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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Convite | Colégio realiza "Dia Duarte Coelho" nesta quarta-feira (13), em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução

O Colégio Duarte Coelho, em Surubim, realiza nesta quarta-feira (13) a partir de 08h, o evento intitulado "Dia Duarte Coelho", onde acontece o lançamento da nova proposta pedagógica com o Sistema GGE de Ensino, Robótica, Música e toda uma infraestrutura moderna, confira a nota:


"Convidamos a todos para participarem do grande evento de lançamento da nossa nova Proposta Pedagógica. E não para por aí, agora somos parceiros do Sistema de Ensino GGE e temos muitas outras novidades para lhes apresentar."

O Sistema GGE de Ensino é uma solução de aprendizagem que oferece recursos e suporte para apoiar e promover o crescimento de alunos, professores e colégios, alavancando resultados.

Para mais informações, entre em contato: Endereço: PE 90 km 65, Loteamento Maracajá – Surubim/PE. Fone: 3634-3136. Instagram: www.instagram.com/duartecoelhooficial

Alepe nos Municípios chega a Surubim nesta terça-feira (12)

O objetivo do programa é aproximar mais o Legislativo da população,
por meio de jogos, exibição de vídeos e palestras
explicativas sobre
todas as atividades da Casa de Joaquim Nabuco.
(Imagem: Reprodução/ Divulgação)
A sétima edição do programa Alepe nos Municípios será realizada nesta terça (12), a partir das 13h, na Escola Técnica Estadual Antônio Arruda Farias, em Surubim, Agreste Setentrional. Uma iniciativa inédita da atual mesa diretora, o programa aproxima mais o Legislativo da população, por meio de jogos, exibição de vídeos e palestras explicativas sobre todas as atividades da Casa Joaquim Nabuco.

Com o programa, os participantes sabem mais sobre as atividades realizadas pelos parlamentares, como funciona o Legislativo e de que forma podem interagir com a Casa. De forma pedagógica e lúdica são explicadas todas atribuições dos parlamentares, especialmente a elaboração de leis – muitas com rebatimento na vida das pessoas. Um exemplo significativo é o projeto que resultou na criação do programa estadual Ganhe o Mundo, que leva estudantes a realizarem intercâmbio no exterior.

Também durante o programa os canais disponibilizados para acompanhamento dos trabalhos da Alepe são apresentados e a Ouvidoria abre espaço para receber sugestões e críticas. Ao final, estudantes da rede estadual disputam o Master Legis, um  jogo de perguntas e respostas sobre o Poder Legislativo, com premiação para o vencedor.

O Alepe nos Municípios  esteve anteriormente em Timbaúba (Mata Norte), Ribeirão e Belém de Maria (ambos na Mata Sul), Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana, e Macaparana (Mata Norte). A Escola  Antônio Arruda Farias fica na Rua Severino Clemente de Arruda, N.º58, no Centro da cidade.

Do Correio do Agreste

Impostos dificultam pequenos e médios negócios, dizem empresários

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A carga tributária é o principal entrave para a evolução de pequenos e médios negócios no Brasil. A avaliação de empreendedores dos setores de comércio, indústria e serviços consta de levantamento realizado pelo Centro de Estudos em Negócios do Insper, com apoio do Santander.

Os impostos foram citados como o maior empecilho para o avanço de negócios na opinião de 47,7% dos empresários. Taxa de juros apareceu em segundo lugar, com 20,6%. Em seguida, ficaram inadimplência (14,9%), encargos trabalhistas (14,2%) e taxa de câmbio (2,6%).

“O problema fiscal se apresenta nas suas duas dimensões para os empresários de pequenas e médias empresas. Por um lado, acreditam que a aprovação da Previdência terá impacto positivo no seu negócio. E, por outro lado, apontam a carga tributária como o maior empecilho de natureza macroeconômica para a evolução do seu negócio”, afirma Gino Olivares, professor do Insper e pesquisador responsável pelo Índice de Confiança dos Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN). Para ele, “ambas dimensões apontam para a conveniência de resolver os problemas estruturais das finanças públicas brasileiras.”

“Adicionalmente, os entrevistados se mostram ainda muito reticentes a considerar oportunidades de negócio no exterior. As respostas apontam a conveniência de oferecer mais informação e suporte às empresas sobre a alternativa de encarar o mercado internacional”, acrescenta Olivares. “Por último, mas não menos importante, os empresários entrevistados mostraram expectativa de um faturamento no quarto trimestre superior ao do ano passado.”

Reforma da Previdência

Para 26,6% dos empreendedores entrevistados semanas antes da aprovação do texto no Congresso, o projeto terá pouco impacto nos negócios. Outros 17,6% consideraram que resultará em muito impacto e, na opinião de 19,9%, não haverá nenhum. A reforma foi vista como irrelevante por 13,9% deles. Não souberam responder ou não opinaram 22% deles.

Faturamento

Em relação ao faturamento, mais da metade mostrou esperar crescimento neste último trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado. Uma fatia de 41,2% tem a expectativa de ligeiro aumento e outra, de 16%, de forte aumento. Para 22%, o resultado será igual. Já 15,3% trabalham com a possibilidade de uma ligeira queda e outros 5,5%, de uma forte queda.

Investimentos no exterior

Em relação ao cenário externo, apesar de conflitos comerciais entre países, 25,4% avaliaram como viável investir em oportunidades fora do Brasil. Em outra direção, 19,7% trataram o movimento como inviável, por ser muito arriscado. A maioria, no entanto, nunca parou para analisar o tema (55%).

Os dados foram obtidos por meio de entrevistas telefônicas com 1.287 pequenos e médios empresários, de 16 a 20 de setembro deste ano. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

Por: Agência Brasil

Google aposta em potencial de startups nordestinas

Paulo Tenório e Jorge Henrique, da Trakto, participaram do Programa
de Residência. (Foto: Trakto/Campus Google/Divulgação)
Estar fora do eixo Sul-Sudeste ainda é uma barreira a ser superada por startups que pretendem escalar, mas não é um caminho impossível. Apesar de o ecossistema estar mais amadurecido por lá, o Nordeste tem fomentado a cadeia de tecnologia e inovação. Além do polo tecnológico do Porto Digital em Pernambuco, que conta com mais de 300 empresas, outras startups seguem caminho de ascensão na região. E chamam a atenção. O Google está de olho no que está acontecendo no Nordeste e, mais do que isso, está de portas abertas para apoiar empresas nordestinas que tenham potencial.

