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sábado, 13 de agosto de 2022

Cartão de crédito vai deixar de existir em algum momento, diz presidente do BC

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse nesta sexta-feira (12) que as inovações no mercado financeiro devem fazer com que o cartão de crédito deixe de existir “em algum momento em breve”.


Ao falar sobre inovação no mercado, como Open Finance e Pix, Campos Neto explicou que no futuro será possível ter uma plataforma no celular que junte todas as informações financeiras de cada pessoa, inclusive permitindo pagamentos. Com essa possibilidade, o cartão de crédito não seria mais necessário.


— Se eu tenho Open Finance e sei tudo que vai pagar e receber, eu posso desenhar seu , vai gerar educação financeira, uma melhoria na parte de crédito muito grande porque as pessoas vão ter uma educação — disse e continuou:


— Hoje por exemplo, você compra com cartão de crédito, aí um familiar vai lá e compra 15 parcelas. Aqui (na plataforma) você vai ter tudo de forma consolidada, inclusive esse sistema elimina a necessidade de ter cartão de crédito. Acho que o cartão de crédito vai deixar de existir em algum momento em breve — disse.


Os cartões de crédito e débito estão em segundo e terceiro lugar, respectivamente, entre os meios de pagamentos mais utilizados no país, perdendo apenas para o Pix.



No primeiro trimestre deste ano, o BC registrou 4,2 bilhões de transações pelo Pix. No cartão de crédito foram 3,7 bilhões e no débito, 3,6 bilhões.


Moeda digital em 2024


Parte da agenda de inovação no sistema financeiro do BC, a criação do Real Digital está em desenvolvimento. Campos Neto espera lançar a novidade em 2024, apesar de um atraso por conta da greve dos servidores.


— Eu gostaria de ter a moeda digital funcionando em 2024. A gente teve um pequeno atraso por conta da greve que nós tivemos, mas acho que dá pra avançar nisso — disse.


Por Agência O Globo - Foto: Agência Brasil





Receita Federal vai parcelar dívidas de impostos em até 10 anos

 A Receita Federal publicou, ontem (12/8), uma portaria no Diário Oficial da União que facilita a renegociação de dívidas tributárias, com descontos que podem chegar a 70% do valor devido e prazo de pagamento de até 120 meses (10 anos), na maioria dos casos, ou mesmo 145 meses em determinadas situações. A medida é ampla, e vai valer para pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEIs), empresas, entidades como santas casas e cooperativas e até órgãos públicos. As negociações terão início em 1° de setembro.


A portaria regulamenta regra aprovada pelo Congresso, neste ano, que ampliou o alcance da chamada transação tributária — mecanismo que permite ao governo dar condições mais favoráveis de pagamento de dívidas a devedores específicos, após avaliação sobre as dificuldades para quitar o débito. As renegociações poderão ser feitas pelos contribuintes diretamente com a Receita Federal.


Poderão ser negociados valores em contencioso administrativo fiscal (com valor acima de R$ 10 milhões); passivos ainda em fase de reclamação na Receita, e até mesmo dívidas alvo de atuação do fisco que não tenham ainda chegado à fase recursal. O estoque total desses débitos é de aproximadamente R$ 1,4 trilhão, mas a Receita não apresentou estimativa da provável arrecadação com o programa, nem do número de contribuintes que podem ser beneficiados. Para os débitos de contribuições sociais, o prazo de pagamento fica limitado a 60 meses conforme disposição constitucional.


Órgãos públicos

 

A norma permite ainda a utilização de precatórios ou direitos creditórios com sentença transitada em julgado para amortização de dívida tributária — incluindo principal, multa e juros.


De acordo com a medida, também fazem parte do público-alvo da portaria "devedores falidos, em recuperação judicial ou extrajudicial, autarquias, fundações e empresas públicas federais; e estados, Distrito Federal e municípios e respectivas entidades de direito público da administração indireta".


A nova renegociação de débitos tributários, instituída pela portaria, é bem mais ampla do que os tradicionais programas implementados pelo governo, que costumam contemplar apenas passivos que já percorreram todo o processo administrativo e estão inscritos na dívida ativa da União. Até o momento, a Receita tinha autorização para liberar a adesão ao programa apenas para débitos de pequeno valor ou dívidas que envolvessem relevante controvérsia jurídica.

