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quarta-feira, 2 de março de 2016

Pós-NRF Big Show: sem tecnologia e busca ativa, varejo está morto

Imagem: Divulgação/Reprodução
A crise financeira sem dúvida é o maior problema do varejo brasileiro hoje. Em Pernambuco, principalmente: segundo levantamento da consultoria GS&MD, a taxa de fechamento de empresas aqui chegou a quase 12% em 2015, mais alta do que a média do Brasil e do Nordeste. Mas outras dificuldades agravam essa situação. Para a consultoria, investir em tecnologia e busca ativa de clientes estão entre os esforços mais necessários – na verdade indispensáveis para a sobrevivência do comércio.

A GS&MD promoveu ontem (1°/3) a Pós-NRF aqui no Recife: é uma espécie de “melhores momentos” da Retail’s Big Show, promovida pela National Retails Federation (NRF) em Nova Iorque. Eu conversei com dois dos palestrantes, Jaime de Paula, CEO da Neoway, e Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da GS&BW.

TECNOLOGIA
Jaime de Paula comentou que, mais uma vez, o uso de recursos tecnológicos foi o principal destaque da NRF. Afinal, eles explicam porque o movimento nas lojas caiu 45% mas as vendas aumentaram 15%: “As pessoas estão entrando já para comprar, já pesquisaram preços, detalhes técnicos… Desse modo, mesmo quem não vende online é afetado se não tiver exposição online. Isso é algo que o varejo brasileiro não pode mais ignorar. E não é a tecnologia pela tecnologia, mas voltada para resultados”.

BUSCA ATIVA
Outro ponto importante para o qual Jaime chamou atenção foi a busca ativa de clientes. Ele citou a Portobello, que mapeia novas reformas – com referências dos arquitetos ou com as informações públicas das obras – para oferecer produtos em suas lojas franqueadas. A pergunta, então é: “Como eu faço pra saber quando meu cliente precisa de mim?”. E Jaima avisa: “Esse negócio de venda passiva vai acabar. Ainda não acabou, mas vai. Se seu concorrente estiver na venda ativa, você vai acabar. É uma questão de sobrevivência.”

MILLENNIALS
Millennials, Geração Y, ou jovens adultos representam 30% e é preciso estar atento ao comportamento deles. Luiz Marinho pontua que o orçamento dessa categoria, geralmente em início de carreira, é apertado, embora sejam consumidores fiéis quando se identificam com a empresa a quem compram produtos ou serviços. Serviços, aliás, são mais importantes – as experiências pesam mais para este público. Tanto que usos compartilhados, incluindo até aluguel de roupas, é o tipo de negócio que mais prospera com essa clientela. “Os millennials são um bom público e, infelizmente, poucas empresas brasileiras estão atentas a isso”, diz Luiz.

Do JC Online (Blog de Fernando Castilho)

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