Um dos projetos do Google é o Programa de Residência no Campus em São Paulo, que está em sua quarta turma neste ano. Das 36 startups que já passaram pelo programa, que tem duração de seis meses, uma nordestina se destacou na primeira turma, a única da região a ser selecionada entre mil inscritos. De lá para cá, o crescimento da Trakto, uma plataforma de materiais de marketing, é exponencial. Em 2018, ela faturou R$ 1,2 milhão e a expectativa é chegar a R$ 2 milhões neste ano e dobrar para R$ 4 milhões em 2020. A startup está com uma rodada de investimentos de R$ 2,5 milhões aberta. Além da parte financeira, hoje são 23 funcionários e a estimativa é subir para 50 posições em 2020 com o lançamento do novo software.

Fomento

Porém, nem só os números contam. A temporada dos sócios da Trakto Paulo Tenório e Jorge Henrique no Campus São Paulo do Google trouxeram ensinamentos que possibilitaram que eles colocassem um projeto adiante: permanecer em Maceió, apesar do assédio de investidores para migrar para o Sul ou Sudeste, e fomentar o ecossistema de Alagoas. "Estamos muito isolados e, na época que fomos para o Programa de Residência, não tinha ninguém em Maceió que conversasse e soubesse o que a gente tava falando. No Campus do Google, todo mundo entendia em que estágio estávamos, 90% das conversas eram sobre o crescimento da empresa, era um mix de conteúdo com diversão, aprendemos até a descansar", ressalta Paulo Tenório.

Para disseminar a cultura do empreendedorismo, em 2017, os sócios realizaram a primeira edição do Trakto Marketing Show, evento de marketing e negócios. A ideia era realizar um evento semelhante aos que acontecem no eixo Sul-Sudeste em Maceió, que façam uma conexão a população às startups. A terceira edição, neste ano, contou com três mil participantes. Compartilhar conhecimento e fomentar o ecossistema, inclusive, são temas assimilados lá em 2016, no Programa de Residência do Google.

"A gente sabe que as conexões têm um poder muito rico porque as empresas podem ser de segmentos diferentes, com produtos diferentes, mas estão em momentos parecidos e podem se ajudar. E as boas práticas do Google são bem-vindas para serem compartilhadas. Não cobramos nada e nem fazemos com que usem os produtos do Google, damos um suporte personalizado e esperamos apenas engajamento", conclui Giovanna De Marchi, gerente de Marketing do Google For Startups Brasil. Movimento que pode servir de exemplo para outras startups nordestinas.

Do Diario de PE

domingo, 10 de novembro de 2019

Projeto da ETE Surubim é premiado na 25ª edição da Feira Ciência Jovem, em Recife

Encerrou neste sábado (09), no Shopping Rio Mar, em Recife, a 25ª edição da Feira Ciência Jovem. A Escola Técnica Antônio Arruda de Farias, de Surubim, apresentou 03 projetos: Concurso resenha literária, Olimpíada interdisciplinar de ciências humanas e Decrypt, este último ficou em 2° lugar na categoria Desenvolvimento Tecnológico. Os alunos da ETE Surubim foram acompanhados pelos professores Carmélio e Rubens Karman.

Premiado: O trabalho executado pelos alunos do terceiro ano, Mártison Bernando e José Breno, orientados pelo professor Rubens, a partir de trabalhos dos professores Adolpho Farias e Rosana Bastos. Com o intuito de focar os descritores das avaliações externas de Língua Portuguesa, comumente realizadas pelos alunos da Rede Estadual, foi desenvolvido o aplicativo Decrypt. O app consiste em um software de perguntas e respostas que propiciará um feedback mais rápido para os alunos sobre o seu desempenho.

No perfil do Instagram, a Escola Técnica postou uma nota destacando a premiação: 

Fotos: Divulgação/Reprodução - Rubens Karman
"Estamos que não nos aguentamos de tanto orgulho por essa graça alcançada e esse mérito reconhecido! Para nós, enquanto instituição, é uma alegria e uma vitória mostrarmos à sociedade que é possível SIM uma educação pública de qualidade e feita com amor.  Parabéns a todos os professores que se envolveram no projeto, em especial o professor Rubens, e aos estudantes que abraçaram a ideia e não mediram esforços para desenvolvê-la. Vocês são motivo de orgulho para todos nós!"


Feira Ciência Jovem


O evento é uma feira internacional de projetos científicos criados entre os muros da escola, como também permite uma troca e compartilhamento de ideias entre estudantes e professores de vários lugares do Brasil e do mundo.



Da Redação (Negócios & Informes)

Anac abre consulta pública para rever regras de uso dos drones no país

DroneFoto: Toninho Tavares/Agência Brasil
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) quer rever as regras de uso de aeronaves não tripuladas no país, os chamados drones. Na última terça-feira (5), a agência reguladora abriu consulta pública para colher sugestões e propostas da sociedade para mudanças na legislação atual, em vigência há mais de dois anos. As contribuições serão recebidas até 5 de fevereiro de 2020.

Dados de julho deste ano, mostram que cerca de 70 mil drones estão cadastrados no sistema da Anac, sendo 44 mil para uso recreativo e 25 mil para uso profissional.

A Anac disse que identificou a necessidade de rediscutir o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial nº 94 (RBAC-E nº 94), que trata dos requisitos gerais para este tipo de aeronaves não tripuladas, em razão do "desenvolvimento da aviação não tripulada e a proliferação dessa tecnologia em diversos setores".

Entre os pontos em debate está a revisão dos critérios para a concessão de licenças e habilitações de pilotos para a aviação remota. A medida permitirá o uso de equipamentos acima de 400 pés (120m) do nível do solo e operações além da linha de visão visual (BVLOS).

A legislação atual é que determina a necessidade de habilitação de piloto para as operações com aeronaves não tripuladas RPA das classes 1 (peso máximo de decolagem de mais de 150 kg), 2 (mais de 25 kg e até 150 kg) ou da classe 3 (até 25 Kg) que pretendam voar acima de 400 pés.

