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quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Salário termina antes do fim do mês para 54% dos brasileiros, aponta pesquisa

A pesquisa ouviu 1.029 funcionários de empresas públicas e privadas nos regimes CLT e/ou PJ e revelou dados preocupantes. Um deles mostra que 75% dos entrevistados não têm condição de arcar com uma despesa excepcional de R$10 mil




A velha constatação de que o salário termina antes de o mês acabar continua válida para a maioria dos brasileiros. Neste ano, 54% dos trabalhadores com registro em carteira ou que atuam como Pessoa Jurídica (PJ) não têm conseguido chegar até o final do mês com o salário na conta bancária, aponta uma pesquisa sobre a saúde financeira e bem-estar do trabalhador brasileiro, realizada pela SalaryFits, empresa da Serasa Experian.


O resultado deste ano é o menor registrado desde o início da série da pesquisa, em 2018. Em 2024, o salário acabava antes de o mês terminar para 62% dos trabalhadores, uma diferença de oito pontos porcentuais ante 2025. Apesar do recuo, diz o CEO da SalaryFits, Délber Lage, a fatia de brasileiros que não consegue fazer frente às despesas com o salário ainda é elevada.


A pesquisa ouviu 1.029 funcionários de empresas públicas e privadas nos regimes CLT e/ou PJ e revelou dados preocupantes. Um deles mostra que 75% dos entrevistados não têm condição de arcar com uma despesa excepcional de R$10 mil. Além disso, 66% tiveram algum problema financeiro nos últimos cinco anos e 33% foram negativados no último ano. Desses, 17% ainda enfrentam problemas financeiros.


"A maioria está no limite do seu orçamento e apenas 25% têm uma folga para bancar despesas extras", afirma Lage. Na análise do executivo, diante das elevadas taxas de juros, há carência de fontes sustentáveis de crédito no curto prazo.


Fiado e pré-datado


Nos anos 1990, lembra ele, o brasileiro contava com dois instrumentos de crédito que hoje não existem mais: "a caderneta da mercearia da esquina, que virou Carrefour Bairro - e não permite 'pendurar' a conta -, e o bom e velho cheque pré-datado"


Hoje, quem obtém esse crédito de curto prazo é o brasileiro de renda mais alta, que tem um limite de cartão razoável e consegue casar a data de fatura do cartão com a data do salário.


A camada de renda mais baixa não tem essa alternativa de crédito de curto prazo. "Isso explica muito os 54% que têm dificuldade de fechar a conta no final do mês."


Camila Abdelmalack, economista da Serasa Experian, destaca que o peso das dívidas básicas no orçamento das famílias aumentou de 25,8% da renda em maio de 2024 para 27,3% em abril de 2025, segundo o Banco Central. Além disso, a inflação ainda elevada em itens essenciais, como a energia elétrica, e em serviços continua pressionando as finanças domésticas, mesmo diante da melhora no mercado de trabalho e do crescimento real da renda dos trabalhadores.


Destino do salário


Gastos com itens essenciais, como alimentação, e pagamento de contas básicas, como água e luz, são os principais destinos do salário dos brasileiros que estão com orçamento apertado, com 77% e 71%, respectivamente, aponta a pesquisa.


Na sequência aparecem despesas menos essenciais, como o financiamento de imóveis e veículos (52%), empréstimos (36%), consumo de roupas e utilidades (33%) e gastos com estudo (20%). Para conferir a matéria completa, CLIQUE AQUI!!!


Por Estadão Conteúdo





terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Nordestinos devem fazer menos compras neste fim de ano, aponta pesquisa

A menos de 10 dias do Natal, os nordestinos devem reduzir as compras de final de ano em 50%, comparadas com o mesmo período do de 2021. É o maior percentual entre todas as regiões do país, inclusive superior ao índice nacional (46%). Os dados são da pesquisa RADAR Febraban, divulgada na última quinta-feira (15). O levantamento ouviu 3 mil pessoas nas cinco regiões do país, entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro.



Quando avaliada a situação do país em geral, a pesquisa aponta que a opinião de que o Brasil melhorou em 2022 em relação a 2021 é um pouco maior do que a percepção de piora. No Nordeste, as áreas apontadas com mais problemas foram: saúde (15%); fome e pobreza (15%); e emprego e renda (12%). Já as áreas com o sentimento de que o Brasil mais teria melhorado são a do emprego e renda (15%); saúde (10%); infraestrutura (10%); entre outras (29%).