 

Para o consultor financeiro Elber Laranja, sócio-fundador da consultoria Antecipa Fácil, a medida amplia significativamente o espectro das empresas devedoras que podem regularizar a situação fiscal. "Relações comerciais mais formais dentro da iniciativa privada, ou com qualquer entidade da administração pública, requerem a regularidade das obrigações fiscais para se concretizarem, e as empresas devedoras, normalmente, ficam de fora dessas oportunidades", explicou.


Para Laranja, a medida pode motivar empresas que já desistiram de honrar os compromissos com o Fisco a retomarem o cumprimento das obrigações.


Eleições

 

A Receita Federal sempre foi contrária a medidas de renegociação de dívidas tributárias, como os sucessivos Refis, por considerar que elas desestimulam o pagamento regular de impostos. A portaria publicada ontem contraria esse entendimento. "Parece que houve um vislumbre da oportunidade de utilizar algo que funcionava de maneira menor como um modo de mostrar serviço em um ano eleitoral", avaliou Elber Laranja.


O consultor aponta ainda como efeitos negativos da medida uma drástica diminuição na expectativa de arrecadação e a "premiação do devedor persistente". "A sensação que medidas como essa deixam é de que apenas maus pagadores são beneficiados pelo fisco: quem paga certo, paga 100%, quem paga errado, tem desconto."


Por: Fernanda Strickland - Correio Braziliense | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil




Prefeitura de Surubim promove Curso de Tratorista em parceria com o SENAR

O Programa Qualifica Surubim, em parceria com o SENAR e a Associação de Moradores do Sítio Tamanduá, promoveu nesta semana, o Curso de Tratorista, na comunidade. A iniciativa tem grande importância para a Zona Rural do município, promovendo qualificação de nível profissional para os agricultores que tem interesse no manejo de máquinas.


Cuidar das demandas do município e gerar oportunidades, essa é a Prefeitura de Surubim, cuidando da nossa gente.



Da ASCOM Surubim







Semana Cultural 2022: Surubim anuncia show de Marcelo Falcão

O cantor Marcelo Falcão, ex-vocalista do O Rappa, vai estar em Surubim, no dia  2 de setembro para show. Marcelo é a primeira atração confirmada da nossa Semana Cultural 2022, no 19º Moto Fest. 


O anúncio foi feito nesta sexta-feira (12) pela prefeita Ana Célia, acompanhado por membros do Motoclube Cowboys do Asfalto, organizadores do Surubim Moto Fest. O evento marca a abertura das comemorações dos 94 anos de emancipação política de Surubim, na primeira semana de setembro.






sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Desocupação em Pernambuco recua para 13,6%, aponta IBGE

Acima da média nacional, que encerrou o 2º trimestre de 2022 com índice de 9,3%, a atual taxa de desocupação da população de 14 anos ou mais em Pernambuco é de 13,6%. O resultado, relevado nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da PNAD Contínua Trimestral, é o segundo maior do país, permanecendo atrás apenas da Bahia que encerrou o mesmo período do ano com 15,5% de desocupação. 



Apesar de elevado, o índice representa uma recuperação em comparação com o primeiro trimestre deste ano, período em que a taxa de desocupação no estado ficou em 17%. Com sua menor taxa de desocupação desde o início da pandemia, Pernambuco elevou em 4,4% a quantidade de pessoas ocupadas, subindo de 3 milhões e 531 mil pessoas no 1º trimestre deste ano para 3 milhões e 686 mil trabalhadores no 2º trimestre. Em comparação com o mesmo período de 2021, o aumento foi de 13,1%.


 

"O estado ainda tem uma das maiores taxas de desocupação do Brasil por conta de características históricas e estruturais dos mercados de trabalho locais. Porém, considerando o período antes da pandemia, este foi o menor resultado já registrado em Pernambuco. Também é o menor desde o 2º trimestre de 2015, 9,2%", afirmou o secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco, Alberes Lopes. 


Entre a população empregada, o avanço foi de 4,2% no acumulado de abril, maio e junho. Neste período, a maior alta ficou por conta dos trabalhadores por conta própria, população que cresceu 7%. No total, os trabalhadores autônomos, formalizados ou não, representam atualmente 32,2% dos pernambucanos ocupados.

