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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

e-Social: certificado digital é obrigatório desde 1º de julho; CDL Surubim oferece o serviço

Imagem: Divulgação/Reprodução
Em 1º de julho de 2018 todas as empresas com empregados e faturamento inferior a R$ 78 milhões, inclusive microempreendedores individuais – MEIs, devem declarar as informações de suas folhas de pagamento digital via e-Social, com uso do certificado digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Estima-se que cerca de 20 milhões de empresas estarão sujeitas a essa obrigação.

Os empregadores com faturamento superior a R$ 78 milhões já declaram as informações de seus empregados na plataforma digital desde janeiro deste ano. A transmissão das informações deve ser feita com uso de certificado digital ICP-Brasil, do tipo A1 ou A3, pessoa física ou jurídica. O e-Social, segundo o governo, simplifica o cumprimento das obrigações e substitui o envio de várias declarações. O objetivo é a melhora geral da qualidade das informações sobre as relações de trabalho, com dados mais precisos.

A CDL Surubim emite diariamente em sua sede de segunda à sexta-feira. Ligue e faça seu agendamento, mais informações: (81) 3634.1608 / 3634.1607.

Do ITI / ASCOM CDL Surubim

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Você é um empreendedor oportunista ou acomodado? Veja tipos

Fazedor, oportunista, realizador, sonhador, tradicional e acomodado são os principais perfis de empreendedores, de acordo com a pesquisa inédita “O Céu e o Inferno do empreendedorismo”, realizada pelo Sebrae-SP.
Empreendedorismo - Você é um empreendedor oportunista ou acomodado? Veja tipos. Foto: baruch.cuny
O estudo teve como base 120 entrevistas pessoais para definir os perfis de empreendedores e 1080 entrevistas telefônicas com microempreendedores individuais, proprietários de microempresas e empresas de pequeno porte. O período da coleta de dados foi de 10 a 25 de abril de 2014. Veja as características dos seis tipos mapeados de empreendedores.

1. Fazedor 
Esse tipo de empresário sabe gerenciar, cumprir as metas e fazer seu negócio dar lucro. Aprender a delegar é uma das habilidades que ele precisa desenvolver. Uma vontade do empreendedor é ter um sócio, apesar de não se sentir sozinho.
A maioria dos empreendedores é casada, apresenta superior completo e leve tendência à concentração no interior do estado de São Paulo. Do total de entrevistados, 21% se encaixam nesse perfil.

2. Oportunista 
Gosta de aprender com as pessoas com quem trabalha e acredita na sorte. Esse tipo de empreendedor é motivado por uma oportunidade interessante e representa 21% dos ouvidos pela pesquisa. A maioria é homem, com superior completo e não está concentrada em um local especifico.

3. Realizador
O empresário realizador não gosta de depender dos outros e é o que mais apresenta características de um empreendedor de sucesso. Acompanha o desempenho dos concorrentes e é competitivo, além de criativo e organizado. Dos entrevistados, 20% apresentam esse perfil, são homens e têm formação de ensino médio completo.

4. Sonhador
Uma das vontades desse tipo de empreendedor é ter mais habilidade para administrar o negócio, saber delegar, vender e investir melhor. É o grupo com maior concentração de pessoas que começaram do zero seu negócio: 19% dos ouvidos. A maioria apresenta ensino médio completo e tem leve tendência de se encontrar no interior do estado de São Paulo.

5. Tradicional
O empreendedor tradicional não busca inovações e não se atualiza. De acordo com a pesquisa, 10% dos entrevistados se encontram nesse perfil e tem uma média de idade de 43 anos. Eles têm superior completo e são os que menos encontram felicidade no negócio.

6. Acomodado
Esse tipo de empresário precisa desenvolver habilidades comportamentais porque se sente inseguro e despreparado para administrar um negócio. Não acompanha a concorrência e não quer assumir riscos. Dos ouvidos, 9% se encaixam nesse perfil e têm uma média de idade de 50 anos.

Fonte
Revista Exame

terça-feira, 1 de julho de 2014

Empreendedorismo - Brasil registra 4,1 milhões de microempreendedores em cinco anos

Micro Empreendedor Individual (MEI), Foto: SEBRAE MG
Neste mês de julho, a figura jurídica do Microempreendedor Individual (MEI) completa cinco anos com a formalização de 4,1 milhões de empresários. Vendedores de roupas, cabeleireiros e pedreiros são as três atividades que mais atraem os microempreendedores - profissionais que trabalham sozinhos ou com, no máximo, um funcionário e cuja receita anual é de até R$ 60 mil. De acordo com levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), essas três atividades juntas somam quase 900 mil formalizações, ou 22% do total.



"Não conheço outro país que tenha formalizado tanta gente em tão pouco tempo", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. Segundo ele, a criação dessa figura jurídica representou a conquista do CNPJ e de direitos previdenciários - como aposentadoria e licença-maternidade - para milhões de brasileiros. Ao mesmo tempo, a legalização desses empreendimentos também contribuiu para reforçar a arrecadação fiscal e previdenciária do governo.

A inadimplência, entretanto, ainda é um "calcanhar de aquiles" desse programa. O índice de microempreendedores individuais que estão com os pagamentos dos tributos atrasados é de 45%. O governo espera que esse porcentual caia nos próximos meses, com o envio de carnês de pagamento, pelos Correios, para os microempreendedores. O processo, que custou aos cofres públicos R$ 7 milhões, foi finalizado na semana passada, com a entrega dos carnês no estado de São Paulo.

A medida foi necessária, segundo o ministro da Micro e Pequena Empresa Guilherme Afif Domingos, porque nem todos os microempreendedores têm acesso à internet para imprimir os boletos. "Essa população é afeita ao bom e velho carnê", diz. Um dos exemplos das desigualdades de acesso à rede pelo Brasil está na região Norte, onde a inadimplência dos MEIs supera 60%. "Esse é um ponto a se pensar quando o governo criar programas feitos totalmente pela internet." Afif estima que a arrecadação com os pagamentos em dia desses profissionais pode alcançar chegar a R$ 900 milhões.

Vantagens

No total, são 473 atividades que podem se cadastrar como MEI. Ao se formalizar, o empreendedor pode emitir nota fiscal e participar de licitações públicas, ter acesso mais fácil a empréstimos e fazer vendas por meio de máquinas de cartão de crédito.

Cerca de 80% dos microempreendedores individuais trabalham com comércio ou no setor de serviços. Quase 400 mil pessoas atuam em atividades relacionadas à beleza. Entre os milhares de cabeleireiros formalizados, está a carioca Vanessa Brito, da Cidade de Deus. Ela tornou-se microempreendedora individual em setembro de 2011 para revender cosméticos. Depois disso, decidiu investir no seu próprio salão de beleza. Hoje, além do salão próprio, ela tem duas unidades franqueadas. Para fazer frente às novas exigências, passou de microempreendedora individual para microempresária em maio passado. "Tenho seis funcionários, todos com carteira assinada, o que me dá o maior orgulho", diz.

Fonte: Agência Estado

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