As contribuições serão recebidas eletronicamente, por meio da plataforma AUDPUB, disponibilizada no portal da ANAC, por meio do link (aqui).

Da Agência Brasil

Nova fase de implantação do Cadastro Positivo tem início nesta segunda

Cadastro positivoFoto: Folha de Pernambuco
A partir desta segunda-feira (11) tem início a nova fase de implantação do Cadastro Positivo, quando os cinco principais bancos do país e aproximadamente cem instituições financeiras começarão a compartilhar com os gestores do Cadastro as informações de pagamento dos consumidores. A expectativa é de que até o dia 19, todos os atuais clientes das principais instituições financeiras do país, que possuem operações de crédito, já estarão com o seu Cadastro Positivo aberto.

Segundo estimativa do SPC Brasil, neste primeiro momento, com o compartilhamento de informações financeiras, o banco de dados passe a contar com 110 milhões de inscritos. Esse número ainda deverá crescer, pois nas próximas fases empresas de telefonia, companhias prestadoras de serviços como água, luz e gás e o setor varejista também deverão compartilhar informações de pagamento, o que fará com que o Cadastro Positivo agregue, nos próximos meses, a população não bancarizada.

Com a implantação do Cadastro Positivo, a partir de janeiro do próximo ano, todos os brasileiros que possuem operações de crédito e contas de consumo passam a fazer parte de forma automática do banco de dados, sem necessidade de inscrição.

Apesar de a abertura do Cadastro Positivo ser automática, nenhum consumidor será surpreendido. Assim que as instituições financeiras enviarem as informações cadastrais e de pagamento, cada consumidor receberá uma comunicação individual, seja por meio de e-mail, SMS ou correspondência física em sua residência, no prazo de 30 dias, avisando sobre a inclusão de suas informações.

Na notificação, o consumidor receberá informações sobre o Cadastro Positivo e será direcionado para o site do SPC Brasil, onde será possível realizar o cadastro de uma senha para acompanhar a qualquer momento as informações do seu histórico de pagamentos, incluindo o seu score (pontuação da nota de crédito). Essas informações só poderão ser acessadas pelos consumidores após o recebimento da notificação individual.

As informações coletadas pelo Cadastro Positivo serão utilizadas exclusivamente para compor o histórico de crédito e o score (nota de crédito) do cadastrado. Para quem concede crédito, em regra, apenas o score estará visível. O histórico de hábitos de pagamentos do consumidor só será disponibilizado mediante sua prévia autorização. Tanto o score quanto o histórico poderão ser acessados apenas por instituições com as quais o consumidor mantenha ou pretenda manter relação de crédito.

Pela regra, o consumidor só poderá ter suas informações consultadas pelo mercado 60 dias após o recebimento do histórico de pagamentos. Isso significa que os primeiros inscritos já poderão ter seus dados consultados a partir de 12 de janeiro de 2020. A lei do Cadastro Positivo prevê um período de dois anos para o Banco Central colher as informações do mercado e apresentar o primeiro relatório dos impactos da nova medida na economia do país.

Da Folha de PE

sábado, 9 de novembro de 2019

Inflação em outubro é a menor dos últimos 21 anos

Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 
(IBGE). No acumulado do ano, o índice avançou 2,60% 
(Arquivo/Agência Brasil)
Após queda de 0,04% em setembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou leve variação positiva de 0,1% no mês passado. O resultado é o menor para o mês desde 1998, quando ficou em 0,02%. Em outubro de 2018, a alta havia sido de 0,45%.

Os números são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado do ano, o índice avançou 2,60%. O valor está abaixo da meta do governo para a inflação de 2019, que é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Já na variação em 12 meses, o índice mostra expansão de 2,54%, ante os 2,89% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores a setembro.

Flavio Serrano, economista-chefe do Haitong Banco de Investimentos, explicou que, embora o resultado tenha sido positivo para a economia, as taxas mensais do IPCA “não dizem muita coisa”. “Mostra a ideia de uma inflação confortável. Mas o importante é o comportamento, a trajetória de 12 meses. É essa combinação do passado somada à expectativa pro futuro que define a política de juros do Brasil”, disse.

Serrano destacou que o ideal é que o índice esteja sempre alinhado como a meta de inflação, nem acima e nem abaixo. “Dentro da meta, a economia trabalha no seu potencial. Então, além de a economia estar se recuperando após um processo de acomodação, nós vivemos muitos anos com inflação muito alta e agora estamos compensando isso. Mas o ideal é ela na meta”, reforçou.

O avanço do IPCA foi contido por três dos nove grupos pesquisados. O destaque ficou para para o recuo de 0,61% em habitação, com contribuição de 0,10 ponto percentual na taxa geral. Depois de cair 0,43% em setembro, o grupo alimentação e bebidas, registrou ligeira alta 0,05%, contribuindo com 0,01 ponto.

Já entre as taxas positivas, vestuário apresentou o maior crescimento, com 0,63%. Em seguida veio transportes, com alta de 0,45%, e saúde e cuidados pessoais, com 0,40%.

Do Correio Braziliense

IBGE revisa o crescimento do PIB de 2017 para 1,3%

Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou crescimento econômico brasileiro em 2017 para 1,3%, ao contrário dos 1,1% anteriormente divulgado em 1,1%. Assim, o valor do Produto Interno Bruto (PIB) do país naquele ano foi de R$ 6,583 trilhões.

Puxado pelos setores agropecuário e de serviços, que tiveram alta de 14,2% e 0,8%, respectivamente, o novo resultado do índice melhora o desempenho da atividade econômica em seu ritmo de recuperação. Outro destaque foi o avanço de 2,1% do consumo das famílias, após dois anos consecutivos em queda.

Os dados divulgados fazem parte da revisão rotineira do Sistema de Contas Nacionais do IBGE, que incorpora novas pesquisas do instituto e também de fontes externas. Além disso, o documento traz atualizações metodológicas que revisam os resultados das Contas Nacionais Trimestrais.

Já entre os setores que apresentaram queda, a Indústria recuou 0,5%, mantendo o resultado da divulgação anterior. A despesa de consumo final do governo também caiu 0,7%.

De acordo com o IBGE, em 2017, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) registrou queda de 2,6%, o investimento recuou 14,6%, ficando no menor nível desde 1995.