 

INFORMALIDADE

O levantamento realizado pelo IBGE também revelou que a taxa de informalidade em Pernambuco aumentou apenas 0,1% no 2º trimestre de 2022, percentual que indica estabilidade no indicador. No estado, 52,9% dos trabalhadores ocupados são informais, número que representa 1 milhão e 949 mil pessoas que não possuem direitos trabalhistas. A taxa está acima da média nacional, que encerrou o 2º trimestre em 40%.


A taxa de informalidade da população ocupada leva em consideração o empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; trabalhador doméstico sem carteira de trabalho assinada; empregador sem registro no CNPJ; trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; trabalhador familiar auxiliar.

 

RENDIMENTO 

De acordo com a PNAD Contínua, o rendimento médio real habitual dos pernambucanos ocupados ficou em R$ 1.740 no 2º trimestre de 2022, permanecendo estável em relação ao trimestre anterior. Já na comparação com o segundo semestre de 2021, houve uma perda de 12,8%, agravada pela inflação do período.


Por: Diario de Pernambuco - Arquivo/Agência Brasil





Desemprego registra queda em 22 unidades da federação

A taxa de desemprego caiu em 22 das 27 unidades da federação no 2º trimestre, na comparação com os 3 primeiros meses do ano. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) Trimestral, divulgada hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



O maior recuo no trimestre foi registrado no estado de Tocantins, com menos 3,8 pontos percentuais. Pernambuco caiu 3,5 pontos percentual e Alagoas, Pará, Piauí e Acre também se destacaram, todos com quedas de cerca de 3 pontos. Apesar das quedas, o Nordeste permanece com a maior taxa de desocupação entre as regiões, de 12,7%.


Por estado, o maior índice de desemprego é o da Bahia (15,5%), seguido de Pernambuco (13,6%) e Sergipe (12,7%). Os menores índices estão em Santa Catarina (3,9%), no Mato Grosso (4,4%) e no Mato Grosso do Sul (5,2%). Registraram estabilidade na taxa o Distrito Federal, Amapá, Ceará, Mato Grosso e Rondônia.


A taxa de desocupação no segundo trimestre de 2022 ficou em 9,3%. No trimestre anterior, o índice nacional estava em 11,1% e no mesmo trimestre do ano passado o desemprego era de 14,2%.


Informalidade

 

A taxa de informalidade ficou em 40% da população ocupada, com 39,3 milhões de pessoas. Houve aumento em números absolutos na comparação trimestral (38,2 milhões) e na anual (35,7 milhões), mas estabilidade na análise percentual, devido à expansão da população ocupada.


Os trabalhadores por conta própria são 26,2% da população ocupada do país e a taxa composta de subutilização da força de trabalho foi de 21,2%.


Entre as pessoas desocupadas, 42,5% estão procurando trabalho entre um mês a menos de um ano e 29,5% procuram por dois anos ou mais. O país tem 4,3 milhões de pessoas desalentadas, o que corresponde a 3,8% da força de trabalho.


A formalidade no trimestre atingiu 73,3% dos empregados do setor privado, queda em relação aos 74,1% do trimestre anterior e também na comparação com os 75,2% do segundo trimestre de 2021. Por estado, a formalidade vai de 46,6% dos trabalhadores do Piauí a 87,4% dos de Santa Catarina.


Entre as trabalhadoras domésticas, apenas 25,1% tinham carteira de trabalho assinada no período analisado.


Gênero e raça

 

De acordo com o IBGE, a desocupação entre mulheres (11,6%) e entre pessoas pretas (11,3%) e pardas (10,8%) continua acima da média nacional. A taxa entre pessoas brancas ficou em 7,3% e o desemprego atinge 7,5% dos homens.


Segundo a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, a diferença entre negros e brancos aumentou, enquanto a distância do desemprego das mulheres para os homens diminuiu, mas ainda é grande.


“A queda foi maior entre as mulheres (2,2 pontos percentuais contra 1,6 ponto percentual dos homens), porém, não foi o suficiente para diminuir a distância entre eles. A taxa das mulheres é 54,7% maior que a dos homens”.


Por idade, o maior recuo ocorreu entre os jovens, de 18 a 24 anos, passando de 22,8% no primeiro trimestre do ano para 19,3% no segundo. Por escolaridade, a taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto ficou em 15,3%, para quem tem nível superior incompleto, a taxa foi 9,9%, e para o nível superior completo o desemprego ficou em 4,7%.