 

"A pesquisa mostra uma dose de otimismo em relação a economia, mas com cautela. Um dos indicadores dessa cautela é essa projeção de menos compras neste final de ano. E isso é normal, porque por mais que as pessoas achem que o poder de compra vai melhorar ou ficar igual, por outo lado também acham que a taxa de juros e a inflação devem aumentar. As pessoas estão cautelosas para não aumentar o nível de endividamento", avaliou a diretora executiva do IPESPE e responsável pela pesquisa, Marcela Montenegro.  


OUTRAS REGIÕES


A população das outras regiões do país também devem reduzir, de forma siginificativa, as compras de fim de ano. Segundo a pesquisa, a região Centro-Oeste deve reduzir as compras em 49%; Norte e Sul em 45%, e Sudeste 43%. 


Por: Diario de Pernambuco | Foto:  - crédito: Ed Alves/CB/D.A Press 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Metade dos brasileiros quer ganhar mais dinheiro em 2022, aponta pesquisa

O ano de 2021 acabou e a expectativa dos brasileiros para este ano é ganhar mais dinheiro, segundo aponta uma pesquisa da Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo. A análise da empresa, mostra que 50% dos brasileiros desejam ganhar mais dinheiro em 2022. 


Além disso, a pesquisa ainda mostra que 13% das pessoas estão na busca por uma oportunidade de emprego. Enquanto isso, 12% dizem que pretendem mudar de emprego em 2022. As informações são da Hibou com base na pesquisa 'Pulso Expectativa 2022', que analisou as respostas de mais de 1,8 mil pessoas. 


Em razão de metade dos brasileiros quererem ganhar mais dinheiro, 39% dos brasileiros dizem querer gastar menos em comparação com o ano anterior e 25% acreditam que os gastos serão mantidos. Já para 12% dos entrevistados, 2022 deve ser um ano que acreditam que vão gastar mais. Porém, 23% ainda não sabem como serão os gastos. 


Ainda segundo a pesquisa, mais da metade dos brasileiros (52%) disse começar o ano de 2022 com as contas em dia e 12% afirmam que estão com dinheiro sobrando. 


Por outro lado, para parte dos brasileiros o ano se inicia com dificuldades. É que para 36% deles, 2022 vai iniciar já com dívidas - desse total, 26% têm dívidas que passam de R$ 15 mil.


Para a coordenadora da pesquisa e sócia da Hibou, Ligia Mello, os brasileiros têm como meta equilibrar suas finanças neste ano. "Economizar ao máximo, usar cupons de descontos e promoções são hábitos herdados de 2021 e que vão permanecer [em 2022]", pondera.


Gastos

Com relação às compras, em 2022 a expectativa é que 30% dos brasileiros vão comprar tanto em lojas físicas quanto online, enquanto 29% pretende manter as compras pela internet e 8% deve comprar mais em lojas físicas. 


Da Folha de PE /Foto: José Cruz/Agência Brasil

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

Isolamento social aumenta consumo de vinho no Brasil, aponta pesquisa

O brasileiro nunca consumiu tanto vinho como neste último ano de pandemia. Em média, foram 2,78 litros de vinho per capita. O valor representa um aumento de mais de 30%, comparado com 2019. É o que revela um estudo divulgado pela plataforma CupomValido, sobre o consumo de vinho no Brasil e no mundo.


Dos 83 milhões de consumidores de vinho no país, 46% tomam a bebida pelo menos uma vez por semana, e 53% pelo menos uma vez por mês. O Brasil fica atrás apenas da Argentina.


Mas você conhece o profissional que está por trás da elaboração da bebida? Na sexta- feira (22), é comemorado o Dia do Enólogo, profissional que estuda e cuida da elaboração do vinho. “Esse profissional é responsável por acompanhar o processo inicial, desde o plantio, quanto os posteriores como a colheita, a produção, até o processo final do produto, o engarrafamento, transporte e venda”, explica o gastrônomo e docente do Centro Universitário dos Guararapes (UNIFG), Erick Buarque.


Ainda segundo a pesquisa, o vinho tinto é o preferido dos brasileiros, com 55% da preferência. O branco fica em segundo lugar, com 25%. Em terceiro, está o rosé, com 20% do total. No caso do tinto, o tipo preferido dos brasileiros são os da uva Malbec, originária da França e com quase 59% do plantio mundial. Em sequência, aparecem Cabernet Sauvignon e Merlot. Para os vinhos do tipo branco, a primeira opção é a do tipo Chardonna.


A uva do tipo Sauvignon Blanc e a Moscato estão na segunda e terceira posição, respectivamente. Mas uma grande dúvida que surge entre os amantes de vinho é como harmonizar os diferentes tipos da bebida. O gastrônomo dá dicas de como equilibrar as refeições com cada tipo de vinho. Para continuar lendo, clique AQUI! Foto: Léo Malafaia / Folha de Pernambuco/arquivo


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