Do Correio Brasiliense

Governo estuda extinguir seguro obrigatório DPVAT em 2020

Acidente de trânsitoFoto: Arquivo/Agência Brasil
O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou a investida, frisando que a ideia é abolir o DPVAT já no ano que vem. O tema poderá ser tratado via medida provisória (MP)

O governo federal estuda a extinção do seguro obrigatório DPVAT, que indeniza vítimas de acidentes de trânsito, o que poderia valer já para o próximo ano, segundo duas fontes da equipe econômica ouvidas pela agência de notícias Reuters.

A Susep (Superintendência de Seguros Privados), inclusive, já enviou uma proposta para o Ministério da Economia sobre o assunto. Segundo a Reuters apurou, o tema poderá ser tratado via medida provisória (MP). Pela proposta, o DPVAT seria extinto a partir de 1º de janeiro de 2020.

Em entrevista à Reuters nesta sexta-feira (8), o ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou a investida, frisando que a ideia é abolir o DPVAT já no ano que vem. Ele lembrou que o compromisso do governo Jair Bolsonaro é "tirar do cangote" das pessoas e empresas o peso de alguns encargos."É algo que o consumidor talvez aprove e tem que ver como vai ficar a indústria que vive disso", disse.

Para cobrir as indenizações do seguro até 2026 por acidentes ocorridos até o fim deste ano, a seguradora Líder, responsável pelo pagamento do DPVAT, repassaria ao Tesouro R$ 1,25 bilhão em cada um dos próximos três anos, conforme proposta atualmente em estudo. Isso aconteceria por intermédio da Susep.

Hoje, o valor anual recolhido a título de DPVAT dos donos de veículos é de cerca de R$ 2,3 bilhões. Por lei, 45% desse montante deve ser repassado ao SUS (Sistema Único de Saúde), com os 5% sendo direcionados ao Denatran. De acordo com números internos, a avaliação é que, já estimadas as obrigações de repasse e as indenizações a vítimas de acidentes até o fim de 2019, ainda restariam em torno de R$ 4,8 bilhões livres para a seguradora Líder.

A Líder é um consórcio de 73 seguradoras que administra o DPVAT. Entre suas participantes, estão empresas como AIG Seguros, Caixa Seguradora, Bradesco Seguros, Itaú Seguros, Mapfre, Porto Seguro, Omint, Tokio Marine e Zurich Santander.

Mais cedo neste ano, a superintendente da Susep, Solange Paiva, já havia dito publicamente que o modelo do DPVAT estava sob revisão, também criticando sua estrutura de monopólio. Procurada nesta sexta-feira, a Susep informou à Reuters que não comentaria o assunto.

Da Folha de PE

sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Servidores municipais inativos de Surubim devem realizar ‘prova de vida’

Os servidores municipais inativos da Prefeitura de Surubim devem fazer o recadastramento anual obrigatório, a prova de vida. Tem início na próxima segunda-feira (10) e vai até o dia 20 de novembro, no Palácio Monsenhor Luiz Ferreira Lima, sede do Poder Executivo (setor da Folha de Pagamento) das 08h às 13h. É preciso apresentar os documentos de identidade e CPF.
Imagem: Divulgação/Reprodução
Da Redação (Blog Negócios & Informes)

Vertente do Lério: I Grande Cavalgada da Saudade do Sítio Tambor acontece neste domingo (10)

Acontece neste domingo, dia 10 de novembro, a Grande Cavalgada da Saudade do distrito do Tambor, Zona Rural de Vertente do Lério, organizada pelos amigos Sávio, Wagner e Edimar. A programação tem início a partir das 8h com café da manhã, saindo do Tambor com destino ao Parque Jane Filho. O evento contará também com feijoada, aboiadores e paredão de som. Mais informações, (81) 9 8132-6193 (Sávio).
Imagem: Divulgação/Reprodução



Empresas poderão abrir filiais em outros estados instantaneamente

EmpresasFoto: Divulgação
Alterações, transferências e extinções também ficam mais rápidas. Até recentemente, a abertura de filiais em outros estados demorava várias semanas.

A abertura de filiais de empresas em estados fora da sede passou a ser instantânea. Por meio da integração digital das juntas comerciais, o registro de outras unidades em outros estados pode ser feito diretamente da mesma Junta Comercial da matriz, em minutos.

Até recentemente, a abertura de filiais em outros estados demorava várias semanas. O empresário que precisasse abrir uma filial em outro estado tinha de ir à Junta Comercial da matriz e fazer uma alteração contratual. Depois de esperar o pedido ser deferido (aprovado), o empresário tinha de ir à Junta Comercial da cidade da filial para fazer o registro.

No caso de empresas que abrem várias filiais ao mesmo tempo, era necessário ir às juntas comerciais de várias cidades para fazer o registro, o que gerava custos com processos, deslocamentos, despachantes e logística. Agora, bastará o empresário esperar a aprovação do registro na matriz para ter o registro liberado em todas as localidades das filiais. O processo também passa a ser automático para alterações no registro, transferências de sede e extinções em âmbito interestadual.

A troca de informações entre as juntas comerciais e os órgãos públicos se dará por meio da modernização da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim). O procedimento foi regulamentado com a Instrução Normativa nº 66, publicada em 7 de agosto no Diário Oficial da União.

Além das juntas comerciais, a modernização envolve a Receita Federal, principal gestora do Portal Redesim; o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), responsável por criar a infraestrutura para a integração dos dados, e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que deu apoio financeiro e entrou com conhecimento no processo de abertura de empresas.

Desburocratização
Na solenidade de lançamento do novo sistema, o secretário especial da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, disse que o governo está comprometido em usar a tecnologia para reduzir a burocracia. Segundo ele, a nova Lei de Liberdade Econômica, aliada à digitalização dos serviços públicos, está melhorando a vida do cidadão.

“Temos de pensar o futuro, temos novos desafios na simplificação de abertura de novos negócios e redução do tempo. Estamos empreendendo a transformação digital em favor dos brasileiros. Aproveitando a Lei de Liberdade Econômica, estamos criando condições para que isso seja fácil”, disse.