Rendimento

 

O rendimento médio mensal recebido pelos trabalhadores foi estimado em R$ 2.652 no segundo trimestre do ano, o que representa estabilidade na comparação com o valor de R$ 2.625 registrado no trimestre anterior, segundo o IBGE.


O valor é 5,1% menor do que o percebido no segundo trimestre de 2021, quando o rendimento médio foi de R$ 2.794. Segundo Adriana Beringuy, o resultado demonstra que as pessoas estão recebendo salários menores, bem como os rendimentos perdem valor diante da alta da inflação.


“A gente tem melhoria do número de ocupados, um crescimento até de carteira de trabalho, em várias atividades econômicas, mas o rendimento em si não vem apresentando uma expansão em termos reais. Embora a gente tenha visto que em termos nominais houve sim uma expansão no trimestre e no ano. Só que trazidos a termos deflacionados, quando a gente considere em termos reais, o aumento que teve em termos nominais não é o suficiente para manter a expansão em termos reais”.


O rendimento dos homens ficou em média em R$ 2.917 e o das mulheres em R$ 2.292, o que representa 78,6% do rendimento dos homens. Entre as pessoas brancas, o rendimento médio é de R$ 3.406, caindo para R$ 2.009 entre as pretas e R$ 2.021 entre as pessoas pardas. Ou seja, o rendimento médio dos ocupados de cor preta representa 59% do rendimento médio dos ocupados de cor branca.


Acompanhando a expansão do mercado de trabalho, a massa de rendimento médio real de todos os trabalhos somou R$ 255,7 bilhões, crescimento em relação ao trimestre anterior (R$ 244,9 bilhões) e frente ao segundo trimestre de 2021 (R$ 244 bilhões).


Por: Akemi Nitahara Por: Agência Brasil - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil



Setor de serviços cresce, mas mostra retomada desigual

Junho não foi um mês positivo para a produção industrial e para o comércio, mas foi mais favorável para o setor de serviços — o mais atingido pela crise provocada pela pandemia da Covid-19 e o último a apresentar recuperação. No entanto, o segmento continua apresentando retomada desigual — e vem dando sinais de desaceleração.


De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de serviços cresceu 0,7% em relação a maio. O dado ficou levemente acima das estimativas do mercado, de 0,5%. Enquanto isso, a produção industrial e o varejo apresentaram recuos de 0,4% e de 1,4%, respectivamente, no sexto mês do ano.


Após a divulgação da PMS, analistas ouvidos pelo Correio mantiveram as previsões para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre deste ano, com a maioria apostando em 0,8%. Vale lembrar que, no primeiro trimestre, o PIB brasileiro cresceu 1%.


Com o resultado de junho, o setor de serviços ficou 7,5% acima do nível pré-pandemia, de fevereiro de 2020, devido à volta das atividades presenciais. Dos cinco grupos de atividades pesquisadas, um teve queda: informação e comunicação. Os demais tiveram crescimento, mas o que mais emprega — o de serviços prestados às famílias, como restaurantes e hotéis — ainda está 6,1% abaixo do patamar pré-pandemia. No grupo de transportes, o segmento aéreo também não recuperou o nível de fevereiro de 2021 (está 6,2% abaixo), mostrando que a retomada continua desigual.


No acumulado do ano, o volume de serviços registrou alta de 8,8% e, na série sem ajuste sazonal, comparando com junho de 2021, foi registrada a 16ª alta consecutiva, de 6,3%.


Desaceleração

Um dado que chama a atenção na PMS é a tendência de desaceleração do setor, mesmo antes do impacto da política monetária na atividade econômica, previsto para ocorrer a partir de julho. Considerando o acumulado nos últimos 12 meses, o volume de serviços teve alta de 11,7%, em maio e de 10,5% em junho, mantendo a trajetória descendente iniciada em abril de 2022, quando a taxa de crescimento era de 12,8%. O grupo de serviços prestados às famílias também apresenta desaceleração, apesar de registrar taxas positivas desde março.


Analistas avaliam que, no segundo semestre, o crescimento do PIB será ainda mais desafiador. Alguns não descartam queda do PIB no terceiro trimestre como reflexo do impacto da alta de juros promovida pelo Banco Central desde março de 2021.


