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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

PIB de Pernambuco cresce mais que o dobro do nacional no 2º trimestre de 2018

Foto: Agencia Brasil/arquivo
A economia pernambucana continuou crescendo no segundo trimestre de 2018, mesmo com a greve dos caminhoneiros, que desacelerou as atividades do comércio e da indústria. O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado cresceu 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado e 0,6% em relação ao trimestre imediatamente anterior, segundo a Agência Condepe/Fidem. 

Os números foram divulgados nesta segunda-feira (10) e revelam que a economia pernambucana continua com um desempenho melhor que a brasileira. É, que neste mesmo período, o PIB do Brasil cresceu 1% e 0,2%, respectivamente. 

Ainda segundo a Condepe/Fidem, o resultado pernambucano foi puxado sobretudo pelo desempenho da agropecuária, que cresceu 19,5% no trimestre devido à alta de lavouras temporárias como milho e mandioca. A indústria cresceu 5,4% por conta da indústria da transformação e da construção civil, que aumentou 0,3%. Já o setor de serviços variou 0,8%.

Da Folha de PE

domingo, 12 de agosto de 2018

O que é preciso para o Brasil voltar a crescer?

IndústriaFoto: divulgação
O Brasil encerrou 2017 com um crescimento de apenas 1% no seu Produto Interno Bruto (PIB), um saldo considerado ínfimo após dois anos consecutivos (2015 e 2016) de recessão. Para o setor empresarial, era a hora de comemorar a saída do País da crise e de vislumbrar a retomada da economia. 2018 deveria ser um ano de esperança para os mais de 13 milhões de desempregados que resultaram da fase negativa.  No entanto, para que isso pudesse o ocorrer, os diversos setores - que fazem a máquina econômica girar - cobravam do governo federal as tão prometidas reformas, que após a vitória da polêmica lei trabalhista, em vigor desde novembro, eram essenciais para o Brasil voltar a ter competitividade.

Hoje, com os nomes dos candidatos à presidência postos à mesa, a Folha de Pernambuco traz as principais demandas da cadeia produtiva brasileira, que são apontadas pela indústria, comércio, agropecuária, serviços e turismo como ações necessárias e que devem ser tomadas pelo próximo presidente da República. Afinal, o cenário atual é bem diferente do projetado no início do ano. “Estávamos com a expectativa de um crescimento do PIB em torno de 2,8% no primeiro mês do ano, o que foi reduzido para praticamente metade no oitavo mês. A recuperação não tem apresentado a velocidade esperada e isso acaba reduzindo a confiança dos empresários e se transforma em efeito cascata com redução dos investimentos e consequentemente menor ritmo de geração de emprego e renda”, analisa o economista da Fecomércio, Rafael Ramos.  

Mestre e professor de economia, Tiago Monteiro vai mais além. De acordo com ele, a instabilidade política dos últimos quatro anos minou a confiança dos investidores na economia e pressionou a produção. “Isso fez com que a demanda, que estava efervescente, começasse a pressionar a inflação - um fantasma que vive assombrando nossa economia há décadas. E a medida adotada para amenizar esse espectro foi a elevação da taxa básica de juros (Selic) para quase o dobro em um intervalo minúsculo - passando dos 7,5% em 2012 para 14,25% em 2015 - estrangulando o consumo, pois o custo do dinheiro estava caro, e a própria produção, pois também depende do valor do dinheiro para produzir mais e de maneira mais competitiva”, argumenta o professor.  
E, como os economistas concordam , os desafios para a próxima equipe econômica do País são homéricos e atemporais. “Demandam movimentos, alinhamentos e decisões, práticas cruciais para que haja uma retomada econômica plausível, robusta e contínua, diferentemente do que estamos presenciando nos últimos quatro anos”, diz Monteiro. 
Veja as demandas de cada setor:
IndústriaEm temas considerados fatores-chave para a competitividade, o documento traz ideias que a indústria defende para aumentar a produtividade do trabalhador, melhorar o ambiente de negócios, estimular a economia e ampliar a geração de emprego e renda. 
Entre as principais, listam-se, em especial, as questões ligadas ao financiamento. De acordo com a entidade, a proposta traz ideias para estimular o desenvolvimento do mercado de debêntures e fortalecer o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a fim de incentivar a oferta de crédito de longo prazo no Brasil. 

