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domingo, 24 de outubro de 2021

E quem nunca se isolou? Trabalhadores essenciais celebram o fim de uma restrição que nunca os tocou

Se para quem fez isolamento a sensação agora é de receio, para quem não parou de trabalhar a sensação é de desafogo. "É muito bom ver o pessoal voltando. A sensação agora é de alívio", informou Erick José da Silva, 26, frentista. Para ele, o principal problema durante períodos de menor flexibilização da pandemia foi a insegurança.  


Durante o período de lockdown, Erick entrou, por cinco meses, na parcela de trabalhadores que foram afastados do trabalho com um corte de 50% do salário permitido pela Medida Provisória do Governo Federal. Durante o afastamento, seu principal receio era não voltar mais. 


“Familiares meus, em um momento da pandemia, ficaram desempregados porque a empresa não estava em condições de manter todos os funcionários. O posto continuou a funcionar, mas a gente também teve risco de ficar parado, de ficar desempregado porque o movimento era zero”, informou o frentista. 


O alívio relatado por Erick tem uma justificativa válida. No momento atual, Pernambuco conta com tendência de queda nos números de casos e mortes causadas pela Covid-19. Por isso, o Governo do Estado autorizou uma maior flexibilização de serviços. Para o frentista, há uma justificativa para a redução da sua insegurança: “Depois que a vacina avançou, as coisas melhoraram bastante. O trabalho já voltou ao número normal de pessoas comprando combustíveis”, informou.


Em Pernambuco, no mês de julho, 58% dos registros de casos graves da Covid-19 foram em pessoas não vacinadas e 31,6% eram pacientes que só tomaram uma dose do imunizante, sem completar o esquema vacinal. 


De acordo com o secretário estadual de Saúde, André Longo, os dados apresentam a real dimensão da importância de se vacinar. “A vacinação, com o ciclo completo, é a melhor estratégia para evitarmos casos graves e mortes pelo coronavírus”, informou em uma coletiva de imprensa realizada em agosto.


“Familiares meus, em um momento da pandemia, ficaram desempregados porque a empresa não estava em condições de manter todos os funcionários. O posto continuou a funcionar, mas a gente também teve risco de ficar parado, de ficar desempregado porque o movimento era zero”, informou o frentista. 


O alívio relatado por Erick tem uma justificativa válida. No momento atual, Pernambuco conta com tendência de queda nos números de casos e mortes causadas pela Covid-19. Por isso, o Governo do Estado autorizou uma maior flexibilização de serviços. Para o frentista, há uma justificativa para a redução da sua insegurança: “Depois que a vacina avançou, as coisas melhoraram bastante. O trabalho já voltou ao número normal de pessoas comprando combustíveis”, informou.


Em Pernambuco, no mês de julho, 58% dos registros de casos graves da Covid-19 foram em pessoas não vacinadas e 31,6% eram pacientes que só tomaram uma dose do imunizante, sem completar o esquema vacinal. 


De acordo com o secretário estadual de Saúde, André Longo, os dados apresentam a real dimensão da importância de se vacinar. “A vacinação, com o ciclo completo, é a melhor estratégia para evitarmos casos graves e mortes pelo coronavírus”, informou em uma coletiva de imprensa realizada em agosto. Para continuar lendo, clique AQUI!  Foto: Greg / Artes / Folha de Pernambuco

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