“Os serviços vieram fortes em junho e podem ajudar no resultado do PIB do segundo trimestre, mas a tendência é de desaceleração. O ano de 2022 terá dois semestres bem distintos”, destacou a economista Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Pelas projeções do Ibre, o PIB do segundo trimestre terá alta de 0,8%, com desaceleração para 0,1% no trimestre seguinte. Segundo a analista, se houver alguma mudança nas estimativas do PIB de abril a junho, as perspectivas para o ano não devem ser alteradas. O instituto prevê avanço de 1,7% no PIB deste ano e queda de 0,3% em 2023.


O economista Silvio Campos Neto, sócio da Tendências Consultoria, também não descarta queda no PIB do terceiro trimestre e reconhece que ainda há muitas incertezas para a economia se recuperar de forma mais robusta ao longo do ano. Pelas projeções da Tendências, o PIB de abril a junho deverá crescer 0,8% e, nos três meses seguintes, encolher 0,4%, nas comparações com o trimestre imediatamente anterior. “Os sinais são mistos e fazem sentido no contexto atual de retomada instável, com inflação elevada e alta forte dos juros”, explicou.


De acordo com Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, os dados de serviços ajudaram a segurar uma indústria e comércio ainda fracos no segundo trimestre, mas não encobrem os sinais de enfraquecimento que devem ficar mais aparentes depois da eleição. Ele avaliou que o pacote de R$ 41,2 bilhões de benefícios — que começaram a ser pagos nesta semana — não mudará a tendência de desaceleração da atividade em um cenário em que a inflação dos alimentos continua persistente e atinge em cheio os mais vulneráveis.


“O pacote não é suficiente para evitar números muitos ruins no terceiro trimestre. E a inflação dos alimentos continuará alta e acima de dois dígitos”, alertou. A MB prevê estagnação no PIB do terceiro trimestre e queda de 0,5% nos três meses seguintes.


Por: Rosana Hessel - Correio Braziliense - Foto: Ed Alves /CB/D.A Press




Surubim vai abrir Centro de Atendimento Veterinário

Surubim vai ganhar um Centro de Atendimento Veterinário Municipal ainda este ano. Localizado no bairro São Sebastião, o 'CAV' contará com atendimento veterinário e pequenas cirurgias. De autoria da vereadora Beatriz Guerra, o requerimento foi aprovado no dia 11 de junho de 2021. 


Nesta quinta-feira (11), Beatriz acompanhou a visita técnica com a prefeita Ana Célia e o Secretário de Agricultura e Desenv. Econômico, Denny Lapenda às instalações do Centro de Atendimento Veterinário de Surubim. Confira nota divulgada nas redes sociais por Beatriz Guerra: 


"Teremos atendimento veterinário e pequenas cirurgias, ainda não é um ponto de acolhimento, mas nossa luta continua para que tenhamos também um espaço de acolhimento em breve.


O Bairro São Sebastião será o bairro que irá receber esse espaço que vem sendo muito desejado por todos e todas de Surubim.


Nosso compromisso com os animais continua. Vamos simbora!!!"




Fábrica da 51 ICE investe em expansão em Pernambuco e pode gerar até 20 vagas

Com o crescimento de produtos ‘RTD’ (Ready to Drink, ou na tradução livre, Prontos para Consumo), empresas de grande porte começam a investir mais em bebidas práticas e acessíveis. É o caso da Cia Müller de Bebidas, dona da marca 51. Com uma fábrica no Nordeste, a empresa decidiu ampliar sua linha de produção e mudar a embalagem da 51 Ice de vidro para lata, com vendas já a partir deste mês em todo o país. O valor do investimento não foi divulgado, mas a ampliação aumentará em 20% a geração de empregos dentro da companhia, com possibilidade de abertura de cerca de 15 a 20 vagas.



Possuindo uma linha de envase de latas no Nordeste, mais a crise de insumos que o país sofre, Simone Nakazone, a gerente industrial da Cia Müller de Bebidas, deixa claro que o plano surgiu como uma forma de investir em um mercado que começou a crescer: "Durante a pandemia a gente investiu na 51 ICE, que é um produto RTD, então é um produto de menor teor alcoólico para jovem, e ele cresce mesmo durante a pandemia. O plano de investimento surge em um momento de crise de demanda maior que oferta de vasilhames de vidro, que era a principal embalagem que a gente oferecia o produto.” A empresa, que possui atualmente duas fábricas (uma em Pirassununga-SP e outra em Recife-PE), só possui o envasamento de latas na fábrica de Pernambuco.