Além disso, outra necessidade do setor é sanar os gargalos da infraestrutura e ofertar uma logística eficiente, que permita a realização das entregas dos insumos e a distribuição dos produtos finais com segurança e nos prazos adequados. “Precisamos voltar a ter mais previsibilidade e um ambiente de confiança em relação ao futuro”, reforça o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.


Comércio
Diretamente influenciado pelo consumo, a principal demanda do setor comercial brasileiro é, sem dúvidas, a geração de emprego. “Quando olhamos a taxa de desemprego ela ainda é muito elevada. Aqui em Pernambuco ela atinge aproximadamente 700 mil pessoas no primeiro trimestre de 2018, o que consequentemente influencia em nível de endividamento e de consumo”, reflete o economista da Fecomércio-PE, Rafael Ramos.  Neste sentido, nunca foi tão evidente para o setor a importância de que o próximo governo se comprometa com a quase utópica reforma tributária. 
A promessa é que se ela for aprovada, vai promover crescimento econômico; neutralidade na competitividade; geração de empregos; aumento de salários; redução da tributação de itens essenciais às famílias mais pobres; fim da guerra fiscal; desburocratização, entre tantos outros benefícios.  "Se uma simples ‘reforma tributária’ tem o condão de promover tantos benefícios sociais e econômicos, como se fora um plano de salvação nacional, basta aprová-la para o País viver o melhor dos mundos”, desabafou em recente artigo o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços e Turismo, Antônio Oliveira Santos. 
Agropecuária
Como um dos segmentos mais vulneráveis da cadeia econômica, visto que seus resultados também são influenciados por fatores climáticos, o setor agropecuário foi o maior responsável pelo crescimento de 1% do PIB brasileiro em 2017. 
Diante desse fato e de sua relevância para a economia, tem suas necessidades definidas para o próximo gestor federal. “É necessário que se invista em infraestrutura. Afinal, é a logística da nossa produção que torna ou não o negócio competitivo, o que não dá para fazer com transporte refém do modal rodoviário”, desabafa o presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), Pio Guerra.  
Turismo e serviços
O setor de serviços apresenta  fraco dinamismo e continua alternando entre crescimentos modestos e variações negativas. Encabeçando o setor, o turismo brasileiro carece de uma boa política pública que contribua para o seu crescimento. As ideias defendidas pelos empresários e profissionais de turismo são baseadas em planos para garantir a continuidade dos negócios e, ao mesmo tempo, renovação e inovação constantes. 

Com ações coordenadas pela esfera federal junto a governos estaduais e municipais. Entre as principais demandas, listam-se: melhoria da infraestrutura, fortalecimento da imagem do Brasil no exterior e seus diferenciais como destino turístico; apoiar e adotar políticas de taxação inteligentes, que incluem simplificação na tributação e desburocratização para melhorar o ambiente de negócios; buscar mercados internacionais que combinem volume de turistas e gastos altos; apoiar e estimular o desenvolvimento de novos produtos turísticos que tragam melhor experiência ao visitante, entre outras.  O setor, inclusive, desenvolveu e entregou aos principais candidatos à presidência um documento com as principais demandas do setor para promover as ações do próximo governo brasileiro rumo ao desenvolvimento sustentável.
Da Folha de PE

