rodolpho Tobler, pesquisador do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas).


O economista Fábio Pesavento, professor da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) em Porto Alegre, tem opinião semelhante. Com as dificuldades da crise, diz, mais gente teve de encontrar alternativas de renda, e a internet foi uma aliada.


"O corte de empregos atingiu a economia de maneira generalizada na pandemia, obrigando o trabalhador a encontrar alternativas. Negócios por conta própria com investimento baixo, tamanho reduzido e uso da internet fazem parte das saídas construídas", aponta Pesavento.


Analistas lembram que, antes da crise sanitária, o país também já vinha registrando alta no número de MEIs (microempreendedores individuais). Esse movimento de busca por formalização, que continuou durante a pandemia, é visto como outro ponto que ajuda a entender o avanço do trabalho por conta própria com CNPJ.


Dados do Ministério da Economia indicam que, no primeiro quadrimestre de 2021, o Brasil teve 1,1 milhão de novos registros de MEIs, alta de 30,6% em relação a igual período de 2020. A estatística considera a abertura de negócios, enquanto a pesquisa do IBGE estima se os profissionais estão de fato trabalhando (ocupados) ou não (desempregados).


Com o passar dos meses, a tendência é de que o trabalho por conta própria siga em alta, projetam analistas. A avaliação leva em conta o fato de que o mercado de trabalho ainda continua em dificuldades para absorver a mão de obra desempregada. Além disso, o auxílio emergencial, que beneficiou informais, foi reduzido neste ano, o que pode levar mais gente de volta ao mercado autônomo. Para continuar lendo, clique AQUI!

Pernambuco terá linha de crédito destinada às empresas do setor do turismo

Os recursos do Fundo Geral do Turismo (Fungetur), do Ministério do Turismo, do Governo Federal, poderão ser acessados por empreendimentos turísticos do Estado, através do CrediturPE, linha de crédito de capital de giro que será administrada pela Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE). Os detalhes sobre o lançamento foram anunciados durante reunião virtual do Conselho Estadual de Turismo de Pernambuco (Contur-PE).


Numa primeira etapa, serão colocados para empréstimo recursos da ordem de R$ 10 milhões, destinados a financiar capital de giro de pessoas jurídicas do setor de turismo, sendo obrigatório estarem cadastradas no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), do Ministério do Turismo.


As condições da AGE são especiais, com valor do crédito por cliente de até R$ 150 mil, com até 72 meses no total para a operação financeira, sendo 12 meses de carência do principal e até 60 meses para pagar (12+60), em função da análise cadastral e da capacidade de pagamento do cliente. As taxas de juros são de Selic, mais 5% ao ano.


“Um diferencial desta linha de crédito de capital de giro é que ela pode ser acessada não apenas por quem teve suas atividades afetadas pela pandemia, mas também para quem deseja retomar seu funcionamento, ou quem quer abrir um novo estabelecimento, já apresentando um plano de negócios”, ressalta o diretor de Negócios da AGE, Edilberto Xavier.


A linha de crédito pode ser utilizada para capital de giro nas seguintes atividades: meios de hospedagem, parques temáticos, transportadoras turísticas, bares e restaurantes, agências de turismo e organizadores de eventos, entre outras categorias. Por outro lado, estão impedidos de contratar os clubes, entidades de classe, organizações religiosas, sindicatos/federações e confederações sindicais, partidos políticos, comércio de armas, atividade bancária/ financeira, jogos e prognósticos, além de motéis/saunas e termas.


"O Governo do Estado vem se esforçando para atender o trade turístico, tão afetado com a pandemia. Foram liberados R$ 10 milhões para várias atividades econômicas, e tivemos também o apoio do crédito específico para o setor de eventos e para os guias de turismo. Agora a AGE opera o Fungetur, um crédito com recursos advindos do Ministério do Turismo, com carência de 12 meses e parcelamento em até 60 meses. É uma oportunidade para o trade se reestabelecer, injetar dinheiro no seu negócio, de modo que, nessa retomada, a gente possa passar pela pandemia de maneira mais equilibrada. Isso vai ajudar a retomar o emprego também na área do turismo", destaca o secretário de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes. 


Para fazer o pré-cadastro, é preciso preencher o formulário que estará disponível no site da AGE (www.age.pe.gov.br/crediturpe). No site, também estão detalhados quais as tarifas, garantias e documentos necessários. 


Da Folha de PE / Foto: Divulgação/Secretaria de Turismo de Pernambuco

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Blogs e Sites Parceiros

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com