O secretário especial de Modernização do Estado da Secretaria-Geral da Presidência da República, José Ricardo da Veiga, disse que o governo está reduzindo o peso do Estado para facilitar o empreendedorismo e a prestação de serviços públicos. “O cidadão está olhando para um governo que, historicamente, era pesado. Chegou-se a um ponto de muita dificuldade para empreender. Somos parceiros de uma jornada que visava a desatar esses nós. Deixar o Estado mais leve, melhorando o ambiente de negócios. É necessário limpar o trilho para que o desenvolvimento aconteça”, declarou.

Diretora Executiva do Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), Fabíola Xavier ressaltou que o comércio será um dos principais beneficiados pela rapidez na abertura de filiais. “A integração das juntas comerciais é a realização de um sonho. Abrir empresa, transferir empresas, tudo de um mesmo lugar, vai proporcionar um ganho de produtividade que só dará para medir daqui a um tempo. O varejo continua forte, com a abertura de estabelecimentos comerciais e de centros de distribuição no Brasil inteiro”, destacou.

Liberdade econômica
No início de outubro, a Lei da Liberdade Econômica extinguiu a cobrança de taxas para a inclusão de informações no Cadastro Nacional de Empresas (CNE) e para o arquivamento dos atos de extinção de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) e de empresa de sociedade limitada. Segundo o Ministério da Economia, o fim das taxas ajuda a resolver o problema de empresas que param de funcionar, mas não fazem a baixa por causa dos custos e da burocracia.

Queda em preço de energia elétrica faz inflação ser a menor para outubro desde 1998

Estimativa de InflaçãoFoto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O índice ficou em 0,10% no mês passado, menor do que os 0,45% do mesmo período de 2018

A queda no preço da energia na maior parte do Brasil contribuiu para que a inflação de outubro fosse a menor desde 1998, informou nesta quinta-feira (7) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O índice ficou em 0,10% no mês passado, menor do que os 0,45% do mesmo período de 2018 e também nos últimos 21 anos. Os dados são do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

A mudança na bandeira tarifária foi o principal fator para que a energia elétrica tivesse um impacto de 0,13 ponto percentual negativo em outubro. "Em setembro, estava em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 1 e, em outubro, passou a vigorar a amarela, cujo acréscimo é menor", disse o gerente do IPCA, Pedro Kislanov.

De acordo com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a bandeira tarifária amarela tem custo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidor. Já a vermelha patamar 1 apresenta custo de R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.

A queda na energia elétrica foi demonstrada em todas as áreas pesquisadas pelo IBGE, com exceção de Salvador e Vitória, ambos com alta nos preços. Em Goiânia, o recuo chegou a 5,99%.

No acumulado do ano, o índice registrou 2,60%. Já nos últimos 12 meses, ficou em 2,54%. Segundo o IBGE, está abaixo dos 2,89% registrados anteriormente. Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, três tiveram deflação de setembro para outubro. O principal destaque foi habitação (-0,61%), com uma contribuição de 0,10 ponto percentual negativo no mês.

Alimentação em domicílio teve queda pelo sexto mês seguido, influenciada pela redução nos preços da cebola (-20,84%) e da batata inglesa (-9,06%). Por outro lado, as carnes apresentaram alta de 1,77%. Já a alimentação fora de casa passou de 0,04% em setembro para 0,19% em outubro. Refeição registrou 0,24%, enquanto lanche marcou 0,32%.

O item vestuário teve a maior inflação do mês passado, com 0,63%. O gerente da pesquisa informou que a alta é natural para a época do ano por conta da mudança de estação. "Resulta na troca de coleção das lojas", disse Kislanov. Os destaques nesse item são altas observadas em roupa feminina (0,98%), roupa masculina (0,38%), roupa infantil (0,30%) e joias e bijuterias (2,23%).

A alta da gasolina influenciou o preço dos transportes. Com exceção de Brasília e São Luís, todas as áreas pesquisadas pelo IBGE apresentaram variação positiva no quesito combustível (1,38%). As passagens aéreas também aumentaram (1,93%), após dois meses com variações negativas (-15,66% em agosto e -1,54% em setembro).

Com relação aos índices regionais, Campo Grande registrou a maior variação, com 0,31%, influenciado principalmente pela alta no preço das carnes, de 4,47%, e gasolina, 2,29%.

Em contrapartida, São Luís registrou deflação de 0,37%, especialmente pela queda de energia elétrica, que na região ficou em 4,43%. A cebola também influenciou, com 25,65% negativos.

Da Folha de PE

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Polo da Faculdade Unicesumar vai sortear bolsa de estudo com alunos do ensino médio

Através de uma pesquisa de satisfação, a faculdade Unicesumar, com polo em Surubim está realizando estudo, com o objetivo de entender a expectativa de alunos do ensino médio sobre o ensino superior na cidade e região. Para os alunos que responder a pesquisa, a faculdade estará sorteando uma bolsa de estudo em um curso superior. De acordo com o professor Betto Aragão, ele que é diretor da unidade na Capital da Vaquejada, o estudo tem como finalidade entender o perfil dos estudantes da cidade e sua expectativa sobre o ensino superior. 

“O nosso intuito maior é entender sobre essa expectativa dos alunos, porque a gente sabe que ao terminar o ensino médio, o estudante, muitas vezes acha que fazer uma faculdade é algo inalcançável e nós que fazemos a Unicesumar queremos dividir o sonho do ensino superior com este aluno que ainda não sabe o que fazer. Iremos acompanhar essa pesquisa de forma muito carinhosa para buscar auxiliar este aluno na realização do seu sonho, porque o ensino superior é muito mais do que seguir os estudos, mas é um sonho a ser realizado”, explicou o diretor.

Para responder a pesquisa, basta clicar no link abaixo e responder. Mas, para concorrer a bolsa, é preciso responder a todas as perguntas.

Da Assessoria

Pernambucanos mais ricos ganham até 1.500% a mais que os mais pobres

Redução da desigualdade econômica é caminho para progresso.Foto: Rafael Furtado / Folha de Pernambuco
No Estado, 40% das pessoas ocupadas mais pobres vivem com um rendimento de apenas R$ 18 por dia

Apesar dos esforços para mitigar a desigualdade social que existe em nosso país, este problema ainda aflige muitos brasileiros. Parte destes, vive com uma renda inferior a um salário mínimo por mês, como acontece em Pernambuco (R$ 538). No Estado, 40% das pessoas ocupadas mais pobres vivem com um rendimento de apenas R$ 18 por dia, enquanto que os 10% dos pernambucanos mais ricos vivem com uma renda diária de R$ 210 - cerca de 1.066% a mais.