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

PIB de Pernambuco pode cair até 2,7% em 2017

Imagem: Divulgação/Reprodução - Blog de Jamildo
As previsões para Pernambuco no próximo ano não são das melhores. As estatísticas apontam para um futuro derretimento da economia, com queda entre 2,5% e 2,7% em 2017. Apesar de números ruins, tanto à frente como no retrovisor, a retomada aos números positivos pode acontecer, dependendo de como os agentes econômicos vão entender os sinais do tratamento dado à economia nacional pelo conturbado governo federal. Os estados foram fortemente atingidos pelo combo de crise econômica, política, moral e institucional do Brasil, mas Pernambuco fez o dever de casa e “apanhou” menos que outros com economia maiores, como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, por exemplo. Acredita-se que, com a capacidade industrial implantada por aqui, que hoje está em parte ociosa, haverá uma resposta mais rápida aos sinais de crescimento. Mas só no segundo semestre.

O cenário atual e a chances do estado e do Brasil foram apresentadas pelo economista Jorge Jatobá, na XXI Análise Ceplan, realizada pela equipe de economistas da consultoria e detalhada na sede da Amcham Recife, em encontro dos empresários e executivos associados à instituição. “Os números são ruins dos balanços do ano em 2016 e apresentam uma previsão que não tinha como ser extremamente positiva, até porque é um ano de PIB negativo, no comparativo com outro ano também de queda. É muito ruim”, resume Jatobá.

“Mas temos uma base sólida para retomar, pelos investimentos que foram feitos e que podem agregar na produção e principalmente na geração de empregos. Um exemplo claro é o da PetroquímicaSuape, que foi construída e não opera em sua totalidade. Com a concretização da venda para a o setor privado, ela voltará a contribuir com a economia local”, complementou, citando que o estado levou uma pancada maior em relação ao número de desempregos, “porque as desmobilizações programadas para 2014, com o fim da construção de grandes empreendimentos que empregavam em volumes elevados, aconteceram no mesmo tempo da ‘boca da crise’, o que não deu chance para a reinserção ao mercado.” Só para se ter ideia, em outubro de 2016 (comparando com 2015), eram menos 66 mil trabalhadores em Pernambuco.

De acordo com Jatobá, essa combinação atacou a massa salarial e bateu na demanda de produtos e serviços. De acordo com os balanços mais atuais deste ano, no comparativo com 2015, todos os setores macroeconômicos medidos pelo Produto Interno Bruto caíram em Pernambuco, inclusive acima do resultado nacional. A agropecuária, por exemplo, recuou 9,2%, a indústria 7,7% e o setor de serviços sofreu queda de 5,8%. O alerta vai para algumas condições que não têm previsão de ajudar nessa guinada na economia. “A estiagem é realidade e vai continuar. Ela atrapalha o crescimento e, no estado, é um dos agravantes de inflação, que também precisa de medidas de controle”, ressalta.

Do Diário de PE

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Grupo InBetta investe R$ 100 milhões em nova fábrica no município de Paulista-PE

Imagem: Divulgação/Reprodução
O Grupo gaúcho InBetta - integrado por seis empresas dos segmentos de utensílios de limpeza para o lar, utensílios domésticos e ferramentas para pintura - vai ampliar sua participação em Pernambuco com a inauguração e uma nova fábrica. A companhia vai investir R$ 100 milhões na construção de uma planta no município de Paulista (na Região Metropolitana do Recife), que vai gerar 300 empregos diretos. A previsão é iniciar as obras num prazo de seis meses e entrar em operação no final de 2017. Ontem o governador Paulo Câmara e representantes da InBetta assinaram protocolo de intenção para instalar o empreendimento.

“Assim que as obras forem iniciadas, a nossa equipe de RH vai entrar em contato com a Prefeitura de Paulista para iniciar um programa de qualificação. Vamos precisar de operadores de máquinas, profissionais de produção e técnicos de manutenção. Os locais de qualificação serão divulgados numa etapa posterior”, diz o diretor Financeiro Corporativo da InBetta, Alexandre Tulini. Os funcionários selecionados também vão fazer treinamento na sede da empresa, em Esteio (Região Metropolitana do Rio Grande do Sul).

