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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Expectativa | Páscoa terá primeiro aumento nas vendas desde 2014

Imagem: Meramente Ilustrativa/Cacau Show Surubim
A expectativa de vendas para a Páscoa deste ano pode superar a do ano passado, além de chegar mais próximo ao patamar de 2014. Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a estimativa é que esse período movimente cerca de R$ 2,1 bilhões, um crescimento de 1,3% em volume de vendas, já descontada a inflação, na comparação com o ano anterior. Se confirmado, este será o maior aumento real de faturamento para o período desde 2014, quando a variação em volume de vendas foi de 2,6%. 

Parte dessa recuperação está associada ao comportamento dos preços, já que a variação média da cesta composta por bens e serviços mais demandados nesta data, cerca de 4,6%, foi a menor desde a Páscoa de 2008, segundo a CNC. À exceção dos chocolates, cuja alteração na fórmula de cálculo do IPI (imposto sobre produtos industrializados) levou a um aumento expressivo de 14,6%, todos os demais preços livres analisados registraram desaceleração ou queda em relação à Páscoa de 2016. 

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dados do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15), mostram que no Recife, o índice da cesta de Páscoa pode chegar a 1,7%. Um dos fatores para um número abaixo do Nacional (4,5%), é o item de combustíveis, que tem peso importante no cálculo e acumula queda de 7,9%, bem acima do nacional que é de 0,8%. Além deste fato, o Recife não possui levantamento de preços do azeite e do pedágio, porém quando se verifica os chocolates, a RMR fica acima da média nacional (20,2%), indicando que a tradicional compra de itens derivados dele vai ficar mais cara.

Segundo Rafael Ramos, Economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), com a inflação em queda os preços começam a cair também, o que facilita um maior poder de compra nessa época. “As famílias que não comemoravam nos dois últimos anos vão poder comemorar agora, pois com a queda da inflação, consequentemente, existe uma queda nos preços. Então, a expectativa é que exista um crescimento nas compras dos produtos para Páscoa, modesto, mas positivo”, afirma.

Menos emprego

Mesmo com os supermercados respondendo a  60% das vagas geradas, a expectativa é de 10,7 mil postos de emprego neste ano, um número menor do que os 11,3 mil contabilizados no ano passado. Portanto, o que se espera é que os funcionários temporários não sejam efetivados, já que a previsão para o período é de absorção praticamente nula, seguindo o ritmo dos últimos três anos. De acordo com a CNC, O baixo aumento das vendas e a improvável reversão das condições de consumo no curto prazo, são alguns dos principais fatores para essa “onda” de não contratação.

Do Diario de PE

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