No Recife, a desigualdade é ainda mais gritante. A diferença chega a quase 1.500% na comparação da renda mensal entre os 40% mais pobres (R$ 730) e os 10% mais ricos (R$ 11.483). Vale ressaltar que esses índices são referentes à população que trabalha. Os dados são da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2019 do IBGE.

Por outro lado, quando analisado o rendimento domiciliar per capita médio de 40% dos pernambucanos mais pobres, em 2018, o valor era de R$ 221. Já os 10% mais ricos ganhavam naquele ano, em média, R$ 3.583 - que representa um rendimento 1.500% superior aos mais pobres. A pesquisa ainda mostra a porcentagem de pernambucanos que vivem abaixo da linha da extrema pobreza, em 2018 (11,4%). A linha considera o valor que o Banco Mundial utiliza como parâmetro (US$ 1,9), que em Pernambuco seria o equivalente a R$ 148.

Nesse caso não é feito uma conversão exata. É que existe uma tabela que faz uma paridade ao valor do Banco Mundial. Quando observado a série histórica entre 2012 e 2018, somente em 2014 foi quando houve o registro do menor percentual de pessoas na linha da pobreza (8,6%).

Segundo o economista da Fecomércio-PE, Rafael Ramos, a situação de quem vive abaixo da linha da pobreza traz efeitos negativos à economia. “A pobreza elevada faz com que as pessoas sejam menos produtivas, por não haver tempo para se qualificar. Os efeitos são uma economia que demora ainda mais para se recuperar”, destaca Ramos que ainda explica que os Estados com menor desigualdade são os que se recuperam mais fácil de uma crise econômica.

Entre 2012 e 2014 a média do rendimento domiciliar per capita médio das pessoas estava em crescimento contínuo partindo de R$ 888 e chegando a R$ 1.022 em 2014. No entanto, a partir de 2015, a média vem caindo ano após ano e chegou a R$ 855 em 2018. Para Ramos, a crise econômica contribuiu para o aumento da desigualdade. “Uma coisa puxa a outra. O desemprego elevado gera índices maiores de desigualdade, assim como a desigualdade puxa o desemprego”, explica. O economista ainda ressalta que a desigualdade dificulta o bem estar social e as chances de emprego. “Com o acesso à renda mais limitado, as pessoas se lançam na informalidade e perdem direitos e um salário melhor do que na formalidade”, detalha.

Em Pernambuco, a população total é de 9,4 milhões de habitantes. No Estado, a força de trabalho chega em números absolutos, a 4,62 milhões, enquanto que a taxa total de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais de idade, em 2018 era de 16,1%, quase o dobro de 2013, quando o índice registrava um percentual de 8,7%. Em 2018, a taxa de Pernambuco ficou acima da média nordestina, que foi de 14,5%, e da média brasileira, de 12%. “É preciso atrair políticas públicas para minimizar a desigualdade e o desemprego. Os mais pobres não têm acesso à cultura, lazer. Sem essas políticas sociais, a produção industrial, o comércio e a economia, de forma geral, são afetados”, acrescenta Ramos.

Da Folha de PE

CASINHAS: Escolinha São Caetano do Junco promove avaliação neste sábado com observador do Sport Club Recife

Foto: Divulgação/Reprodução
O presidente da Escolinha de Futebol do São Caetano do Junco, em Casinhas, Marcos Ferreira, comunica que estará promovendo mais uma avaliação com jovens atletas do município, na manhã deste sábado (9), a partir das 8h, no campo de futebol da localidade, com o observador técnico Ricardo Moura, do Sport Club Recife, São Bento de Sorocaba e Porto de Portugal. A iniciativa conta com o apoio do prefeito João Camêlo. As inscrições são gratuitas e os interessados devem entrar em contato com Marcos Ferreira através do número (81) 99890-4199.

Do Mais Casinhas

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Oportunidade de emprego em Surubim | Empresa contrata Vendedoras e Coordenadores de Equipes


Uma empresa no segmento óptico será inaugurada em Surubim e está com oportunidade para 04 vagas de emprego, serão duas para Vendedoras e duas para Coordenador de Equipes. Interessados (a) devem enviar o currículo até o dia 14/11 para o e-mail: jairsilva_39@hotmail.com 

Confira os requisitos:

*Vendedoras: Ensino médio; sexo feminino; de preferência experiência com exame e receituário médico e conhecimento com lentes de grau.

*Coordenador de Equipes: Ensino médio; sexo masculino; com experiência em liderança de equipes.

Da Redação (Negócios & Informes)

Número de jovens que não estudam nem trabalham aumentou em 2018

Desalento é maior entre jovens, mulheres, nordestinos e pouco escolarizadosFoto: Divulgação
Entre os jovens de 18 e 24 anos, a incidência chega a 27,9% e nos jovens adultos, de 25 a 29 anos, a taxa de nem-nem é de 25,9%

Em 2018, 23% dos jovens de 15 a 29 anos - 10,9 milhões - não estudavam, nem trabalhavam, os chamados nem-nem. Foi o maior índice da série histórica. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2019, que analisa as condições de vida da população brasileira.

Entre os jovens de 18 e 24 anos, a incidência chega a 27,9% e nos jovens adultos, de 25 a 29 anos, a taxa de nem-nem é de 25,9%. Segundo o IBGE, o fenômeno é fortemente influenciado pela interrupção dos estudos. Os dados mostram que dos jovens de18 a 24 anos nessa condição, 46,6% não tinham concluído o ensino fundamental e 27,7% terminaram apenas essa etapa. Na faixa entre 25 e 29 anos, a proporção é de 44,1% e 31,2%, respectivamente. Dos jovens que concluíram o ensino médio, há mais nem-nem entre quem fez ensino regular do que entre os que concluíram o ensino técnico.

O gerente da pesquisa, André Simões, explica que o fenômeno dos jovens que não estudam e não estão ocupados é estrutural. “É um segmento estrutural, porque tem fatores que dependem de políticas específicas para que haja redução. Por exemplo, há um percentual elevado de mulheres, mulheres com filhos e também mulheres que realizam afazeres e cuidados domésticos que impedem que elas possam ir para o mercado de trabalho”.