A história da InBetta em Pernambuco começou em 2000, com a instalação de uma central de distribuição em Jaboatão dos Guararapes. Em 2008, o grupo construiu uma fábrica para produzir utensílios domésticos como potes, baldes e itens de cozinha da marca Sanremo. O complexo de Paulista vai fabricar produtos das seis empresas do grupo (Bettanin, Atlas, Sanremo. Primafer, Ordene e SuperPro) que, juntas, produzem mais de 4.500 itens vendidos no mercado brasileiro e exportado para 50 países.

Com a inauguração da fábrica de Paulista, a unidade de Jaboatão será descontinuada e a expectativa é realocar os 100 funcionários da planta. A nova unidade vai fabricar as vassouras, rodos, esponjas, desentupidores e outros itens da Bettanin; os pincéis, rolos e trinchas da Atlas; os potes de cozinha e lavanderia da Sanremo; os utensílios profissionais de limpeza da Primafer e os organizadores da Ordene. A planta vai aumentar em 20% a capacidade de produção do grupo, que faturou R$ 1 bilhão em 2015 e cresceu 3% mesmo em ano de crise.

“O Nordeste é a segunda região em vendas para o grupo, depois do Sul, com 20% de participação. Como temos um produto leve e volumoso, o transporte se torna dispendioso, sendo mais interessante ter uma fábrica local para atender ao mercado nordestino”, explica Tulini. A Bettanin detém a maior parte do faturamento, com 35% de participação, seguida pela Atlas (27%) e pela Sanremo (20%).

Durante a assinatura do protocolo de intenções, o governador Paulo Câmara destacou a importância do investimento num cenário de recessão. “Pernambuco continua tentando manter a captação de investimentos num ano de incertezas, com previsão de queda no PIB, aumento do desemprego e persistência da inflação”, afirmou. O prefeito de Paulista, Junior Matuto, comemorou a implantação e espera que outras cinco empresas se juntem a ela e integrem um novo polo industrial no município.  

Do JC Online

sábado, 6 de junho de 2015

Economia | PIB de Pernambuco cresce 2% em 2014 e registra R$ 140,2 bilhões

Foto: Divulgação
A desaceleração na economia de Pernambuco, motivada sobretudo pela paralisação das grandes obras de infraestrutura e pelo desaquecimento do setor imobiliário, está refletida nos números do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Apesar do crescimento de 2% em 2014, o resultado é o pior desde 2003 (-0,6%). O desempenho da economia foi apresentado nesta quinta-feira (4), na Agência Condepe/Fidem.

Pelo sexto ano consecutivo, no entanto, o resultado está acima do PIB nacional, que foi de 0,1% ano passado, pior resultado da economia nacional desde 2009. Em números absolutos, a soma dos bens e serviços produzidos no Estado gerou R$ 140 bilhões.

As previsões para 2015 também não são das melhores. Segundo as conjecturas feitas pelo presidente da Condepe/Fidem, Flávio Figueiredo, o crescimento para este ano deve ser de zero e 0,5%.

Entre os fatores para a desaceleração do PIB é possível citar o encolhimento do mercado imobiliário, a retração das grandes obras de infraestrutura – como a hibernação da Refinaria Abreu e Lima, os prejuízos do Estaleiro Atlântico Sul e as demissões na Petroquímica. Em 2014, o Estaleiro Atlântico Sul operou com prejuízo de R$ 329,6 milhões.

A crise econômica nacional, impulsionada, sobretudo, pelos escândalos de corrupção na Petrobras, também afetou diretamente o desempenho econômico. A título de comparação, o PIB de 2013 foi de 3,2%.

Segundo o diretor executivo de estudo, pesquisa e estatística da Agência Condepe/Fidem, Maurílio Lima, o que sustentou a economia de Pernambuco em 2014 foi o setor de serviços, responsável por 73% do PIB estadual. O setor cresceu 2,3%.

