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sábado, 6 de maio de 2023

Mais da metade dos pernambucanos querem presentear suas mães, diz Fecomércio

Uma das principais datas comemorativas, a chegada do Dia das Mães aumenta, ainda, a expectativa da economia com a movimentação de compra de presentes. Sondagem da Fecomércio Pernambuco mostra que 78,2% dos pernambucanos querem celebrar a data e, desses, 50,6% vão presentear suas mães. Além de itens tradicionais, como perfumes, calçados e vestuários, as flores seguem como opção para marcar o dia.



Só para esta época, o Festival de Flores de Holambra, que está acontecendo no Pátio da Basílica do Carmo, espera o aumento de 50% na movimentação de pessoas. Esse mesmo índice também é projetado no volume de vendas, que deve ter gasto médio por pessoa de R$ 100.


“As flores têm um significado muito forte e de cunho afetivo. Além disso, percebemos que as pessoas estão procurando ter mais flores nos lares e buscando conhecer mais sobre espécies. E isso se reflete no mercado também”, comenta Daniel Silveira, organizador do evento. No local, mais de 150 tipos de plantas estão sendo comercializadas com valores a partir de R$ 6.  Entre as mais procuradas, estão as orquídeas, rosas do deserto, cactos e suculentas, carnívoras e, como novidade, as tulipas.


O Festival, que está na 22ª edição, vai continuar funcionando todos os dias, incluindo os finais de semana, das 8h às 18h. A ideia é possibilitar que os mais de 50% de consumidores que pretendem comprar os presentes na semana do Dia das Mães, de acordo com a pesquisa, encontrem essa opção no evento.


Por Aline Moura - Da Folha de Pernambuco - Foto: Divulgação

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

Dia das Crianças deve movimentar R$ 247,2 milhões em Pernambuco, diz Fecomércio

O Dia das Crianças, na próxima quarta-feira (12), é uma das principais datas para a movimentação do comércio no país. Em Pernambuco, a expectativa da Fecomércio-PE é de que a data movimente R$ 247,2 milhões, representando 3% do total de vendas em todo o Brasil.


Desde o último fim de semana, um grande fluxo de pessoas circula pelas ruas do Centro do Recife em busca de um presente que agrade os pequenos, mas que também caiba no bolso. É o que afirma Sandro George, subgerente de uma loja na Rua das Calçadas, no bairro de São José. 


“As expectativas são as melhores para esse Dia das Crianças. Estamos decorando a loja e trabalhando com alguns funcionários fantasiados de personagens infantis. A aceitação está sendo muito boa, as crianças param os funcionários para tirar fotos e tem sido um atrativo, chamando mais as pessoas", comentou o subgerente sobre a estratégia para atrair os clientes.


Moradora do município de Goiana, Elizabeth Rodrigues, de 38 anos, circulava na manhã desta segunda-feira (10) pela Rua das Calçadas em busca do presente para a primeira netinha, Maria Cecília, que nascerá ainda neste mês das crianças. Dizendo-se satisfeita com os preços, ela acredita que poderá sair com uma "lembrancinha" para toda a família. 



De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o aumento de mais de 14%no preço de artigos como brinquedos, calçados e roupas infantis resultou em queda nas vendas com relação ao ano passado. Ainda assim, a demanda parece estar agradando aos comerciantes locais.


Vendedora há quatro anos no Centro do Recife, Katia Maria contou que, desde a semana passada, as vendas aumentaram bastante e a expectativa é de que sejam ainda melhores nesta terça-feira (11), véspera da celebração. “A movimentação deste ano está melhor do que o ano passado. Esperamos que daqui para quarta-feira aumente ainda mais, mas já está muito bom!”


Em contraste com o sucesso de vendas no comércio formal, os vendedores ambulantes não estão tendo motivos para comemorar. Apesar de os meses de setembro e outubro terem sido de bons resultados para o setor no ano passado, este ano os ambulantes estão insatisfeitos e tendo prejuízos com a escassez de clientes, comenta Micheliane, de 34 anos.


“Não estamos tendo vendas, estamos pagando para trabalhar! Saio de casa cedo e passo duas horas para montar e desmontar o tabuleiro. É uma banca grande, um investimento alto, mas não estamos tendo retorno. Ano passado pelo menos o comércio estava aquecido. Não estamos tendo dia das crianças esse ano!”, afirmou a comerciante. 


Do Porta Folha de Pernambuco - Foto: Melissa Fernandes

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