Se entre os homens de 25 a 29 anos nessa condição 51,5% estavam desocupados, ou seja, buscavam trabalho, entre as mulheres na mesma idade a maior proporção está fora da força de trabalho, com 67,7% delas sem procurar trabalho. Segundo o IBGE, entre as justificativas apresentadas para não procurar ocupação remunerada estão os afazeres domésticos e o cuidado de filhos ou parentes.

Os dados do IBGE revelam que 2,4 milhões de jovens estão na situação de não estudar, não estar ocupado e não procurar trabalho. Entre esses, 57,4% estavam em desalento, provocado principalmente por falta de trabalho na localidade (39,6%), não conseguir emprego considerado adequado (10,7%) ou não ter experiência ou qualificação profissional (6,1%).

O recorte por rendimento demonstra a desigualdade social também nesse quesito. Entre os jovens que integram os 20% da população com menores rendimentos domiciliares per capita, 42,3% estavam na situação nem-nem em 2018; de 20% a 40% eram 29,2%; entre 40% e 60% somavam 18,3%; com rendimento de 60% a 80%, 10,1% dos jovens estavam nessa situação; e entre os 20% com os maiores rendimento a proporção é de 7%.

A taxa de desocupação geral no país em 2018 estava em 12%, mas no grupo de 14 a 29 anos chegou a 22,6% em 2017 e fechou 2018 em 22,3%.

Da Agência Brasil 

SURUBIM: I Grande Cavalgada do Sítio Tamanduá acontece neste domingo, dia 10

Imagem: Divulgação/Reprodução
Acontece neste domingo, dia 10 de novembro, a Grande Cavalgada do Tamanduá, na Zona Rural de Surubim, organizada pelos amigos Aprígio Neto, Klebson Oliveira, Awison Enfermeiro, Zé do Táxi e João Paulo do HSL, "com o objetivo de resgatar, naquela região, a cultura de costumes e tradições da vida do vaqueiro nordestino, a exemplo do aboio, da toada, do forró, e, claro, da cavalgada".

Na programação, Missa em Ação de Graças, na Igreja do Mimoso, a partir das 8h, e Desfile dos Vaqueiros, saindo do Mimoso com destino ao Chéus, a partir das 10h. O evento contará também com feijoada e shows de Manoelzinho Aboiador, Zito Alves e Vando Aboiador, a participação especial do poeta declamador Klebson Oliveira e, no encerramento, Pessoa do Nascimento e Pedrinho Sanfoneiro. Haverá ainda a realização de um bingo beneficente com os seguintes prêmios: um liquidificador, uma batedeira, um carneiro e uma bicicleta. A cartela custa apenas R$ 5 (cinco reais).

A I Cavalgada do Tamanduá prestará uma homenagem “in memoriam” ao vaqueiro conhecido como “Galeguinho de Déu”, filho de “Seu Déu do Mercado”, proprietário da Fazenda Tamanduá, e a “Eduardo Vaqueiro”, filho de “Seu Damião Baixinho” e ex-funcionário daquela propriedade, ambos falecidos em um trágico acidente de moto no mês de julho de 2017.

Do Mais Casinhas

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Número de pessoas físicas investindo em bolsas cresce 89% em 12 meses

A baixa recorde da Selic está empurrando recursos da renda fixa
para o mercado de ações. Número de pessoas físicas cresce 89%
em 12 meses e está perto de superar 1,5 milhão (C&A/Divulgação)
O presidente da bolsa de São Paulo, a B3, Gilson Finkelsztain, mal celebrou a marca de 1 milhão de investidores na bolsa, no primeiro trimestre, e já prepara uma nova festa. Menos de seis meses depois de ultrapassar aquela marca histórica, nos próximos dias ela deve chegar, segundo ele, a 1,5 milhão de pessoas físicas que investem diretamente em ações.

A afirmação, feita durante a abertura de capital da rede varejista C&A, dias atrás, deverá ser confirmada até o fim da próxima semana. Em setembro, a bolsa atingiu 1,441 milhão de investidores, um avanço de 89% em 12 meses, período em que as ações listadas no Ibovespa tiveram alta de quase 30%.

“Diante de um cenário de juros baixos, esse movimento é explicado pela necessidade de buscar alternativas mais rentáveis para o dinheiro”, disse o executivo durante o evento. “O cenário de manutenção de juros baixos pelo menos nos próximos dois anos, além da entrada na bolsa de nomes conhecidos do grande público, como a C&A, ajudam a popularizar o investimento em ações”. Ontem, a bolsa de São Paulo atingiu novo recorde, com alta de 0,54%, aos 108.779 pontos.

Historicamente, as altas taxas de juros no país desencorajam o risco, com altas rentabilidades de renda fixa. Com isso, os juros nominais e reais se tornavam obstáculos ao avanço da bolsa de valores. Na última semana, após a 226ª reunião, o Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu reduzir a taxa básica de juros em meio ponto percentual. Agora, o índice está em 5% ao ano – o menor valor da série histórica do Banco Central, iniciado em 1986.

De acordo com o economista Rodrigo Assumpção, especialista em planejamento financeiro da corretora Planejar, as aplicações na bolsa estão atraindo investidores de longo prazo. “Investimentos mais longos tendem a ter rentabilidade mais atraente”, afirma. “Mas o investidor que busca retorno de curto prazo corre o risco de entrar na alta e sair na baixa, por conta da euforia do momento”.

Ao comparar a renda fixa com o mercado de ações, a bolsa está em desvantagem. Nas últimas duas décadas, considerando uma taxa de juros que espelha a Selic, o CDI acumula uma elevação de 1.053%, contra 816% do Ibovespa. Já nos últimos três anos, o CDI avançou 25,7%, enquanto a bolsa teve alta de 65,15%. “Quanto mais a Selic cair e se mantiver em patamares baixos, como atualmente, mais sedutora será a bolsa de valores”, disse o analista de investimento da corretora EPG, Fernando Santacruz.