Na indústria, apesar do crescimento de 1,5%, houve uma retração na construção civil (-4,5%). De acordo com o estudo, o que segurou a queda do setor foi o crescimento de 24,7% na geração das termoelétricas.

A queda, porém, não chega a assustar os analistas da Condepe/Fidem. O presidente da instituição, Flávio Figueiredo, explica que a construção civil é o primeiro setor a ser afetado em tempos de crise. “O setor é meio, não fim, então é o primeiro a ser afetado pela desaceleração, mas, por outro lado, é o primeiro a reagir”, explicou.

Apesar de corresponder a 5% do total do PIB, o setor de agropecuária impulsionou a economia local ano passado, refletindo elevação de 2,5%. Superando as perdas resultantes da seca de 2013, a produção voltou a apresentar crescimento.

Com informações do Blog de Jamildo

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

PIB de Pernambuco cresceu 2,7% no terceiro trimestre, enquanto o Brasil recua 0,2%

O Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco teve um aumento de 2,7% no terceiro trimestre deste ano, segundo informações da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco - CONDEPE/FIDEM.  Já o PIB do Brasil caminhou na contramão do crescimento do Estado, apresentando queda de 0,2% no mesmo período. Em termos correntes, Pernambuco aumentou suas riquezas, passando de 33 bilhões, no segundo trimestre, para os atuais 35,5 bilhões. Nos últimos nove meses, a soma das riquezas de Pernambuco cresceu 2,8%, enquanto o Brasil ficou com saldo positivo de 0,2%. Pernambuco está em 10° lugar no ranking das maiores economias do Brasil. A expectativa da CONDEPE/FIDEM é fechar 2014 com o PIB estadual em torno de 3% de crescimento.
PIB de Pernambuco cresceu 2,7% no terceiro trimestre, enquanto o Brasil recua 0,2%. Foto: SGC
Segundo os componentes que constituem o PIB pernambucano, destaque para a Agropecuária que cresceu, no trimestre, 8,7% impulsionada pelas lavouras temporárias, principalmente no cultivo do milho que, em parte, se recuperou dos efeitos da seca no Estado e cresceu 192,5%. Os cultivos do feijão e da mandioca também contribuíram para o segmento com, respectivamente, crescimentos de 80,2% e 15,3%.  Na Pecuária, os destaques ficaram com a produção de leite e criação de aves e suínos que cresceram, respectivamente, 5,9%, 2,8% e 2,6%. No acumulado dos últimos nove meses deste ano, a taxa de crescimento total da Agropecuária chegou a 18,4%.

A Indústria estadual também apresentou saldo positivo no trimestre. O setor cresceu 4,7%, enquanto, no Brasil, o PIB trimestral da Indústria ficou em -1,5%. O destaque foi para os 25% de crescimento dos Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP), devido, principalmente, a geração de energia produzida pelas termoelétricas. A Indústria de Transformação teve aumento de 1,4% e a Construção Civil caiu 4,5%. Segundo o presidente da Agência CONDEPE/FIDEM, Maurílio Lima, a retração da Construção Civil, registrada pela primeira vez neste ano, explica-se pelo estágio atual de conclusão de vários investimentos estruturadores, pelo arrefecimento na construção imobiliária e pelo andamento mais lento das obras de infraestrutura. "Essa situação vem sendo observada ao longo de 2014, refletindo em flutuações no mercado de trabalho do setor", destaca.

As atividades mais vinculadas à demanda do segmento empresarial, como os setores de Serviços Prestados às Empresas e Intermediação Financeira e Aluguel foram as responsáveis pelo crescimento de 1,9% dos Serviços no PIB. No cenário nacional o crescimento do setor foi de 0,5% no terceiro trimestre deste ano. Em Pernambuco, o setor de Serviços representa mais de 70% da economia do Estado.

Fonte: Governo de Pernambuco

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