Além disso, as latas, que serão adquiridas do município de Sergipe, são fruto de um projeto de logística muito bem pensado e definido, com base principalmente no descarte da embalagem. A companhia possui parceria com cooperativas de reciclagem em Recife e é apoiadora do projeto ‘Rio Vivo, Rio Limpo’, responsável pela coleta de resíduos e também por mandá-los para os centros de reciclagem. 


“A empresa decidiu investir num mercado de uma bebida que tem potencial de crescimento, que atende a um público jovem, diferenciado do público que a gente tinha o portfólio lá que era o envase de cachaça branca, de teor alcoólico alto. Então a gente começa a abrir essa oportunidade numa embalagem prática, diferenciada, e a gente fez lá uma expansão que envolve desde a elaboração do produto, o desenvolvimento de fornecedores locais de matéria prima, uma área de elaboração e um envase de um produto carbonatado, porque a linha atual não era.”, continua a gerente industrial.


A Cia Müller é dona de vários produtos, como a 51 ICE (com 10 sabores diferentes, incluindo Gin Tônica e Kiwi, por exemplo), diversos tipos de cachaça (como a linha 51 e Terra Brazilis), o conhaque Domus, a vodka Polak e o whisky Old Eagle. Com o investimento, somente os produtos da 51 (51 ICE e Cachaça 51) serão enlatados e produzidos em grande demanda. A expectativa é que sejam fabricadas cerca de 20 mil latas por hora, com capacidade de distribuição para todos os estados do país.



As obras do projeto tiveram duração de 7 meses, inclusive no período de chuva que assolou o estado. A planta foi toda adequada para as novas necessidades, com uma nova sala de elaboração, aquisição de tanques e novos equipamentos. De acordo com Simone, as latas podem começar a ser distribuídas ainda no mês de agosto. 


Para quem tiver interesse em enviar sua candidatura para o banco de talentos da Cia Müller de Bebidas, é preciso possuir conta no LinkedIn e acessar o link https://www.linkedin.com/jobs/view/3204212784/?refId=d9nL1Y%2Bvwq95IiNqfU43mg%3D%3D.


Da Folha de Pernambuco - Foto: Divulgação




quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Com proposta de R$ 570 milhões, grupo mineiro vence leilão do Centro de Convenções

Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Empetur e da Secretaria de Turismo e Lazer, o leilão para a concessão do Centro de Convenções de Pernambuco foi realizado nesta quinta-feira (11) na sede da B3, em São Paulo. Ganhadora do leilão, a nova concessionária, Consórcio CID Convenções Pernambuco, será responsável pela gestão do equipamento durante os próximos 35 anos. 


Foto: Chico de Andrade/Setur
De acordo com a concessão, o consórcio deverá realizar a administração, operação, e manutenção do
local, incluindo obras de reforma e modernização do espaço. Durante os três primeiros anos, a previsão é que sejam realizados R$ 40 milhões em investimentos na adequação da infraestrutura hidráulica, elétrica e civil nos pavilhões e em novos espaços. Ao longo de todo o contrato, o investimento será de mais de R$ 570 milhões.



De acordo com a secretária de Turismo e Lazer de Pernambuco, Milu Megale, a concessão deverá tornar o equipamento mais atrativo e competitivo para a realização de feiras, congressos, convenções e eventos em geral. "A concessão do Centro de Convenções era um pedido antigo do trade turístico pernambucano e estamos muito felizes de conseguir realizar isso nesta gestão. Será uma nova etapa para o turismo do estado, sem dúvida", afirmou Milu Megale.


"Todo o processo foi realizado com muita transparência, legalidade e compliance. O Centro de Convenções é um equipamento vanguardista, primordial para o desenvolvimento da economia pernambucana. Temos o melhor trade turístico do Brasil e perspectivas promissoras com o hub aéreo, investimentos vultosos na hotelaria, inclusive com a chegada de redes hoteleiras internacionais”, destacou o presidente da Empetur, Antonio Neves Baptista.


Até o mês de julho deste ano, o Centro de Convenções de Pernambuco já recebeu 122 eventos, seis feiras de negócios e um congresso científico. Entre os destaques, estão o Congresso Brasileiro de Cirurgia Dermatológica, a Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), o EXPOISP - Congresso Nacional de Provedores e a Hairnor - Feira de Beleza do Nordeste.


Do Diario de Pernambuco


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