Tesouro 
Uma das modalidades mais procuradas de renda fixa, o Tesouro Selic deve ser um dos mais afetados por esse ambiente de juros baixos. Com possibilidade de cair dos atuais 5% ao ano para 4,5% até dezembro, o título mais procurado se assemelha ao retorno da poupança. De acordo com os dados do Tesouro, em setembro os títulos indexados à Selic foram os mais procurados na plataforma, com participação de 50,2% nas vendas. “Muitos continuam acreditando uma reviravolta da inflação e dos juros, mas esse é um cenário cada vez mais improvável no médio prazo”, disse o economista Mario Mantovani.

O segundo título mais vendido no Tesouro Direto em setembro, com participação de 30,5% do total, foi o Tesouro IPCA, e o terceiro, com 19,2%, o Tesouro Prefixado. O Tesouro IPCA oferece um rendimento híbrido, formado por juro real prefixado e correção monetária pela variação da inflação oficial no período calculada pelo IPCA. O Tesouro Prefixado é um título que embute juro prefixado (juro mais correção monetária), no qual o investidor só vai ter retorno se a inflação no período ficar abaixo do rendimento prefixado. Os rendimentos do Tesouro IPCA e do Tesouro Prefixado também têm passado por seguidos cortes, na esteira da redução da Selic.

A maior rentabilidade do mercado de ações na comparação com a renda fixa não significa que todos devem apostar tudo na bolsa, diz o agente de investimentos Fábio Fonseca Filho. Para ele, o ideal é manter a diversificação entre renda fixa e renda variável, limitando as ações em até 20% do capital.

Para quem é iniciante, o especialista sugere fundos de ações passivos, chamados de Exchange Traded Funds (ETFs), que têm como referência de rentabilidade determinado índice, como o Ibovespa. Dados recentes do Boletim Focus, do Banco Central, indicam que o mercado projeta uma inflação de 3,29% pela variação acumulada do índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2019, com uma Selic de 4,5%. Para 2020, estima uma inflação de 3,6% e Selic em 4,5% ao ano. Nas projeções da XP Investimentos, no entanto, o BC já mira Selic de 4,25%. Continue lendo, clique AQUI!

Bombas de combustíveis terão certificação digital a partir de dezembro

Posto de combustívelFoto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco
Troca será gradual em um período de 15 anos

A partir de dezembro, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), vinculado ao Ministério da Economia, só vai aprovar modelos de bombas medidoras de combustíveis líquidos (gasolina, diesel e etanol) que tenham certificação digital. O objetivo é coibir a ocorrência de fraudes no abastecimento ao consumidor final. A informação foi dada nesta segunda-feira (4) à Agência Brasil pelo chefe do Setor de Medição de Fluidos do instituto, Edisio Alves Júnior.

As bombas medidoras têm um componente que faz a medição e um mostrador que apresenta o resultado para o consumidor. O Inmetro observou que muitas das fraudes ocorriam na comunicação entre a medição e a indicação do resultado. “Com esse sistema de certificação digital, o Inmetro garante que o resultado da medição é assinado digitalmente, de tal maneira que a gente sabe que a informação que chega no indicador realmente foi produzida pelo medidor”.

Alves Júnior explicou que a maioria das bombas medidoras tinha funcionamento baseado em sistemas mecânicos. “Com o passar dos anos, os dispositivos eletrônicos tomaram conta de tudo, inclusive dos instrumentos de medir, especialmente das bombas medidoras. A gente começou a observar o crescimento das fraudes eletrônicas e percebemos que os requisitos que a gente tinha para bombas medidoras não estavam adequados para essas novas bombas eletrônicas. Daí surgiu a certificação digital”.

Aplicativo de celular
Segundo o Inmetro, as novas bombas com certificação digital vão se comunicar com o consumidor, por meio de um aplicativo de celular. “Ele vai poder ver o resultado tanto no celular dele, como no indicador da bomba”, disse o chefe do Setor de Medição de Fluidos do Inmetro. Por outro lado, Edísio Alves Júnior esclareceu que a aprovação de novos modelos de bombas medidoras não significa que todas as bombas atualmente em uso vão ser substituídas instantaneamente no mercado. A substituição será feita de forma gradual, em função do ano de fabricação da bomba, e terá o período máximo de 15 anos.

Para o Inmetro, à medida que os postos começarem a efetuar a substituição das bombas por equipamentos com certificação digital, os próprios consumidores irão à procura de bombas mais confiáveis. Ou seja, a concorrência fará com que a iniciativa para adaptação à certificação digital partirá dos próprios integrantes do mercado. “Quem tiver uma bomba mais segura vai ter um chamariz maior para o consumidor”, disse o chefe do setor de Medição de Fluidos.

Disponibilização
O cronograma de 15 anos foi combinado pelo Inmetro com sindicatos, proprietários de postos e fabricantes das bombas, com a preocupação de “não ferir as operações de ninguém”, disse Alves Júnior. “A gente nunca procurou causar impacto econômico negativo”, reforçou. O cronograma de troca das bombas leva em conta a necessidade de investimentos do mercado. A partir do momento em que os novos modelos forem aprovados pelo Inmetro, o mercado já pode procurar os fabricantes para proceder a substituição das bombas atuais.

A substituição das bombas de combustíveis faz parte de um amplo programa de certificação digital, definido por portaria publicada em 2016. O diretor de Metrologia Legal do Inmetro, Marcos Trevisan, acrescentou que a ideia é promover uma concorrência leal no mercado “e, consequentemente, garantir que os consumidores tenham seus direitos respeitados”. A estimativa é que as bombas com certificação digital tenham custo entre R$ 30 mil e R$ 40 mil. Esse valor, porém, pode ser maior, dependendo do número de bicos que o instrumento tenha, informou o Inmetro, por meio de sua assessoria de imprensa.

Fiscalização
Edisio Alves Júnior salientou que a fiscalização do Inmetro vai continuar atuando regularmente, mas também poderão ser feitas verificações pontuais, “a qualquer tempo”, e atendendo denúncia de qualquer representante da sociedade, como consumidores, entidades do mercado e, inclusive, a polícia, com quem o Inmetro já tem realizado fiscalizações em postos de combustíveis por todo o país. Somente este ano, no Rio de Janeiro, foram realizadas mais de dez operações de inspeções, que constataram fraudes variadas em postos de combustíveis.

Da Agência Brasil

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